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domingo, 22 de outubro de 2017

Participação da equipa (Mação)

Representação a cargo de:
60km - João Valério
30km - José Silva, Samuel Nabiça

 O Clube de BTT Zona 55 voltou mais uma vez ao Mação para a 4.ª edição da sua já famosa Maratona D'Arrota a Presunto, este ano e pela 1.ª vez a contar para o Troféu BTT Ribatejo Norte, onde participaram cerca de 250 bêtetistas.

O Samuel não resistiu e aproveitou para provar o tão saboroso e tradicional presunto da região que dá nome a este evento que, na minha opinião, possui a Maratona btt mais "dura" do Ribatejo e tem das melhores paisagens, apesar de este ano esta região ter sido bastante afetada por duas vagas de incêndios que deixaram muitas áreas queimadas, o que obrigou a Organização (São Miguel Bike) a optar por locais e percursos um pouco diferentes dos que já nos habituaram.


Este ano estivemos representados com 3 elementos. O José Silva iria tentar o pleno de vitórias na distância meia maratona do Troféu, para ganhar a sua categoria. Quanto ao Samuel e eu, fomos simplesmente para desfrutar dos trilhos e da paisagem, com uma boa dose de sofrimento.

A partida atrasou uns minutos, mas nada demais. Já o local para a partida foi um pouco mal conseguido, pois parecíamos sardinha enlatada, não nos permitindo sair "à larga". 


Este era o "pente" que nos esperava na Maratona: 60km com 1500 metros de acumulado positivo ao contrário dos 1380 anunciados. Aqui o track gps para mais pormenores.

O percurso da Meia Maratona também não era meigo, tinha cerca de 800 metros de acumulado positivo em apenas 30km de extensão. Poderão aceder ao track clicando aqui.

Os primeiros quilómetros foram intensos e em red line, com subidas dignas do nome que rapidamente trataram de destroçar o longo pelotão.


O José Silva depressa se colocou lá na frente para defender a posição face aos diretos adversários. O Samuel e eu ficámos um pouco para trás e, devido à exigência inicial, o Samuel desde logo "rebentou o motor" e optou por seguir para a distância menor por forma a completar todo o percurso sem estragar mais peças...


A primeira zona de abastecimento apareceu após uma longa e inclinada subida às eólicas da Serra do Bando num fantástico parque de merendas, onde nada faltava, nem sequer o tintol para acompanhar umas fatias de presunto.

Ao longo de ambos os percursos tivemos a oportunidade de passar algumas zonas de água e diversos zonas a exigir bom domínio de técnica.


Um outro ponto alto, no verdadeiro sentido da palavra, foi a subida até perto do cruzeiro da povoação da Amêndoa, onde o mais complicado foi mesmo o contornar das muitas pessoas que se concentravam junto à igreja local, onde as marcações escasseavam e nos víamos um pouco baralhados sobre qual o caminho certo a seguir.


Com o passar dos quilómetros e a dureza da altimetria, o Samuel e eu fomos afetados e atrasados por fortes ataques de cambras, sorte o piso estar impecável devido às escassas chuvas que haviam caído nos últimos dias, apesar disso o dia esteve solarengo e fantástico para a prática de btt.


Já a escassos quilómetros do final deparámos-nos com uma excelente zona-espetáculo um bocado técnica, composta de paletes e piso submerso de água a exigir bastante concentração e destreza.


O último abastecimento estava a apenas 5km do final, já novamente em percurso comum para as duas distâncias, com passagem junto de um cruzeiro com vista desimpedida para o Mação, local este bastante rochoso e todo ele em single track numa altura em que as forças já eram poucas para a maioria dos participantes.



O José Silva acelerou para o 2.º lugar do pódio na categoria Vet. C, tendo assim cimentado a sua posição no Troféu BTT Ribatejo Norte e alcançado a tão desejada vitória por pontos.


O Samuel Nabiça a esclarecer a Organização da sua alteração ao percurso para o qual se havia inscrito (60km), tendo por isso sido excluído da classificação final dos 30km, não sendo publicado o seu tempo de prova. 


Encontrámos neste domingo muito pessoal conhecido, vindos um pouco de todo o país, onde aqueles que pela primeira vez participaram ficaram rendidos aos trilhos, percursos e paisagens. 

O pódio Vet. C da Meia Maratona, onde o José Silva subiu ao 2.º lugar. Infelizmente, este foi também o último evento em que o J. Silva representou o Clube de BTT Zona 55, estando de malas feitas para outra Associação onde terá mais apoios para os seus objetivos competitivos na próxima época. Desde já lhe desejamos a melhor sorte e lhe agradecemos as prestações que almejou em representação do nosso Clube, tendo selado da melhor forma possível o abandono da equipa.

Após o retemperador banho, fomos até ao local de almoço que se localizou um pouco afastado do centro do Mação. As longas mesas permitiram dar despacho a todos os convivas que decidiram almoçar, onde não faltou o belo presunto para aperitivo e/ou digestivo num almoço composto de grelhados bastante bem confecionados.

Tendo sido esta a 6.ª e última prova a contar para o Troféu BTT Ribatejo Norte, desde já faço o balanço da edição 2017, no que aos elementos do Clube de BTT Zona 55 diz respeito, em particular ao José Silva, pois foi o nosso único a participar neste Troféu com o objetivo claro de vencer na sua categoria e escalão, o que de facto veio a suceder e ao qual parabenizamos e agradecemos haver representado o nosso Clube de forma tão grandiosa e profissional.


Resumo das provas disputadas pelo:
José SILVA (Clube de BTT Zona 55) - Distância SPRINT - Escalão Veteranos C (+50 anos)
1.ª Prova - 10.ª Edição BTT Almourol à Vista: 1.º Classificado = 100 pontos
2.ª Prova - 4.ª Rota dos Falcões BTT: 3.º Classificado = 80 pontos (não pontuável)
3.ª Prova - Maratona BTT Serra D'Aire: 1.º Classificado = 100 pontos
5.ª Prova - 8.ª Maratona No Trilho do Lobo: 1.º Classificado = 100 pontos
6.ª Prova - 4.ª Maratona BTT D'Arrota a Presunto: 2.º Classificado = 90 pontos.


CLASSIFICAÇÃO
001.º - 01:29:41 - Fábio Silva (Roda Livre Cartaxo Team/FindMore Consulting)
002.º - 01:30:52 - Dário Pereira (Ribabike/RProjeto)
003.º - 01:30:54 - André Pereira (Ultra Pedal)
025.º - 01:45:51 - José Silva (Clube de BTT Zona 55) - 2.º Vet. C
168.º - 04:02:48 - Último


01.º - 02:48:23 - António Marques (Transfor/Fátima BTT)
02.º - 02:48:52 - César Piedade (Ofimoto/Rvirtual)
03.º - 02:52:29 - Paulo Santos (Róódinhas/Santos Silva)
57.º - 04:14:22 - João Valério (Clube de BTT Zona 55)
72.º - 05:50:10 - Último

DSC - Samuel Nabiça (Clube de BTT Zona 55) - Realizou a Meia Maratona.


ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS
Rescaldo em vídeo

Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: Jorge Rabaça, Miguel Ramos, Urbina Varela.
Vídeo: Modo Vision

sábado, 15 de outubro de 2016

Participação da equipa (Santarém)

Representação a cargo de:
Meia Maratona (40km) - João Guerra, José Silva, Rui Almeida, Vítor Guerra

João Guerra e Vitor Guerra acompanhados do Miguel.

Rui Almeida.
José Silva
Como é habitual grande concentração de bicicletas e eventos relacionadas com este veículo, voltou ao Ribatejo e à cidade de Santarém - Festibike 2016

O nosso Clube fez-se representar com quarto atletas a participar na maratona de BTT, e outros que participaram na visita à exposição, bem como o nosso Jorge Rabaça, que efectuou a reportagem de todo o evento, junto dos expositores, representantes de marcas e comunicação social.

J. Guerra, Vitor Guerra e J. Silva, como é habitual na frente da grelha de partida.

A partida para a meia maratona deu-se às 09H40, 10 minutos após a partida da maratona e como é habitual em santarém, saiu-se a grande velocidade, pois esta é uma prova bastante rolante, os primeiros classificados viriam a terminar a prova com médias superiores a 29 km/hora.  

O Zé Silva e o J. Guerra a fazerem uma boa partida e a colocarem-se na frente da corrida, mas o J. Guerra iria descolar do Zé e do grupo da frente logo na primeira subida ou seja logo ao km 2.

O Vítor Guerra controlava o andamento do mano, pois adivinhava-se uma luta renhida entre os dois.

O Rui Almeida, parecia assistir a tudo da sua poltrona, muita calma como já nos habituou, mas com um andamento muito bom, seguia logo ali atrás e não fosse o seu gosto pelos longos abastecimento, a coisa podia-se complicar entre os elementos da Zona 55. 

O Vítor Guerra ainda a sorrir, pois certamente não sabia que na próxima descida um furo de grandes dimensões o iriam colocar fora de prova.

Também o Rui Almeida fazia a subida do Hotel a sorrir, pois esta era a primeira prova com a sua nova montada e em roda 29 e certamente ia a pensar, que assim sobe-se muito melhor.
Não temos fotos dos nossos elementos na zona de terra, mas todo o percurso estava muito bem marcado, sendo muito rolante e sem singles, o que é uma pena porque existem muitos em santarém e com pequenas alterações ao percurso podiam incluir vários singles com muita qualidade e beleza.
Também o abastecimento esteve Q.B.

O Zé Silva foi o primeiro a chegar dos atletas Zona 55, num excelente 21º lugar à geral.

Cerca de 15 minutos depois do Zé, Chegou o J. Guerra e logo de seguida a cerca de cinco minutos o Rui Almeida, realizando todos eles uma boa prova. O Vítor Guerra desistiu nos primeiros kms com um furo.
Todos os participantes da Zona 55, optaram por almoçar fora do Festibike, por essa razão não podemos opinar sobre o mesmo.

O Jorge Rabaça foi o nosso fotógrafo de serviço, tendo ele realizado um excelente trabalho, quer nas fotos da prova, quer nas fotos ao Salão do Festibike.

Após o almoço, optámos por uma visita aos diversos stands das bikes, para poder sonhar um pouquito, parecíamos criancinhas na Disneylândia.

Continuamos a participar neste evento porque está inserido na maior festa de bicicletas do pais e afinal o que nos une é este ambiente, mas desde já fica um recado aos senhores organizadores: - A nosso ver esta Maratona está a decrescer de ano para ano, o que nos têm apresentado nos últimos anos são estradões já muito batidos, e com tanto trilho e single que temos em Santarém, não vejo razão para continuarem por este caminho, até porque esta já não é uma prova da Taça. Inovem e pensem no bêtetista comum, se precisarem de ajuda peçam, que nós teremos todo o gosto em ajudar.
ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS


001.º - 01:18:49 - Ismael Graça (BTT Marinhais/Fabribikes)
002.º - 01:18:51 - Pedro Garcia (20km Almeirim/Restaurante O Forno)
003.º - 01:22:40 - Dário Pereira (Ribabike/RProjecto)
021.º - 01:28:03 - José Silva (Clube de BTT Zona 55) » 7.º Vet, B
127.º - 01:42:12 - João Guerra (Clube de BTT Zona 55) » 127.º Vet. B
194.º - 01:47:18 - Rui Almeida (Clube de BTT Zona 55) » 194.º Vet. B
517.º - 04:04:20 - Último

DST por problemas mecânicos - Vítor Guerra

Créditos à reportagem
Texto: João Guerra
Fotos: Jorge Rabaça

domingo, 3 de abril de 2016

Participação da equipa (Assentis)

Representação a cargo de:
50km - David Gonçalves
35km - João Valério, José Silva

 Mais uma vez não faltámos a este fenomenal passeio, organizado por uma equipa do nosso concelho, os Superfresco Bike Team, na localidade de Assentis - Torres Novas, onde este ano comparecemos com 3 participantes e 1 fotógrafo (Jorge Rabaça), mas igualmente com o apoio da revista Freebike

 Chegámos cedinho e coube-me a mim (João Valério), levantar os dorsais dos nossos representantes. Aproveitei desde logo para espalhar algumas revistas pelo secretariado, que voaram rapidamente. O David Gonçalves e o José Silva também chegaram logo de seguida e estávamos prontos para mais um desafio. O Jorge Rabaça começou desde logo a fazer a reportagem fotográfica.

Cerca de 600 betetistas inscreveram-se e pelo menos 500 deles estiveram presentes para testar os percursos deste ano, mas apenas cerca de metade vieram a terminar. A muita chuva que cai durante a semana terá assustado alguns, o que é certo é que apesar disso a manhã até se apresentou com sol e a festa estava muito bem composta, com pessoal vindo um pouco de todo o lado da zona centro do país.

A partida foi dada e a saída foi descontraída, tirando aqueles que se juntaram na frente com intenções de ganhar os troféus que haviam para distribuir entre os mais rápidos. Adivinhava-se que os trilhos estariam à nossa espera com muita lama para nos dar, principalmente nesta zona e percurso, que apanha uma parte da Serra de Aire em que é muito fácil o terreno empapar.


Os primeiros quilómetros percorridos foram-no em alcatrão, para esticar o vasto pelotão, mas sendo desde logo subidas a sacudidela foi tremenda e transformou desde logo a baleia numa comprida serpente.


O sol ainda nos fez companhia por cerca de 1 hora, ou talvez mais, mas o terreno à medida que íamos avançando, após tantas dezenas de rodas a rolarem sobre ele e face ao acumular de água, dava já mostras de que perdia as suas qualidades de resistência. 



Estava já em plenos trilhos de serra quando começaram a cair os primeiros pingos de chuva. Os participantes, apesar de algum afastamento entre si, bastava um pequeno impedimento para que facilmente se tornassem a juntar diversas dezenas de atletas e fosse mais difícil progredir uma vez que a maior parte do percurso se tratava de single trails.



A lama cada vez acumulava-se mais nos pneus e tornava-se difícil conseguir rodar sem que a bicicleta estivesse consecutivamente a escorregar e a fazer atravessadelas, muitos decidiam mesmo não facilitar e apeavam quando percebiam que os riscos de queda ou de danificar algum componente da bicicleta era elevado.


A chuva começou a cair com mais intensidade e o sol foi sendo substituído por longos períodos de chuva que, apesar de miudinha, caía com muita intensidade e em quantidade.


A chuva não tirou a beleza ao percurso e paisagens, mas definitivamente tirou toda a espetacularidade e gozo que era esperava usufruirmos, uma vez que a lama e o piso escorregadio não permitiam um ritmo aceitável nem pedalar com a segurança necessária, além de que até doía só de ouvir os componentes da bicla a queixarem-se das quantidades de lama industriais que acumulavam.


Mais uma vez a Organização não falhou na qualidade das marcações, composta de fitas, placas e até cal no chão, também auxiliado por elementos do staff no terreno.



Após percorrermos trilhos em zonas mais abertas, fomos encaminhados para o vale da ribeira, onde nos esperavam quilómetros de single tracks em ambas as suas margens, com muita lama e drifts para fazermos.


Devido às dificuldades do terreno, a Organização viria a optar por encerrar a opção da distância 50km para todos aqueles que se propunham fazer mas que só chegaram ao corte após as 12h00, o que de certa forma era compreensível. O David ainda conseguiu passar, já eu atrasei-me de tal forma que já não tive outra opção que não seguir para os 35km e ainda bem, porque estava receoso que ainda tivesse algum problema grave na bike.


Na Trilho da Cascata estava o nosso 4.º elemento, o fotografista Jorge Rabaça, sempre ágil com o dedo no obturador, a filmar e fotografar os muitos participantes, bem equipado e a desafiar a chuva que teimava em não parar de cair.


A beleza das paisagens e trilhos mantiveram-se, assim como as dificuldades: todos concordavam. A Organização este ano voltou a ter azar com o São Pedro e muitos deram-se por vencidos na luta contra tantas dificuldades no terreno, desistindo por vontade própria ou imposta por avarias mais graves. 


O abastecimento maior, comum a ambas as distâncias, era uma espécie de porto seguro no meio da tempestade! Cheguei lá numa altura em que havia sol e não chuva. Muita gente também por ali parou e era bonito de se ver tanto pessoal do staff com imensa simpatia a servir desde enchidos, presunto, pão, águas, sumos, vinho e até a popular bebida Superfresco (vinho + gasosa).



No meio da floresta lá encontrei o meu amigalhaço Jimmy, todo limpinho a fazer inveja a quem passava... captando algumas imagens para depois partilhar com o pessoal. Um pouco mais à frente calhou-me o azar que eu já temia e parti a corrente, o que tomou mais de 20min. sob chuva e muita lama que me dificultaram a vida qb.


No último abastecimento juntei-me ao meu bom amigo Quim e provámos umas deliciosas laranjas antes de voltarmos ao lamaçal para uns 6km de chafurdanço alucinado.


Este ano a meta estava localizada num ponto diferente da zona de partida, dando-nos alguma hipótese de rolar depois cerca de 1km em asfalto e a descer até ao parque estacionamento, permitindo-nos libertar alguma lama. As mangueiras disponibilizadas para lavagem das bikes eram curtas e a pressão má, além de que estavam mal localizadas, merecia-se uma zona mais espaçosa e se houvesse apenas 2 pontos de água ligados a 2 máquinas de pressão, concerteza tinham despachado o pessoal com o triplo da rapidez. 

Após o banho, onde também tive azar, já que água estava fria... bem, para falar verdade já estava tão enregelado e ensopado até aos ossos que nem tinha sensibilidade suficiente para tanto frio. O almoço foi o meu troféu. Saboroso como já é hábito, fizemos-nos acompanhar pelos amigos da equipa Os Mouros e cumprimos a nossa parte.

ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS


01.º - 02:46:55 - Hugo Moreira (Pódio)
02.º - 02:50:43 - Fábio André (Róódinhas)
03.º - 02:58:40 - David Conde (Apsports/Pódio/GCBarquinhense)
50.º - 04:38:11 - David Gonçalves (Clube de BTT Zona 55)
57.º - 04:57:08 - Último

001.º - 01:56:56 - Vasco Cordeiro (Fuas Bike Team)
002.º - 02:05:40 - Alexandre Andrade (Ultra Pedal/BTT 100Stress)
003.º - 02:06:13 - Ricardo Freire (individual)
005.º - 02:10:10 - José Silva (Clube de BTT Zona 55)
155.º - 04:26:26 - João Valério (Clube de BTT Zona 55)
213.º - 05:51:02 - Último

O José Silva não teve a sorte do seu lado e viu o pódio fugir-lhe por menos de 4 minutos. Paciência Zé, outras provas virão onde poderás mostrar as tuas capacidades.

Rescaldo do evento em vídeo.



Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: João Azevedo (Rock BTT Thomar), Jorge Rabaça e João Valério (Zona 55), Malagueiro Café.
Vídeo: Zona 55

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