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sábado, 7 de outubro de 2017

Participação da equipa (Santarém)

Representação a cargo de:
60km - David Gonçalves
40km - José Silva, Rui Almeida João Guerra, Vítor Guerra
Reportagem fotográfica - Jorge Rabaça

Mais um ano de Festibike, mais uma representação do Clube de BTT Zona 55 ao mais alto nível. Desta feita estivemos representados por seis sócios: cinco a pedalar e um a reportar.

Rui Almeida na meia-maratona.

David Gonçalves na maratona.

José Silva na meia-maratona.

Vítor Guerra e João Guerra na meia-maratona.

Jorge Rabaça na reportagem.

Concentração dos atletas junto à partida.

Vítor Guerra com o nosso amigo Bruno Carvalho (não, não é o do Sporting!).

David, o nosso atleta das longas distâncias.

O Vítor Guerra e o José Silva já concentrados na partida, eles que partiam da segunda box e em ligeira desvantagem dos outros dois atletas da equipa que partiam na primeira box.

A partida para a maratona deu-se às 09H30, 5 minutos depois a partida da meia-maratona e como é habitual em santarém, saiu-se a grande velocidade, pois esta é uma prova bastante rolante.

David Gonçalves, o primeiro da equipa a partir e o primeiro a fazer a subida do hotel.

Logo de seguida pelas 09H35, deu-se a partida para a meia-maratona.


Os restantes elementos da Zona 55 a saírem a bom ritmo.

A primeira subida do dia a fazer estragos logo desde cedo.


O Zé Silva a imprimir um bom ritmo e desde cedo a seguir bem de perto os primeiros da geral da meia-maratona.

Mais atrás seguia o Rui Almeida, também ele com um bom ritmo e a não consentir a aproximação dos manos que seguiam no seu encalce. 

O João Guerra e o Vitor Guerra, que iam trocando de posição entre eles, na tentativa de apanharem o Rui Almeida.

Uma prova muito rolante, com apenas um single track e muito estradão.

Também o público aderiu em massa em quase todo o percurso, com especial incidência na partida, na chegada e na passagem pelo interior da cidade capital de distrito, Santarém.

Sinalização e marcações em ambos os percursos estiveram sem falhas, também os abastecimentos estiveram razoáveis.


Momento em que o Vitor vai descolar do amigo Bruno, que o acompanhou praticamente durante toda a prova.

O Zé Silva a ser o primeiro da nossa equipa a terminar e numa boa classificação da geral individual e no escalão.

De seguida chegou o Rui Almeida.

O João Guerra.

E, a finalizar a meia-maratona entre os elementos da equipa, o Vítor Guerra.

E por último, mas por ser o nosso único representante na distância maior, chega o David Gonçalves, também ele com uma excelente prestação. 

No final houve reposição de líquidos e de energia. O almoço da prova não sabemos como estava, mas o nosso foi cinco estrelas: uma bela posta de bacalhau assado com batata a murro, bem regadinho com vinho branco ribatejano. 

Depois do almoço, fizemos a já tradicional visita à Festibike para vermos algumas das últimas novidades do mundo das bikes.
Meia Maratona (32km)
001.º - 01:24:13 - João Macedo (Auto Macedo, Lda.)
002.º - 01:26:59 - Fábio Silva (Roda Livre Cartaxo Team/Findmore Consulting)
003.º - 01:27:00 - Dário Pereira (Ribabike)
032.º - 01:36:30 - José Silva (Clube de BTT Zona 55) - 2.º Vet. C
150.º - 01:55:32 - Rui Almeida (Clube de BTT Zona 55)
155.º - 01:55:46 - João Guerra (Clube de BTT Zona 55)
158.º - 01:56:29 - Vítor Guerra (Clube de BTT Zona 55)
565.º - 03:58:34 - Último

Maratona (60km)
001.º - 02:15:30 - Nuno Inácio (individual)
002.º - 02:15:31 - Hernâni Broco (Clínica Hernâni Broco)
003.º - 02:18:03 - Ismael Graça (20km Almeirim/Restaurante O Forno)
068.º - 03:03:17 - David Gonçalves (Clube de BTT Zona 55)
126.º - 04:12:50 - Último


ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS


Créditos à reportagem
Texto: João Guerra
Fotos: Jorge Rabaça, Organização

domingo, 21 de maio de 2017

Participação da equipa (Alvalade)

Representação a cargo de:
120km - Carlos António, João Guerra, João Valério, Rui Almeida


2800 participantes no total, 700 fizeram o percurso total.

Pela primeira vez o Clube de BTT Zona 55 esteve representado neste já tão popular evento btt que teve em 2017 a sua 19.ª edição. Fomos 4 elementos e, por ser tão longe, tivemos de ir de véspera tendo dormido a 34km dali, em Ferreira do Alentejo.

 Apesar de ter-mos chegado relativamente cedo a Alvalade, já haviam diversas centenas de pessoas por ali, entre participantes e acompanhantes, mas a logística está já tão bem oleada que rapidamente se distribuíram os 2800 kits de inscrição, tantos quantos os participantes.

À semelhança de muitos outros eventos btt, também aqui encontrámos a mesa posta para quem ainda não havia tomado o pequeno almoço, ou mesmo para reforço àqueles que já o haviam há diversas horas atrás.

Apesar de haver tanta gente, conseguimos com alguma facilidade arranjar estacionamento para o nosso carro. O tempo estava farrusco, parecendo até que a qualquer momento iria começar a chover.

 Dos 2800 bttistas inscritos, apenas 700 participaríamos na distância maior (120km), que consistia em ir a Porto Côvo (junto ao mar) e regressar ao interior do Alentejo (Alvalade), cujo percurso era totalmente desigual.

Apesar de ter-mos ficado bastante à frente, só conseguíamos ver cabeças e bicicletas para onde quer que olhássemos. A paisagem multicolor de tantos e variados equipamentos dava uma alegria especial à povoação, repleta de gente para ver a partida dos atletas. 


Após breves minutos de espera, foi dada a partida para ao extenso pelotão. Começámos em ritmo bem ligeiro, pois a estrada estava repleta de bicicletas e atletas.


Os primeiros 9km foram sempre por alcatrão, até cheguei a pensar que estava num passeio de cicloturismo (lol). O pelotão não dava sinais de querer romper de tão gigantesco que era. O pessoal também parecia não querer separar-se, pois este evento não tem caráter competitivo e o pessoal aproveita para pôr a conversa em dia, rever caras conhecidas e fazer novas amizades.  



Já em terra batida chegámos ao local que considerei o de maior beleza ao longo de todos os 120km, numa passagem por entre arrozais onde o vento era tanto que levantava uma poeira imensa fazendo lembrar os westerns. Aqui percebi o motivo de tantos participantes se encontrarem a usar máscaras e lenços a cobrir toda a face.






O dia ia-se mantendo fresco sem que o sol fizesse a sua apresentação. O terreno ia-se alterando, ora seco, ora húmido, ora arenoso, ora asfalto, mas o pessoal não desgrudava, talvez pela facilidade técnica e com pouquíssimas subidas sem grandes inclinações. 


 Com alguma rapidez chegámos à 1.ª zona de abastecimento, parecia até que chegáramos a uma festa de bttistas, tantas eram as bicicletas espalhadas pelo chão e encostadas por todos os lados.


Eu fui o (único) azarado do dia com o pneu traseiro a esvaziar de 10 em 10km, mas ia injetando espuma e/ou enchia mais um pouco e a coisa lá passava mais uns quilómetros. 




Outro ex-libris do percurso foi a passagem junto da barragem de Campilhas, onde percorremos alguns quilómetros nas suas margens até chegarmos à 2.ª zona de abastecimento.






 Esta zona de abastecimento avistava-se a quilómetros de distância, tal era a movimentação de gente. Junto às paredes e ponte da barragem estava um possante camião com uma lona aludida ao evento e junto do mesmo tendas-oficina para apoiar os azarados e longas mesas de comes e bebes onde a bifana era rainha e a laranja parecia mel. 



Seguindo caminho até ao mar ainda encontrámos mais uma zona de abastecimento onde demorámos pouco. À frente encontrámos pela primeira vez uma enorme fila de ciclistas a aguardar para avançar. Tratava-se de um longo single track cujo início fora alagado e que obrigava a maior parte do pessoal a molhar os pés para poder avançar. 


O relógio marcava 12h00 e finalmente o sol desvendava-se. Estávamos finalmente em Porto Côvo, onde 1/4 do pelotão terminava a sua prova, aproveitando para almoçarem em família junto ao mar e à tarde aproveitar para dar um mergulho. 


Nós, como quisemos experimentar todas as sensações deste evento logo na primeira vez que participámos, enveredámos pelo percurso de 120km, mas não saímos de Porto Côvo sem antes nos reforçarmos de líquidos e sólidos para depois nos fazermos a mais 50km de regresso até Alvalade.  



A segunda parte do percurso foi mais calma, pois quase deixámos de ver outros atletas. Parecia que só nós havíamos continuado. O sol brilhava, mas ainda assim não estava demasiadamente forte. O percurso continuava de fácil progressão, mas as pernas já iam acusando cansaço. 

Encontrámos mais 2 zonas de abastecimento no regresso, bastante caprichadas mas cujo pessoal do staff aparentava mais cansaço que nós mesmos, talvez pelo abuso da água amarela.

Finalmente chegámos a Porto Côvo. após 8h em cima das bicicletas. À nossa espera estava uma verdadeira festa com montes de gente a celebrar e a conviver. Teremos de lá voltar para o ano e comemorar a 20.ª edição deste interessante evento de btt que acontece no coração do Alentejo.


ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS


Rescaldo em vídeo


Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotografias: António Baganha, BTT TV, Patrícia Chaínho, Clube de BTT Zona 55
Vídeo: Clube de BTT Zona 55

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