domingo, 25 de março de 2012

Participação da equipa (Sardoal)

Representantes Zona 55 / O Praticante em prova:
Carlos António, José Santos e Rui Almeida - 35km
João Valério - 65km
Ana Almeida e Sofia Lopes - Caminhada

Rui Almeida, João Valério, Carlos António e José Santos

O secretariado funcionou de forma rápida e ordeira.

Ana Almeida e José Santos a aguardarem os restantes elementos.

Cerca de 200 atletas divididos pelas 2 distâncias, participaram nesta 5.ª Maratona do BTT Sardoal.



A maior representação de sempre da Zona 55 neste evento, que este ano duplicou a presença.


Em primeiro plano o nosso amigo Otto Wijnberger, um bêtetista já com um extenso curriculum de participações e uma das caras mais conhecidas neste tipo de eventos no distrito de Santarém.  

Já após a volta de apresentação do pelotão pela bonita vila do Sardoal, os atletas voltavam a passar debaixo do arco de partida.

Tufo na zona de passagem asfalto/terra batida.  

Rui Almeida, previamente inscrito na Maratona, decidiu-se pela Meia, liderando o grupo da Zona 55 e desta vez chamando a si a responsabilidade da captação de imagens com a nossa GoPro HD1.


Já na terra batida, os elementos da Zona 55 em velocidade de cruzeiro, a decidirem-se pela realização de todo o percurso da Meia Maratona, sempre em conjunto.

As paisagens e trilhos, conforme esta Organização já nos habituou, sempre muito bonitas proporcionando grande prazer em pedalar por estas bandas aos bêtetistas, fazendo esquecer as dificuldades físicas encontradas.

No primeiro abastecimento, comum a ambas as distâncias, encontraram-se todos os nossos atletas, numa oportunidade ímpar "congelámos" o momento, já que o Tufo e o grupo de cerca de 20 atletas em que seguia anteriormente, haviam sido desviados do percurso correto devido a marcações erradas no terreno, segundo a Organização por desconhecidos com vista ao boicote da prova.

Esta 5.ª Maratona foi sem dúvidas a mais dura de todas elas, tendo a distância maior acusado os 70km reais, com alguma exigência técnica. As marcações, tirando uma bifurcação inicial, estiveram sempre muito bem colocadas, assim como bastante apoio de socorro e staff a garantir a segurança de todos os participantes.

Foto de grupo dos elementos da Zona 55 participantes na distância da Meia Maratona.

Os atletas da Zona 55 na passagem pela zona espetáculo, colocada a escassas centenas de metros da meta, sem quaisquer outros concorrentes no seu encalço.

Final de prova para os nossos 3 bêtetistas que cumpriram a Meia maratona, passaram de imediato a público, apoiando os restantes participantes que continuavam a chegar.


Já depois do banho tomado, Rui Almeida, Carlos António e José Santos juntaram-se à Sofia Lopes e Ana Almeida, que haviam participado na caminhada (evento paralelo), pousando aqui para a foto junto ao eucalipto centenário, aguardando a chegada do João Valério.

Finalmente aparecia no horizonte, na zona espetáculo, o João Valério.

Tufo já na reta final para a meta, com os camaradas da equipa e a sua mulher a torcerem por si.

Final de prova para Tufo na prova Maratona e a chegada também do irmão Renato Valério, que sofreu uma queda no decorrer do percurso, partindo diverso material e fazendo algumas mazelas.

Já na fila para o almoço, servido na Escola Dr.ª Maria Judite Serrão de Oliveira Andrade, em Sardoal.

Muito companheirismo durante o almoço, onde encontrámos bastantes amigos.

Porco no espeto com arroz e feijão acompanhado por salada e caldo verde, tudo bem regado, com bebida à descrição.

Após o animado almoço seguiram-se as entregas de prémios.

Vencedoras Maratona Feminina

Vencedores Meia Maratona

Vencedores Maratona

CLASSIFICAÇÕES:
Parciais Geral Maratona (65km):
02H50'39" - 01.º - Pedro Ruivo (individual)
02H50'39" - 01.º - Marco Mestre (Penhas BTTeam.com/ADRC Alagoa)
02H50'59" - 03.º - Sérgio Corda (Jorbi Test Team)
04H17'53" - 29.º - João Valério (Zona 55/O Praticante)
05H06'39" - 47.º - Último

Parciais Geral Meia Maratona (35km):
01H31'10" - 001.º - Flávio Santos (BTT Sardoal/Rotor/BikeSportsTeam)
01H32'04" - 002.º - José Silva (RHC Motos/Bikes)
01H35'16" - 003.º - Carlos André (BTT Clube Gavionense)
02H28'56" - 057.º - Rui Almeida (Zona 55/O Praticante)
02H28'57" - 058.º - Carlos António (Zona 55/O Praticante)
02H28'58" - 059.º - José Santos (Zona 55/O Praticante)
04H04'14" - 106.º - Último


Abaixo os tracks de ambos os percursos realizados.




Créditos à reportagem:
Textos: João Valério
Fotos: Zona 55 Bike Team, Organização, BTT TV, João Pinheiro
Tracks: Organização
Vídeo: Clube de BTT Zona 55


Participação da equipa (Batalha)

Link para a Organização aqui.
Representante em prova: 
David Gonçalves (90km)
Dados técnicos da prova: 90,500km com 2050mts. acumulado subidas.

Ora vamos lá falar qualquer coisa da Maratona do Centro2012 - 1ª. Taça de Portugal de BTT XCM. Todos os anos tenho participado e depois de cada prova (que é sempre bastante dura...), refilo e juro que não volto no ano seguinte, mas acabo sempre por voltar pois a memória é curta... 

 Dia 25 de Março na Batalha teve lugar mais uma prova de BTT organizada pela Air Bike, diga-se de passagem uma grande organização, praticamente já com um cariz profissional.

 Estiveram presentes cerca de 450 atletas federados (fogo, cada vez são mais.... melgas) e cerca de 1000 não federados/promoção.

A prova começou com 3 minutos de atraso, porque os elementos da GNR  deixaram entrar trânsito na pista (eu já não lhe pagava os gratificados do policiamento), demonstrando muita falta de profissionalismo e falta de respeito pelo desporto e ciclismo. 

 Um dos atletas federados era o "je" com o n.º 427, inscrito na F.P.F. pela U. C. Leiria (a inscrição era mais barata), motivo pelo qual não consto na lista como atleta da Zona 55, mas participei com as nossas cores, como sempre faço em provas de BTT.

 Acabaram por dar a partida com um carro ou dois a circular contra os ciclistas, tal era a aflição... pudera... com 1500 ciclistas a abrir e a procurar colocação.

 Bem, uma prova muito dura, com muito calor. Assim que entrámos na terra começámos a subir uma rampa, que mais parecia o campeonato nacional de rampa. Mais de meia hora no carreto 27/34.



 O terreno, parecia o da 2.ª Maratona Zona 55 (2011), não fosse ela o maciço da Serra de Aire. Fogo... tampa pedra, calhau e pó, com descidas brutais e perigosas. 


 Eu nunca caí... o que é admiração!!! Mas tive uma saída que me deixou encostado ao tronco duma oliveira... vá lá...

Lá cheguei ao fim dos 90 kms, com o tempo de 05h00m21s, classificando-me em 12.º Veteranoo C e 273.º à Geral (Federados).

Classificações Parciais Federados (90km)
Geral
001.º - 03H35m43s - Fábio Ferreira (Xyâmi / Fagor / Nova Vida)
002.º - 03H43m48s - Carlos Gomes (Xyâmi / Fagor / Nova Vida)
003.º - 03H44m45s - Nélson Sousa (Amigos da Montanha / Bike Space / Ledecheme)
273.º - 05H00m21s - David Gonçalves (UC Leiria / Zona 55 Bike Team)
336.º - 06H38m46s - Último

Veteranos C
01.º - 04H07m08s - João Marques (BTT Seia)
02.º - 04H09m30s - Adelino Cruz (BTT Loulé / BPI)
03.º - 04H15m43s - Vítor Graça (Ouribike / CC Ouriquense)
12.º - 05H00m21s - David Gonçalves (UC Leiria / Zona 55 Bike Team)
20.º - 06H38m46s - Último 

Ver todas as classificações aqui.




Clicar aqui para ver em pormenor todas as informações deste track.

Créditos à reportagem:
Textos: David Gonçalves
Fotos: David Gonçalves, Organização, Afonso Estevão, Gil Reis, CSRDota CarbBoom.
Track: Organização
Vídeo: MovieLight

domingo, 18 de março de 2012

Participação da equipa (Santarém)

 Link da Organização aqui.
Representação a cargo de:
João Guerra - 35 Km

Classificações (parciais) 35km:

1º 01H25M02S Leonel Canelas (Tó-Bikes)
2º 01H28M57S Diogo Sampaio (Águias de Alpiarça)
3º 01H30M58S António Eloy (Individual)
10º 01H45M24S João Guerra (Zona 55 Bike Team)
87º 04H23M39S Último (Indivídual)

Classificações gerais: 35km/60km


18 de Março de 2012 véspera do dia do pai, mais um magnífico dia de BTT, inserido nas festas de S. José da cidade de Santarém e muito bem organizado pelos nossos amigos do MAC – Moçarria.


O João Guerra não podia faltar a este evento por várias razões, em primeiro por ser esta a sua terra natal e em segundo por ter sido na Moçarria onde há alguns anos atrás, o nosso atleta se iniciou em eventos desta modalidade, tendo concluído a maratona dos 80 Km num honroso 10º lugar da geral (quantos eram, isso agora não interessa nada…).

Pena foi que, uns dias antes o Joneuore tenha ido parar ao Hospital por consequência de uma cólica renal, o que o levou a optar pela distância mais curta (35 km).
O início desta maratona correu dentro da normalidade, com a entrega de dorsais, controle 0 e partida a decorrerem sem atrasos.
A este evento compareceram cerca de 180/190 Bttistas, repartidos pelas duas distâncias.
A partida, mais uma vez e como já vem sendo hábito, deu-se a grande velocidade e os atletas a fazerem os primeiros kms dentro da cidade sempre em redline.

O percurso estava muito bem marcado com fitas e cal no chão, mesmo para os que fizeram esta maratona em velocidade supersónica, não havia razões para enganos.



Os trilhos foram muito bem escolhidos, nos 35 km apenas um single track mas os estradões fizeram-se muito bem e nos 60 km pelo que me foi relatado e também porque já tive oportunidade de os fazer posteriormente à realização deste evento, tinham vários singles espectaculares, entre eles “A Rota do Fakir”, um single muito bacano e conhecido pela maioria dos Scalabitanos.



Os abastecimentos ou o abastecimento que encontrei sensivelmente a meio da prova, foi dos melhores que encontrei até hoje, pelo menos em assistência, com muitas pessoas do staff a solicitarem a nossa paragem e a oferecerem alimentos e bebida mesmo em andamento, o que é claro que sem saber bem porquê (até porque não tinha nenhum concorrente directo/Z55BT na minha roda), mais uma vez não parei.
A chegada à meta depois de uma subida de 2ª categoria (digo eu) e com cerca de 2 kms. Tranquilo e com a sensação que deveria ter feito mais alguns kms, pois na minha cabeça ainda pairava a ideia de que não tinha gasto todas as calorias ingeridas em excesso durante a semana.

A confirmação do 10º lugar da geral e 1º Vet. B nos 35 kms, foi feita de imediato, pena foi que não pude estar presente na entrega de prémios e deste modo ter ficado sem a t-shirt do 1º lugar e a respectiva medalha para mais tarde recordar.
Os três primeiros da geral dos 35 kms.


Os três primeiros Veteranos B dos 35 kms, onde nenhum dos atletas compareceu à entrega de prémios e onde no lugar mais alto do pódio deveria estar o Joneuore.
O almoço e a entrega de prémios decorreram no ginásio da antiga Escola Prática de Cavalaria, onde eu não pude estar presente, mas pelo que sei o almoço estava bom (mas não sei qual foi a ementa, por isso o bom é relativo).
As medalhas dos atletas premiados (uma das quais eu penso receber brevemente, héhéhé...).


O balanço final é positivo (nota: 7/10). Parabéns à Organização! O percurso estava muito bem marcado, o staff foi 5*, sobretudo nos abastecimentos. O público também saiu à rua para nos ver, por isso é assim: EU GOSTEI, E PARA O ANO PODEM CONTAR COMIGO NOVAMENTE!
Créditos à Reportagem
Textos: João Guerra
Fotos: Zona 55 Bike Team, MAC e Adriano Cruz.
Vídeo: Clube BTT Zona 55 (brevemente)

quinta-feira, 15 de março de 2012

Entrevista: Jorge Baeta ("patrão" da JORBI)

Jorge Baeta com o modelo Race Plus Carbon, topo de gama BTT 2012 da marca JORBI .
Imagem: Aquapólis (norte) - Barreiras do Tejo (Abrantes)
Edição de imagem e fotos: João Valério

- Reportagem Exclusiva à Zona 55 -

     A JORBI é uma marca de bicicletas portuguesa, oficialmente fundada em 2010, cuja fábrica está sediada em Abrantes e que deve a sua criação à perseverança do seu fundador, Jorge Baeta e restante equipa que o acompanha.

     Conforme já o fizemos anteriormente e de acordo com as nossas estatísticas aqui no blogue, trazemos-lhes mais novidades da JORBI. Desta vez resolvemos voltar a entrevistar o Jorge Baeta, que fez um balanço actual da JORBI.

A JORBI no mercado
João Valério: Qual o balanço que fazes destes 2 anos de existência/produção da JORBI? Foram os objetivos alcançados?
Jorge Baeta: Bastante positivo, apesar da enorme recessão económica que estamos a atravessar, os objectivos foram alcançados. 

J.V.: Qual o feedback que tens tido do mercado relativamente à qualidade e fiabilidade dos quadros JORBI? Tem a JORBI conseguido fidelizar clientes?
J.B.: O feedback é bastante positivo. Sim, apesar da curta existência e da crise que atravessamos temos conseguido fidelizar clientes.

J.V.: Tens informação do total de unidades JORBI vendidas e de qual a região do país onde mais se vendem?
J.B.: Até ao momento vendemos cerca de 1500 artigos JORBI, que compreende toda a gama da marca, com principal destaque para quadros e bicicletas completas. Vendemos um pouco por todo o país, além desta zona onde nos encontramos sediados, destaco também o Algarve e o Litoral Norte.

J.V.: Neste momento, a JORBI já pode ser encontrada à venda em qualquer ponto do país?
J.B.: Sim. Para se inteirarem dos Agentes Autorizados, basta acederem ao nosso site (www.jorbi-bikes.com).

J.V.: Há alguma região ou distrito onde pensas apostar mais fortemente para breve? De que forma?
J.B.: A zona de Lisboa. Quanto à forma ainda estamos a estudá-la.

J.V.: Actualmente, qual é o produto mais procurado da marca JORBI?
J.B.: As bicicletas de estrada. Mais concretamente a gama de entrada de alumínio.

J.V.: Quais os produtos e áreas de utilização abrangidas actualmente pela JORBI?
J.B.: Fabricamos bicicletas para usos em diversas utilizações, a saber: estrada regular, estrada contra relógio, pista, ciclocross e BTT. A nível de acessórios, já temos uma pequena gama de acessórios, onde destaco as rodas, travões, pedais e fechos rápidos para as bicicletas de estrada, bem como, outros acessórios de utilização mista como sejam os bidons, grades de bidon, selins e drop out's.

Gama 2012
J.V.: Quais as principais novidades na gama 2012, nas diversas vertentes da marca? 
J.B.: Na vertente estrada lançámos na alta gama o quadro Supreme, que se destaca pelo seu peso de 790 gramas, a ser utilizado esta época pelos trepadores da equipa do Clube de Ciclismo de Tavira, bem como a introdução do quadro Ultimax, a ser utilizado pelos restantes elementos desta equipa e das restantes equipas que a JORBI apoia. Introduzimos também o novo quadro de pista em carbono e o de ciclocross, abrangendo deste modo todas as áreas do ciclismo. O modelo Racing Carbon foi substituído pelo Evolution.
Na vertente BTT, lançámos os novos quadros Race Plus Carbon com 990 gramas rígidos, o Race Plus Carbon FS de suspensão total em carbono e introduzimos 2 modelos roda 29” rígidos, com quadro em alumínio. 

A JORBI na área competitiva
J.V.: Relativamente a projectos na área competitiva onde a JORBI está directamente envolvida, de uma maneira geral, quais os que consideras terem sido mais interessantes, não só para a divulgação da marca, mas também para testar a sua fiabilidade?
J.B.: A nível de notoriedade e evolução, sem dúvidas a equipa do Tavira Prio (estrada) e a Jorbi Test Team (BTT). A competição é por excelência o maior “laboratório” para desenvolvimento de qualquer produto deste género.

J.V.: Quais as equipas e projectos que estão atualmente a ser apoiadas pela JORBI?
J.B.: Na vertente estrada, continuaremos a apoiar como até aqui o Tavira Prio, o Louletano, o Mortágua e o Cartaxo. Na vertente BTT mantemos a equipa da marca, Jorbi Test Team. Já em relação a projectos pessoais, apoiaremos o Ricardo Marinheiro (BTT), o Sérgio Silva (duatlo) e alguns outros nomes ainda não confirmados.

J.V.: Já que referiste a Jorbi Test Team, para quem não sabe ou desconhece, esta equipa foi criada inicialmente com o lançamento da marca. Este projecto obteve até ao momento os resultados esperados? 
J.B.: De certa forma sim, uma vez que estamos a falar de uma equipa amadora que tem como base os atletas que estavam no Team Baeta. A nível competitivo, temos conseguido ter atletas na categoria principal (elites) constantemente no pódio e esperamos que em breve possamos ter o primeiro título nesta vertente (BTT).

J.V.: Quais os objectivos que tens actualmente para a Jorbi Test Team, na próxima época? Passam alguns deles por participações além-fronteiras?
J.B.: Depende muito dos apoios que conseguirmos, mas não estão colocadas de parte participações em Espanha.

O futuro da JORBI e novos projectos
J.V.: Uma das tuas mais recentes apostas é a produção de rodas para equipar bicicletas de estrada. Podes esclarecer como surgiu a ideia e qual está a ser a recepção do mercado?
J.B.: Surgiu derivado à necessidade de equiparmos as nossas bicicletas com materiais de melhor qualidade cujo preço final fosse mais competitivo e simultaneamente tentando fazer um produto de alta qualidade sem recorrer a outros fabricantes.

J.V.: Além dos quadros e das rodas, tens intenção em apostar noutros segmentos de acessórios para bicicletas? 
J.B.: Além dos que já falámos anteriormente, estamos igualmente a produzir acessórios para rodas, travões, pedais, forquetas e drop out's essencialmente para o segmento estrada e também selins, bidons e grades de bidon de utilização mista, além de outros pequenos acessórios.

J.V.: A JORBI já se encontra disponível para venda além-fronteiras? 
J.B.: Atualmente ainda não. Estamos a ponderar apostar em Espanha, Brasil e talvez Angola.

J.V.: Continua a JORBI a trabalhar com a “prata da casa” na produção dos seus produtos?
J.B.: Sim, e tal se pretende face à actual época de contenção de custos.

J.V.: Queres aproveitar para listar os nomes dos colaboradores/responsáveis pelas diversas áreas de produção?
J.B.: Concerteza. Na área de design de quadros sou eu mesmo, Jorge Baeta. O design gráfico está a cargo do Pedro Ruivo. A pintura é repartida pelo Artur Vieira e pelo Sérgio Ramos. A montagem e o embalamento é da responsabilidade do José Aparício e do Sérgio Campos.

J.V.