domingo, 12 de abril de 2015

Participação da equipa (Tremês)

Representação a cargo de:
45km - João Guerra, Pedro Lourenço, Rui Almeida

Para quem realmente gosta de btt, vale bem a pena deslocar-se a Tremês neste dia. Aqui não há estradões para os meninos da estrada, ou tens um bom kit de unhas, ou então o melhor é ficares em casa, ou ires fazer uns kmszitos de estrada sem grandes riscos (e sem risco não há adrenalina).


Os cerca de 400 bttistas que se deslocaram a Tremês, decerto que não deram o seu tempo por perdido. Divididos por duas distâncias, de 25 e 45 kms, todos eles puderam usufruir dos melhores singles que se encontravam na primeira parte da prova, antes da separação.


Partida a horas, que é como eu gosto, só faz falta quem está e bora lá para o mato curtir.


A Zona 55 já conhecedora do que ia encontrar, não quis deixar de usufruir destes magníficos trilhos, todos eles clicáveis e acessíveis ao mediano bttista (que é onde eu me situo), ou pelo menos mediano nas descidas (fi-las todas e uma delas até foi a rebolar, héhé…), já as subidas, medíocre (a pé e devagarinho)???


Imagens sempre espetaculares do drone que nos acompanhou na partida, chegada e em algumas zonas do percurso.

O início é sempre complicado, muita adrenalina e ainda muita gente sem saber o seu lugar no pelotão (eu sou um deles, só passados uns cinco ou seis kms é que eu me apercebo que aquele não é o meu ritmo e desenrolo o punho)…


Todos os anos esta Organização nos brinda com novos singles e sempre espetaculares. Este ano mais virados para a serra.


Boas marcações, tracks fornecidos aos atletas nos dias anteriores (o que ajuda muito), abastecimentos qb, pessoal nos cruzamentos, tudo cinco estrelas.


Pedro Lourenço, um dos nossos representantes aqui a mostrar a sua perícia.

João Guerra, outro dos nossos representantes aqui a não conseguir desmontar antes da descida e a ter que arriscar (correu bem, héhé...).

O Rui Almeida, outro representante da Zona 55 aqui a não querer arriscar, certamente por não querer riscar a sua bike (héhéhé)...

Mais uma vez o drone aparecia do meio do nada e surpreendia ao atletas com belas fotos.




Trilho do forno, um autêntico labirinto espetacular.

Interior do trilho do forno, uma das antigas fábricas de tijolo de Tremês.

O Rui a pousar para a foto e a recuperar forças para a parte final, que se esperava duríssima.

Mais uma das belas imagens do drone, esta da chegada onde também fomos brindados com um boa massagem.

Do almoço não temos imagens, mas comemos uma bela canja, uma farta feijoada (não sei se de javali ou não) regada com frutado vinho tinto, um arroz doce e laranjinha para quem não pode comer doces (certamente que este não é o caso dos atletas da nossa equipa).

Os elementos da Zona 55 presentes nesta prova, são unanimes em classificar este evento com NOTA: 8 em 10 
Parabéns à organização e para o ano podem contar connosco.




001.º - 01:59:01 - Marco Pereira (Churrasqueira Matias)
002.º - 02:10:45 - António Eloy (Ribabike/RProjeto)
003.º - 02:12:25 - Tiago Morgado (Róódinhas/Santos Silva)
034.º - 02:47:06 - Pedro Lourenço (Zona 55 Bike Team)
046.º - 02:57:59 - João Guerra (Zona 55 Bike Team)
078.º - 03:36:50 - Rui Almeida (Zona 55 Bike Team)
145.º - 04:54:31 - Último


Resumo em vídeo


Créditos à reportagem
Texto: João Guerra
Fotos: Organização
Vídeo: Zona 55 Bike Team

Participação da equipa (Charneca da Peralva)

Representação a cargo de:
30km - José Silva

Como já vem sendo hábito, a Secção de BTT do Centro de Cultura e Recreio da Charneca da Peralva (Grupo Meia Pedalada), realizou no passado dia 12 de Abril a 7.ª edição deste passeio, um evento com três distâncias: passeio de 10km, meia maratona de 30km e 50km Maratona. O local de partida e chegada foi na sede da Organização, onde estava o secretariado, lavagem de bicicletas, banhos e almoço.



A minha inscrição foi para a distância de 30km. Partida com ligeiro atraso, mas nada de significativo, com uma viatura da Organização na frente do pelotão até à entrada nos trilhos de terra. Logo de início os mais fortes a imporem um ritmo vivo, grupo onde me encontrava. O primeiro single track surgiu pouco depois da entrada no piso de terra o que fez com que o grupo se estendesse e os primeiros distanciaram-se dos restantes.



O percurso  com cerca de 30 kms não apresentava uma altimetria muito significativa (450m), mas algo exigente tecnicamente a nível de single tracks e fisicamente no que respeita a subidas, bem marcado com fitas, marcação no pavimento e placas bem visíveis nas zonas de perigo, elementos do staff da organização colocados nos locais de travessia de asfalto, abastecimentos bem colocados. 

No respeita à chegada, apenas um aspecto negativo: não havia ninguém! Nem fitas! Apenas duas placas pouco visíveis no cruzamento para meta, o que provocou enganos a alguns a seguirem em frente (eu fui um deles).

Em relação ao almoço, não tenho qualquer comentário, porque não fiquei para almoçar. Em relação aos banhos também não comento porque também não usei, uma vez que resolvi fazer o trajeto de ida e volta a pedalar. Em relação à minha prestação, classifiquei-me em 3.º da meia-maratona com a distância percorrida de 28,5 Km em 1h28m.


ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS
Joel Graça


Classificações 30km
01.º - 01:24:29 - David Conde
02.º - 01:24:48 - Leandro Brito
03.º - 01:28:42 - José Silva
92.º - 03:02:37 - Último

Créditos à reportagem
Texto: José Silva
Fotos: Joel Graça

sábado, 11 de abril de 2015

Líquidos selantes para tubeless

O motivo que me levou a escrever este post foi o da foto acima. A grande maioria não vai conseguir perceber que raios é isto! Trata-se de líquido selante, já seco, porém flexível,ao tacto muito parecido com borracha. Isto encontrava-se no interior de um pneu tubeless que já não rodava há uns bons 4 meses. O nosso elemento José Silva é que descobriu isto quando levou a minha roda para tentar perceber se era um problema no cepo a situação que eu lhe tinha reportado: nas descidas a bicicleta rolava aos solavancos. 

Existem no mercado muitos líquidos selantes e todos eles surtem efeito, uns melhores que outros. Já usei o NoTubes e agora estou a usar o Caffélatex, nunca experimentei outros. O motivo porque mudei de marca foi porque a loja onde comprava o primeiro fechou portas e um amigo meu abriu uma loja nova e começou a vender este último.

Alguns amigos meus começaram a usar o também chamado de "Effecto mariposa" e comecei também a usar. A melhor forma para colocar o líquido no pneu é mesmo injetando-o pela zona do pipo, tirando primeiro a válvula, ou mesmo descolando uma parte do pneu e verter diretamente do frasco lá para dentro.

Não sei se as outras marcas possuem, mas o Caffélatex tem-no. Trata-se de um reagente apelidado de "ZOT!", que nos casos de rasgos maiores ou furos de grande diâmetro, coloca-se por fora (obviamente) sobre a zona a tapar e em contato com o outro líquido que se encontra no interior produz uma camada aborrachada que fecha o rasgo ou furo. A embalagem já vem com um suporte para fixar ao espigão de selim. 

Voltando agora à vaca fria, isto da foto aconteceu porque não tive cuidado. Para quem usa pneu tubeless com líquido selante (também se pode usar sem qualquer líquido, óbvio), tem de ter o cuidado de, principalmente quem anda menos 1x/semana, ao final de 2 meses verificar se o líquido lá dentro ainda está líquido, rodando a roda. 

Se alguma vez o pneu descolar, seja porque motivo for, decerto o líquido que lá está dentro e em contato com o ar irá perder as suas características. Também é conveniente ir verificando a válvula do pneu, retirando-a e limpando-a sempre que se substitui o líquido, porque esse líquido seca, ficando alojado em todo o interior da válvula, fazendo com que o roscado fique obstruído.

Nesta situação que tive aquando um dos saudosos passeios de 6.ª feira da Zona 55, estava a usar camera de ar e tive mesmo de substitui-la, já para não falar que depois tive de comprar outro pneu.

Na minha modesta opinião, o tubeless é de longe superior às cameras de ar. Comecei por usar cameras, depois converti aros e pneus em tubeless (não aconselho) e finalmente passei ao tubeless puro com a aquisição de rodas e pneus para esse efeito.

Neste caso estava a usar o Caffelatex. Fiz uma prova completa (2.ª Passeio da Cabra) e nem me apercebi. Só em casa, quando já estava a lavar a bicicleta, me apercebi de que tinha uma cavilha espetada na lateral do pneu da frente.

Resultado do tubeless: o pneu torna-se mais leve, mais confortável, dá maior segurança e permite utilizar baixa pressão de ar. Tirem algumas dúvidas no vídeo abaixo.



Vantagens de usar pneu tubeless e como converter pneus para uso tubeless.


Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: João Valério, internet.

domingo, 29 de março de 2015

Participação da equipa (Zebrinho)

Representação a cargo de:
35km - Pedro Silva

Estavam inscritos cerca de 150 atletas para as duas distâncias, 35 km e 70 km.

A convite do amigo Nuno Charrua da "Canalha do Trilho", desloquei-me à localidade do Zebrinho, Freguesia de S. José da Lamarosa, concelho de Coruche, para dar uma volta de bike por aquelas bandas.

Num dia bastante agradável, com temperatura do best, assim se deu a partida à hora marcada, tendo-se rolado nos 2 primeiros kms em terra e asfalto e depois passagem para estradões de areia, onde deu para alongar o pelotão.







Uma das várias passagens em que a organização demonstrou que tudo fez para o percurso estar o mais agradável possível.

Bonitas paisagens em que houve meia dúzia de passagens bastante interessantes com alguns single tracks, de alguma atenção técnica mas de fácil transposição, tendo os mesmos sido ultrapassados sem dificuldade.

Após percorridos os 35 km, por entre paisagem com domínio de sobreiros e algumas passagens por zona de eucaliptos, lá conclui o percurso com o dever cumprido. Chegar ao fim sem palhaças e desfrutar de uma manhã ao ar livre. 

Os troféus em disputa, que foram imediatamente entregues após a chegada dos três primeiros atletas de cada escalão.

Para finalizar, o almoço na coletividade local, tendo como ementa sopa da pedra, carne à portuguesa e várias sobremesas rematadas com café.


ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS



Masculinos 35km
001.º - 01:20:34 - Dário Pereira (Ribabike/RProjeto)
002.º - 01:20:41 - Luís Ferreira (Team Tó Bikes/A & R Aguiar)
003.º - 01:22:51 - Bruno Nunes (Strix Bike Team)
088.º - 02:08:18 - Pedro Silva (Zona 55 Bike Team)
121.º - 03:29:59 - Último

Créditos à reportagem
Texto: Pedro Silva
Fotos: Ana Rita Nunes, Elsa Almeida, Nuno Sotto Mayor.

Participação da equipa (Assentis)

Representação a cargo de:
50km - David Gonçalves, João Valério
35km - Carlos António, José Silva, Rui Almeida

Sabem onde é que há daqueles eventos bons, bons, mas mesmo, mesmo bons? Nós sabemos! É em Assentis concelho de Torres Novas e são organizados pelos nossos "vizinhos" do Grupo BTT Superfresco.


Nesta 2.ª edição estivemos representados com 5 elementos, mais um elemento que na 1.ª edição, além da presença do Jorge Rabaça, o nosso elemento fotógrafo, Nos parques de estacionamento (2) um próximo à zona de banhos/almoço e outro junto à zona de partida, mas também ao longo da estrada principal onde encontrámos muita gente conhecida, como foi o caso da equipa do BTT Vale da Serra quase sempre acompanhados pela Urbina Varela, a fotografar gratuitamente em prole do btt. 


Chegámos juntos e cerca de 40min. antes da partida, além de que já tínhamos levantado os dorsais na loja Be on Bike (Entroncamento), o que fez ganhar ainda mais tempo. Levámos 2 cameras GoPro para captação onboard, tendo esse trabalho ficado a cargo do Rui Almeida e João Valério. Igualmente, o Jorge Rabaça ajudou na recolha de imagens com a sua Nikon enquanto assistente.



Sem pressas e após o controlo zero, fomos-nos colocando na manga de partida, uma zona enorme com espaço para todos.

O José Silva, que este ano se estreou neste evento, com intenções de fazer um bom lugar nos 30km, assentou arraias na frente do pelotão.

Um pelotão bem composto por mais de 4 dezenas de bttistas presentes para confirmar tudo o que se tem publicado e comentado pelo facebook, relativamente a este evento e que, está evidentemente a ganhar cada vez maior número de adeptos, não só dos concelhos vizinhos mas também da grande Lisboa. 




A partida foi dada sensivelmente à hora marca e os primeiros kms foram feitos em asfalto para tentar, friso tentar, esticar o extenso pelotão.


O José Silva desde cedo a manter-se agarrado com unhas e dentes à cabeça do pelotão.



Não foram precisos muito mais além de 5km para começar a festa! O primeiro dos mais de 10 trilhos anunciados foi extremamente delicioso, mas o pelotão ainda rolava bem juntinho. Lá na frente a velocidade nem abrandou. Quem avariava saía para o lado e os de trás continuavam a abrir. Lá mais para trás era diferente, se alguém parava ou seguia a pé, empatava tudo e o ritmo geral abrandava consideravelmente.



De uma forma geral e na primeira metade do percurso, cuja divisão entre as distâncias (35/50km) apenas apareceu ao km30, apesar de algumas partes técnicas, o percurso era consideravelmente rápido. A nível físico as provas foram dadas em curtas subidas, descidas e singles rápidos e alguns drops, além de alguma pedra e rocha, que são vulgares nestas aldeias junto à Serra de Aire. 




Cada um descia como podia e o Carlos António, para quem as descidas nunca foram um ponto forte, não se fez rogado em carregar com a burra.


Quanto a mim (João Valério), que já participei no evento anterior, estava preparado para as filas que apanhei o ano passado, mas não as encontrei porque o percurso estava mais solto, achei eu. Com maior número de zonas e trilhos bonitos, apesar de desta vez a ribeira estar vazia, o que alterou por completo todo o ambiente desta 2.ª edição.


O Rui Almeida a cumprimentar o Jorge Rabaça, ambos a captar imagens para a Zona 55 num dos trilhos mais esperados pelos participantes, com diversas pontes em madeira e a seguir junto do leito da ribeira (vazia). 


Encontrámos um percurso tão limpinho e perfeito que parecia ter sido desenhado a lápis. Para melhorar só faltou mesmo um pouco de sol, porque a manhã esteve quase toda ela enublada, tendo mesmo caído algumas pingas de chuva.



O David Gonçalves seguia com ganas de conseguir uma boa classificação na distância dos 50km, apesar do tipo de percurso não ser à sua medida, porque como ele mesmo diz tem dificuldades em zonas técnicas, safou-se muito bem, sem quedas, tal como os nossos restantes elementos.



O Carlos António mais uma vez em dificuldades, pois as descidas são o seu ponto fraco.


As marcações estiveram a um nível superior! Marcações no chão a spray de tinta vermelha, com setas e também assinalando zonas perigosas, fitas e placas de informação e também muito staff ao longo de todo o percurso. Este subiram dois furos a nível de apoio humano.




Chegados à zona de abastecimento comum às duas distâncias, foi como se chegássemos a uma festa! Uma enorme fila de mesas disposta paralelamente ao trilho, sobre a qual se encontravam diversos produtos sólidos, desde fruta a sandes, pão, febras e por aí fora, além de água, sumo, vinho e cerveja.


Junto às mesas estava um grelhador que não dava mãos a medir aos dois homens ali de serviço.


O staff sempre muito simpático para com os participantes, mesmo nos postos de controlo. Este ano também vimos aumentar o número de fotógrafos nos trilhos. Contámos mais de 5. Mais uma vez parabéns. Só foi pena escolherem quase todos os mesmos locais, com tanto sítio bonito para estar...



O José Silva está ainda em adaptação à sua nova montada, também ele a fazer a passagem/adaptação de roda 26" para 29", mas não se saiu nada mal.






Já falei no trabalho que encontrámos nos trilhos? O grupo Superfresco mais uma vez não decepcionou ninguém. Fizeram um trabalho de se lhes tirar o chapéu. Muito mato limpo, pedra partida e afastada do trilho, terra cavada, pontes construídas... enfim, só quem já organizou ou organiza eventos (e que trabalhe neles) consegue dar o verdadeiro valor a isto. Meus amigos, isto é o turismo do futuro, creiam nisto! 





Após a divisão, o caminho dos 50km tornava-se mais exigente, pois empinava até às eólicas do Bairro, com muita pedra e estradão para rolar até deitar a língua de fora. Era dar tudo até ao caroço. Que loucura de percurso, houve mesmo de tudo e não foram precisos muitos quilómetros, mais houvessem.



A cerca de 2km da meta os percursos das duas distâncias voltaram-se a encontrar. Antes da meta um bocadinho de brincadeira num derradeiro trilho entre pinheiros e oliveiras, para depois descermos a todo o gás para a meta, comum à zona de partida.



O Rui Almeida e o Carlos António fizeram dupla em todo o percurso dos 30km, ora puxando um, ora outro, curtindo à brava cada metro de terreno.


Após a meta, onde se encontrava uma verdadeira animação vs. recepção, como o pessoal gosta, percorríamos algumas centenas de metros para lavar as bikes onde fez falta uma máquina de pressão, pois dava mais despacho que as mangueiras e lavava melhor.

Os banhos foram mesmo ali ao lado. Deu o despacho adequado e não foi preciso muito para despachar tanta gente. A água esteve sempre temperada, pelo menos até à nossa vez.

O almoço foi no primeiro andar do mesmo edifício dos balneários, junto a campo de futebol de Assentis (ou Assentiz, como alguns escrevem - ainda estou para saber realmente como se escreve).

As filas foram curtas, apesar de haver muita gente para comer, fora os que ficaram excluídas pela Organização logo nas inscrições, porque não haviam condições para servir com qualidade tanta gente. Do menu fazia parte carnes grelhadas com batata frita e salada ou mão de vaca, ambos deliciosos e muito bem regados pelo ali famoso Superfresco (vinho branco traçado com gasosa), água, sumo, tintol ou cervejol.

Para os da Zona 55 que tiveram direito a almoço, a animação foi garantida, Pusemos a conversa em dia com muita malta nossa amiga, não só da zona mas também de longe que já não víamos há alguns meses. O pessoal do btt é uma família!

A bela da maminha de vaca que falei há pouco atrás.

Para terminar faço um brinde com os amigalhaços da equipa Os Mouros. Os nossos parabéns à Organização por mais um fenomenal evento. Para o ano estamos cá novamente batidos.



TRACKS 2.º PASSEIO SUPERFRESCO
Track 35km / Track 50km



CLASSIFICAÇÕES GERAIS
001.º - 01:47:37 - Hugo Moreira (Pódio)
002.º - 01:55:33 - Rui Ventura (individual)
003.º - 02:02:46 - Leandro Brito (G. C. Barquinhense)
006.º - 02:10:34 - José Silva (Zona 55 Bike Team)
085.º - 03:24:33 - Carlos António (Zona 55 Bike Team)
086.º - 03:24:42 - Rui Almeida (Zona 55 Bike Team)
246.º - 05:39:11 - Último

001.º - 02:31:33 - Luís Martins (Marrazes/Brejinho/Joficina/Bike Zone Leiria)
002.º - 02:37:28 - David Conde (Pódio)
003.º - 02:41:38 - Diogo Almeida (Marrazes/Brejinho/Joficina/Bike Zone Leiria)
030.º - 03:14:58 - David Gonçalves (Zona 55 Bike Team)
039.º - 03:24:25 - João Valério (Zona 55 Bike Team)
128.º - 05:58:22 - Último

Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: Fanny Dias Photography, Filipa Fidalgo, Joel Graça, José Perdigão, Nuno Matos, Sérgio Pereira, Urbina Varela, Zona 55 (Jorge Rabaça)
Vídeo: Zona 55