domingo, 20 de setembro de 2015

Participação da equipa (Abrantes)

 Representação a cargo de:
30km - José Silva, Rui Almeida
60km - David Gonçalves, João Valério
Fotografia - Jorge Rabaça

Como não podia deixar de ser, voltámos este ano a rumar ao Rossio ao Sul do Tejo, para mais uma edição da maratona btt "No Trilho do Lobo", onde ainda não falhámos uma única participação.

Este ano participámos com 4 elementos da equipa, distribuídos pelas duas distâncias disponibilizadas: 30km e 60km. Na foto, eu e o Rui Almeida, os cameraman de serviço em competição com as nossas GoPro.

Chegámos bem cedo ao Aquapólis Sul, onde havia bastante espaço para todos estacionarem sem dificuldades. Os kits de inscrição foram rapidamente levantados, no secretariado bem profissional.

Nesta 6.ª edição, a Organização (A.C. BTT do Fôjo) teve o maior número de inscrições confirmadas de sempre, com a lista a ir além das 3 centenas de participantes pagos.

A mim e ao Rui Almeida coube-nos mais uma vez a missão de captar imagens com as nossas GoPro, para no final fazermos o filme de rescaldo. A auxiliar-nos esteve também no terreno o Jorge Rabaça a tirar fotos e a filmar, além da colaboração especial do Manuel Maia (staff) que ficou com a nossa 3.ª GoPro para igualmente filmar na zona final do percurso onde se encontrava.

O José Silva apresentou-se com o objetivo de conseguir aqui uma boa classificação, para tentar ainda resgatar um lugar no pódio do Troféu BTT Ribatejo Norte, cuja classificação final não estava ainda definida no seu escalão e classe (Vet. B Sprint).

Esta 6.ª edição foi sem dúvidas a mais importante, a nível competitivo de entre todas as edições já realizadas anteriormente, pois foi a última prova a contar para 2 troféus onde se encontrava inserida: Troféu Jorbi 2015 e Troféu BTT Ribatejo Norte 2015.

Os participantes foram colocados por 3 boxes dispostas na linha de partida, que foram sendo preenchidas de acordo com as respetivas inscrições confirmadas pelos participantes.

A partida atrasou alguns minutos, mas nada por aí além. Este ano o speaker ouviu-se melhor que nas edições anteriores.

O David Gonçalves partiu também com o claro objetivo de consolidar o pódio na sua classe e escalão (Vet. C Maratona) para o Troféu BTT Ribatejo Norte, mas igualmente para o resultado final desta prova.

O Rui Almeida partiu da box 3, a última, em conjunto comigo, o que desde logo nos dava mais uma desvantagem para juntar ao facto de ter-mos de ir atentos ao trabalho de filmagem.

Quanto a mim, poucos foram os participantes que partiram nas minhas costas, porém não havia de ser o último a cortar a meta...


Na saída da localidade (Rossio ao Sul do Tejo), cujo trânsito foi condicionado por volta a evitar constrangimentos para os atletas e prova, a saída foi rápida, com muitos elementos da Organização e das autoridades a auxiliarem.


Cerca de 3km após a partida, os quais foram rodados em asfalto e a alta velocidade, porém insuficientes para partir o pelotão, entrámos na terra batida para fazer a primeira subida, bem inclinada por sinal, que nos levou até à povoação de São Miguel do Rio Torto. 


A passagem pela povoação de São Miguel do Rio Torto foi curta, tendo passado pelas limítrofes da aldeia e sempre por terra batida. À sua saída tomámos um single track a descer com alguma inclinação até junto de uma pequena linha de água, onde depois seguíamos quase sempre em descida e de regresso aos limítrofes de Rossio ao Sul do Tejo.


De novo no Rossio, seguimos em direção ao Açude Artificial de Abrantes para seguirmos no PR oficial do Caminho do Tejo Sul (GR12 E7) desde ali até para além do Tramagal, quase sempre em single track e a boa velocidade, curtindo este magnífico trilho para btt.


O dia apresentou-se bastante agradável para a prática de btt, com um sol bonito mas sem muito calor e uma terna brisa matinal. Como no decorrer da semana choveu num par de dias, o terreno encontrava-se mesmo no ponto. Sem levantar pó e com boa tração.


Já na chegada ao Tramagal tivemos a sorte de ter um par de fotógrafos no local para "congelar" o momento, cuja paisagem de fundo é de facto encantadora conforme podem confirmar as fotos.


Seguiram-se um par de quilómetros em asfalto, percurso ainda comum à GR12 E7, junto de vinhas e da linha férrea, onde pudemos descansar um pouco e ganhar pulmão para o que se seguia, sem no entanto baixar o ritmo já de si elevado. No final do alcatrão e mesmo antes da (re)entrada na terra, encontrava-se um abastecimento de águas.


Seguiram-se alguns quilómetros de terra batida junto da Ribeira de Alcolobre, percorrendo um single track por vezes exigindo alguma técnica, sempre a ouvir a água a correr ali mesmo ao lado, até que atingimos a 2.ª zona de abastecimento (sólidos e líquidos), por sinal muito bem composta, antes de abandonarmos em definitivo este original trilho. 


Já após a separação dos percursos, que aconteceu sensivelmente ao km20, enquanto a meia maratona se encaminhou de imediato para a zona de meta, a maratona direcionou-nos para a floresta de eucaliptos e pinheiros, com muita zona para rolar e bem, muito diversificada e divertida, sempre com fotógrafos e elementos do staff presentes, assim como dotada de mais uma zona de abastecimento (talvez um pouco tardia) extremamente bem composta, contendo águas, isotónicos, fruta (laranja, figos, banana...) e até compotas e tostas, sempre com a atenção e simpatia dos elementos da Organização ali presentes.


No reencontro dos percursos, que aconteceu a cerca de 8km do final, mais uma subida digna desse nome, a exigir pernas e força de vontade para a ultrapassar, para depois nos encaminharmos para o já ex-libris deste evento, o Cabeço do Caneiro.



Já no Cabeço do Caneiro, miradouro por excelência do Trilho do Lobo, onde temos encontrado a cada edição desta prova um sinuoso e técnico single track desenhado horizontalmente numa colina com vista privilegiada para o Rio Tejo e seu açude, que este ano estava mais extenso, terminando com maior inclinação para o acesso a uma desativada pedreira.


Foi precisamente nesta zona final dos percursos que tudo se decidiu, onde os mais tecnicistas ganharam tempo para os seus adversários, no entanto, após entrar-se neste single, só há lugar a ultrapassagem caso o atleta da frente facilite, ou então há que aguentar até final atrás dele(s).


Este ano também me coube uma queda no single do Caneiro. Como levei a minha Cube, que costumo utilizar em travessias devido a ser de suspensão total, pregou-me um susto num pequeno "S" ao levantar a roda traseira repentinamente, mas por sorte não tive ferimentos de maior... já estou habituado a cair.


Já de regresso às margens do Rio Tejo e já quase a avistar a zona de meta, ainda tempo para uma passagem numa zona de espetáculo criada propositadamente para o efeito, onde foi construída uma ponte em madeira e algumas centenas de single track.


O José Silva foi o primeiro da equipa a atingir a zona meta, onde se encontrava grande concentração de público.


Os balneários encontravam-se ali mesmo ao lado, o que facilitou os atletas nas deslocações, já que a zona de almoço também se encontrou ali a escassas centenas de metros.


O David Gonçalves foi o único da equipa a ir ao pódio, conseguindo o 3.º lugar da classe veteranos C na distância maratona, garantindo assim e desde logo também os pontos necessários para o 2.º lugar em veteranos C da competição Troféu BTT Ribatejo Norte 2015.

Após o almoço de excelente convívio, foto de grupo dos elementos presentes em representação da Zona 55. No próximo ano estaremos de novo presentes, se possível for. De referir que este evento irá ter direito a reportagem assinada por nós, no próximo número da revista Freebike.


ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS
A.C. BTT Fôjo
Carlos Gaspar I
Carlos Gaspar II
Casais Lagartos Bike Team
Filipa Fidalgo
Flávio Teixeira
João Betes
Jorge Pereira
Jorge Rabaça
Tecnifotos


CLASSIFICAÇÕES
001.º - 01:24:25 - Dário Pereira (Ribabike/RProjeto)
002.º - 01:27:17 - Luís Rodrigues (Roda Livre Cartaxo Team)
003.º - 01:27:19 - André Daniel (G.C. Barquinhense/Pódio/APortSports)
019.º - 01:34:07 - José Silva (Zona 55 Bike Team)
100.º - 02:08:47 - Rui Almeida (Zona 55 Bike Team)
180.º - 04:21:26 - Último

01.º - 02:24:09 - Nuno Inácio (Nutrimania/Viveiros Vítor Lourenço)
02.º - 02:24:12 - Luís Martins (G.C. Barquinhense/Pódio/APortSports)
03.º - 02:26:58 - Pedro Carvalho (Marrazes/Brejinho/Joficina/Bike Zone Leiria)
52.º - 03:02:09 - David Gonçalves (Zona 55 Bike Team)
92.º - 03:44:54 - João Valério (Zona 55 Bike Team)
98.º - 04:02:59 - Último

CLASSIFICAÇÕES ATLETAS ZONA 55
Vet. B classe Sprint
José Silva - 6.º classificado com 205 pontos e 3/4 provas concluídas
Rui Almeida - 57.º classificado com 33 pontos e 1/4 provas concluídas
Pedro Silva - 130.º classificado com 4 pontos e 1/4 provas concluídas

Vet. B classe Maratona
João Valério - 21.º classificado com 77 pontos e 1/4 provas concluídas

Vet. C classe Maratona
David Gonçalves - 2.º classificado com 300 pontos e 4/4 provas concluídas


RESULTADOS TROFÉU JORBI 2015
Relativamente a este Troféu Jorbi 2015, à semelhança de anos anteriores, não encontrámos até ao momento os resultados publicados na internet junto da empresa/marca responsável JORBI. Dos atletas da Zona 55 somente participei eu (João Valério) e em poucas provas, porque nas competições que participei a contar para este Troféu, usei igualmente outras bicicletas não Jorbi - Cube e Cannondale. 


Vídeo de rescaldo

Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: Carlos Gaspar, Casais Lagartos Bike Team, Filipa Fidalgo, Flávio Teixeira, João Betes, Jorge Pereira, Jorge Rabaça, Tecnifotos.
Vídeo: Zona 55

domingo, 6 de setembro de 2015

Participação da equipa (São Miguel do Rio Torto)

Representação a cargo de:
25km - João Valério
45km - Pedro Silva

Este ano regressei aos passeios em São Miguel do Rio Torto, agora com nova Organização e desta vez acompanhado por outro elemento da equipa, o Pedro Silva. O nosso objetivo era a participação na distância maior, para dar ritmo às pernas e desta vez sem a responsabilidade de levar cameras connosco, porque estávamos a apenas 1 semana de participarmos no evento da nossa equipa, a Rota dos Castelos.

Deixámos os carros afastados umas centenas de metros da zona de partida, junto ao campo de futebol local, onde estava localizado o habitual secretariado. As expetativas eram as de que iríamos encontrar bons percursos!

Nesta edição a lista de inscritos manteve-se como já é habitual na casa dos 80 participantes. A concentração para partida foi no espaço interior da Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto, onde foi feito um pequeno briefing antes da ordem de partida.

A partida foi dada a horas e, após a saída ordeira para as ruas da localidade, começou um ritmo desenfreado do pelotão, por culpa do carro que seguia na frente e que não soube travar os ímpetos dos atletas da frente, deixando-se "empurrar" e chegando a rolar a 40km/h na nossa frente até nos lançar para a terra batida, numa descida algo acentuada, cheia de pedras e regos. Bem, isto estava a começar demasiado mau para o meu gosto.

Ao contrário da maioria dos outros eventos btt, neste começámos logo com uma descida, e bem inclinada, por sinal. Das pedras com dois trilhos paralelos, rapidamente passámos para um single track, mas aqui bem limpo de mato e com diversos elementos do staff. Consegui chegar aqui no grupo dos primeiros participantes, mas já ia com a língua de fora.

O Pedro Silva seguia um pouco mais atrás, mas também já se havia desenvencilhado bem entre o pelotão, impondo o seu ritmo certinho. 

 A primeira e mais dura subida do percurso veio logo nos primeiros 3km, com uma inclinação brutal e grande extensão, a rebentar com o pelotão de forma categórica. Nos quilómetros seguintes tivemos boas zonas para rolar, bem distribuídas e alternadas com as subidas e descidas, quase sempre pelo meio de eucaliptal e pinhal.

Mais uma vez as marcações no terreno não estiveram muito bem. Por vezes não haviam fitas a confirmar a direção certa, ou estavam pouco visíveis, ou mesmo inexistentes. Notei também a falta de staff no terreno para o apoio aos atletas e percurso, principalmente informados de qual direção nos apontar, pois no meu caso fiz a distância menor porque um desses elementos na separação de percursos me apontou para o lugar errado (25km).

As zonas de abastecimento, apesar de terem o necessário, estiveram mal localizadas/distribuídas, estando demasiado afastadas entre si. Mais uma vez notou-se a quase inexistência de fotógrafos no terreno, o que é sempre mau para a posterior divulgação e promoção nas edições seguintes. Para salvar o dia valeu mais uma vez a qualidade geral dos percursos apresentados e a simpatia do staff.

Como me enganei na distância, tive tempo para ir logo tomar banho e não apanhei enchente, pois havia apenas 2 duches disponíveis para os homens. Voltei umas centenas de metros antes da meta e pus-me a jeito para colmatar a falta de fotógrafos, aproveitando para tirar umas fotos ao pessoal na última subida do dia cuja inclinação era bem acentuada. Por sorte a Organização não penalizou os participantes que alteraram a distância inicialmente escolhida, no decorrer do percurso.

Os percursos estiveram fantásticos a nível de limpeza. As subidas foram bem sofridas e por vezes apanhámos zonas bastantes técnicas, mas também é verdade que curtimos extensos estradões. 

O Pedro apareceu ao fundo da última subida sem concorrentes próximos, a rolar certinho, porém com ganas de fazer tudo montado até final. Felizmente nenhum de nós teve problemas mecânicos nem quedas aparatosas a registar.

Para terminar tivemos o almoço nas instalações da Organização - Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto, que atrasou um pouco para mal dos participantes já esfomeados, porém houve comida da boa e com possibilidade de se poder repetir a excelente sopa e o frango e carnes grelhadas, num ambiente que gosto sempre de enaltecer como simpático e acolhedor, preenchendo algumas lacunas que tivessem corrido menos bem no passeio, por muitos levado muito a sério, até porque foi a penúltima prova do Troféu Jorbi 2015, por isso as críticas que antes referi terem razão de existir.

ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS
Organização
Zona 55 Bike Team

CLASSIFICAÇÃO
01.º - 01:02:19 - André Daniel (GC Barquinhense/Loja Pódio Entroncamento)
02.º - 01:02:40 - José Lavrador (BTT Panascos)
03.º - 01:04:27 - Anacleto António (A.C. BTT Fôjo)
11.º - 01:20:20 - João Valério (Zona 55 Bike Team)
54.º - 02:47: 00 - Último

01.º - 02:00:10 - José Sousa (individual)
02.º - 02:05:59 - Hugo Marques (Branquinhos do Pedal)
03.º - 02:13:06 - Carlos André (A.C. BTT Fôjo)
22.º - 03:25:03 - Pedro Silva (Zona 55 Bike Team)
25.º - 03:33:05 - Último

Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: João Valério, Organização

sábado, 15 de agosto de 2015

Reportagem Especial: Um bttista de pagaia na mão

Antonio de la Rosa, o madrileno de 46 anos, que é conhecido em Espanha e internacionalmente pelas suas participações em desafios solitários de extrema dureza.

O grande desafio ibérico: ligar Madrid/Lisboa em paddle surf.

Estando eu a acompanhar as novidades dos Clubes BTT de Espanha e estando a ser largamente divulgada esta notícia no país vizinho, fiz questão de vir a acompanhar esta aventura. Estabeleci contatos e apresentei ao Antonio o local de excelência na sua passagem aqui pela região - o Castelo de Almourol, ficando desde logo garantida a sua paragem nesta etapa e no Castelo. Informei os amigos do Grupo Cicloturismo Barquinhense, que contataram com o Clube Náutico Barquinhense, assim como a Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha ficou também conhecedora da sua passagem e paragem no local, que de imediato fizeram questão de tornar esta passagem muito especial ao atleta.

O seu grande desafio de 2015 foi esta travessia Ibérica, unir Madrid a Lisboa em paddle surf, num total de 887,86 km dividido por 19 etapas, passando por três rios. A sua aventura iniciou-se a 29 de Julho junto ao Castelo de Buitrado Lozova (Sierra Norte de Madrid) e chegou a Lisboa a 16 de Agosto.

Buitrago de Lozoya - Sierra Norte de Madrid. 

 Fotos tiradas no meio do rio Tejo e na foz do rio Zêzere em Constância.

O dia 14 de Agosto foi o grande dia da chegada ao Castelo de Almourol, já por volta do meio-dia chega Antonio de la Rosa a Constância, com vento de frente que vinha a dificultar bastante o seu percurso e também o baixo caudal do rio Tejo, em que as pessoas que conhecem bem o rio não se recordam de um nível tão baixo.  

Escolta dos atletas do Clube Náutico Barquinhense no Tejo
A primeira grande surpresa foi ser acompanhado por atletas do Clube Náutico Barquinhense desde a foz do Zêzere até ao Castelo de Almourol, tendo sido recebido também pelo Presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire, e pelo Vereador Ricardo Honório, junto ao rio. 

Da esquerda para a direita:
Antonio de la Rosa, Ricardo Honório, Fernando Freire.

Da esquerda para a direita:
Antonio de la Rosa, Jorge Rabaça (Clube de BTT Zona 55)

Foi uma magnífica receção ao amigo Antonio de la Rosa, foi excelente o contributo de todos os quantos que intervieram, Câmara Municipal de Vila nova da Barquinha, Clube Náutico Barquinhense, Bombeiros da Chamusca que fizeram o acompanhamento no rio do Castelo Almourol até à Chamusca, que foi o local final desta etapa a Vila da Chamusca.

De Constância, prosseguiu a sua navegação até ao Castelo de Almourol. Foram uns 45 minutos com o vento de frente. 

Castelo de Almourol

Cinthya, Antonio de la Rosa e a repórter da Rádio Hertz (Tomar)
 Nesta receção, o BTT foi também tema de conversa, Cinthya a namorada de Antonio é uma grande aficionada do BTT e bicicletas, e já participou em diversas provas no seu país de origem a Costa Rica tendo conseguido lugares de destaque no pódio. Como exemplos, têm a se destacar o título de campeã nacional de duatlo da Costa Rica, um magnifico 3º lugar na Rota dos Conquistadores, entre outros prémios conquistados.


“(…) Grata sorpresa pasar por Constancia y que mas de 20 piraguistas del club Vila Nova da Barquinha me estuvieran esperando para acompañarme hasta el Castillo, unos 10 kilometros, contentos de ser los primeros en Portugal y alli el presidente de la region junto con la Television nacional me hicieran un gran recibimiento, da gusto llegar a Portugal, todo son facilidades. (…)” - Antonio de la Rosa 

Chegada a Lisboa – 16/08/2015

“ir en solitario no significa estar solo” / "ir sozinho não significa estar sozinho"
                                                                                                       Antonio de la Rosa

 Reto Madrid-Lisboa en paddle surf, Antonio llega a Portugal
Desafio Madrid-Lisboa em paddle surf, Antonio chega a Portugal




Créditos à reportagem
Texto: Jorge Rabaça.
Fotos: Jorge Rabaça, Município de Vila Nova da Barquinha, Antonio de la Rosa.
Vídeo: meridianoraid