sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Troféu BTT Concelho de Ourém: Cerimónia encerramento

Cerimónia de entrega de prémios, com representação a cargo de José Silva.

Foi no passado dia 28 de Novembro que teve lugar no Lérias Bar, em Fátima, organizado pelo BTT Clube dos Pinheiros, a festa de encerramento da 3.ª Edição do Troféu BTT Concelho de Ourém - 2014. Esta competição foi composta de 4 provas, onde estivemos representados pelos elementos abaixo indicados.

Tivemos assim, no total, 7 elementos a competir, sendo que somente 2 de forma regular. Neste Troféu realizámos uma parceria de promoção/divulgação com a Organização, em estreita colaboração a revista desportiva O Praticante, que resultou no nome da nossa equipa como Zona 55/O Praticante.

O Clube de BTT Zona 55 teve 2 elementos galardoados, que no final das 4 provas/etapas, obtiveram um resultado de excelência, aos quais damos aqui publicamente os nossos parabéns e agradecimentos por levarem bem alto o nome da nossa equipa.

JOSÉ SILVA, 2.º classifcado classe veteranos B, prova Sprint


DAVID GONÇALVES, 1.º classificado classe veteranos C, prova Maratona

Na ausência do David Gonçalves, o José Silva recebeu o troféu e diploma em seu nome.

domingo, 9 de novembro de 2014

Participação da equipa (Beselga)

Representação a cargo de:
45km - João Valério

Pela 2.ª vez tive a oportunidade de poder participar neste excelente evento, que apesar da distância de quase 300km vale sempre a pena, mais não seja pelas paisagens e pela hospitalidade destas gentes. Este ano, o enorme terreno localizado atrás do edifício da sede da Associação Beselguense, foi preparado para servir de parque de estacionamento, que veio dar uma grande ajuda.

Fui na companhia da Sofia Lopes e José Gouveia, cuja hospitalidade não poderia ser melhor, neste fim de semana prolongado com passagem e estadia por Lamego, onde aproveitámos para passear e conhecer alguns dos locais mais interessantes da região.

Saímos de Lamego pelas 07H10 em direção à Beselga (Penedono), realizando "apenas" 60km de carro. Depois de estacionarmos levantámos os dorsais no secretariado referente à Maratona (65km), onde nos inscrevemos, cuja distância tinha à partida 183 participantes, mas que ali nem sequer apanhámos fila.  

As diversas distâncias/provas estiveram separadas por boxes. Sendo que primeiro, pelas 09H15, partimos os participantes na Maratona (60km), depois a Meia Maratona (45km) e finalmente a Mini Maratona (20km). Após isso a partida para o grupo da caminhada. Tudo muitíssimo bem organizado e com um animado speaker sempre a debitar informações importantes e a incentivar os convivas.

As estreitas ruas da pequena aldeia de Beselga, com cerca de 200 moradores, teve mais uma vez um evento de btt cujos participantes quadriplicaram o número de habitantes. Incrível, só vindo até cá!

Todos os beselguenses, de uma forma ou de outra, ajudam a pôr de pé esta enorme festa do btt. Muita animação, com participantes e seus acompanhantes a provocarem logo desde muito cedo um burburinho pelas ruas da localidade. A temperatura rondava os 2ºC. Algum nevoeiro mas muita agitação em redor, pois queríamos partir depressa para aquecer as pernas.

No dia anterior combinei com o José Gouveia realizar todo o percurso na companhia dele, uma vez que fomos juntos no mesmo carro e regressaríamos juntos, por forma a puxarmos um pelo outro, se bem que durante toda a semana não treinei, apenas corri 12km, enquanto que o José fez além de 300km, o que à partida lhe dava toda a vantagem.

Finalmente partimos. Como a minha Jorbi estava no estaleiro, tive de me socorrer da Cube 650b, 3kg mais gorda que a carbónica e de suspensão total, que me iria exigir outro tipo de condução e mais fulgor nas pernas.

Nos primeiros quilómetros confirmei a minha baixa de forma e a pouca atenção que tenho dado à Cube. Com muito esforço fui mantendo um ritmo aceitável. As paisagens estavam espantosas. 

Muitos single tracks nos esperavam, mais do que na minha última participação há 2 anos atrás, começando a Organização desde quase início a surpreender-nos com uma excelente escolha de bons trilhos.

O amigo e fotógrafo de eventos outdoor, Paulo Ministro, não faltou a este bonito evento e tirou-me uma foto que considero a mais incrível que me tiraram desde que faço btt, pelo enquadramento e beleza da paisagem retratada.

Apesar da imensa chuva caída no sábado, o dia manteve-se seco, por vezes até com sol, o que foi uma sorte para nós, pois tivemos muita passagem sobre zonas empedradas que com a queda de chuva teriam sido bem mais difíceis.

Desde cedo comecei a ter problemas com a bike. Foi o 2.º domingo e prova seguidas, mesmo com bicicletas diferentes... começam as chuvas, começam as reparações! Desta vez foram os encaixes do cabo do desviador traseiro que não paravam de saltar, levando a que ficasse sem mudanças algumas vezes e perdesse bastantes minutos nas reparações.

O relógio não parava e por isso mesmo, estava a ser ultrapassado constantemente devido às avarias que ia tendo, à falta de fulgor físico e ao peso acrescido a que não estou habituado desta bike.

O José Gouveia estava bem melhor fisicamente e para cumprir com o nosso acordo, teve de parar diversas vezes à minha espera para seguirmos juntos. Apesar das dificuldades, não havia motivo para não me divertir.

O percurso foi bastante rolante, apesar do terreno me parecer puxar as rodas da bicicleta para baixo, como se de um íman se tratasse, devido à terra estar bastante fofa das recentes chuvas e também pela enorme quantidades de folhas secas.

O José Gouveia voluntariou-se para me auxiliar na recolha de imagens de vídeo, levando com ele uma das minhas GoPro, montada no espigão do selim, apontada para trás. Como foi a sua estreia na qualidade de cameraman, teve diversas complicações pois trabalhar a GoPro na parte traseira e passar o tempo a limpar a lente de tanta lama não foi tarefa fácil.

A fome já apertava e desesperava por uma zona de abastecimento, metendo um e outro gel cá para dentro. Apesar de ainda só havermos percorrido uns 11km as dificuldades estavam a começar para a primeira longa e imponente subida do percurso.

De quando em vez uma breve ligação em asfalto por vias onde quase não se viam carros.

Após atravessarmos uma pequena ribeira, rolámos por algumas centenas de metros junto a uma barragem com paisagem arrebatadora.

Mais uns metros e chegaríamos à 1.ª ZA, comum a todos os percursos/distâncias.

Muitos aproveitaram para fazer diversas paragens ao longo do caminho, para apreciarem as belezas da região.

Esta ZA esteve muito bem composta e localizada ao km18, com diversos alimentos e líquidos à escolha dos atletas.

Ao longo do percurso as marcações estiveram impecáveis, com fitas azuis, tinta e pó no chão e também muitas placas, além de dezenas de elementos do staff espalhados pelo terreno.

Também encontrámos diversos fotógrafos. Enquanto participantes estiveram inúmeros atletas que transportavam cameras de filmar, tal como eu e o José Gouveia, pena é que após estes eventos só uma breve percentagem dessas filmagens acabam por ser publicadas.

Tal como recordava da minha última presença neste evento, mais uma vez me deparei com enormes tapetes de ouriços de castanheiros, a enfeitar muitas das paisagens que transpusemos.

Infelizmente e em conjunto, eu e o Gouveia tomámos a decisão de enveredar pela distância intermédia, a Meia Maratona, pois o tempo não perdoava e em quase 3 horas eu apenas percorrera 30km. Como por razões profissionais tinha de estar em Torres Novas às 18H30 e já eram 12H05, com os problemas mecânicos e físicos que estava a atravessar, era a escolha mais inteligente a fazer.


A 2.ª Zona de Abastecimento esteve igualmente bastante composta e situada num lugar também bastante bonito, à semelhança da 1.ª ZA. O José Gouveia já me aguardava pois novamente fiquei para trás, desta vez a captar algumas imagens para o vídeo de rescaldo.


Tal como em 2011 e 2012, novamente acordámos uma parceria com esta Organização, a nível de divulgação deste evento, fornecendo revistas O Praticante para serem distribuídas entre os participantes, captando imagens e após o evento, será a vez da publicação de um artigo escrito.


Na zona de bifurcação entre Maratona e Meia Maratona. A partir daqui a nossa decisão seria efetiva e sem hipótese de recuo, pois seríamos desclassificados conforme previsto no regulamento, por alteração à distância escolhida aquando a inscrição na prova.

A aproximação de regresso à Beselga decorreu bem rápida. Os últimos 15km foram bastante rápidos, pois o terreno não apresentava muitas dificuldades físicas. A cerca de 5km do final, os percursos voltaram a unir-se.

Na chegada à meta muita animação e público. No controlo final fizemos tenção de informar de que realizáramos a Meia Maratona e não a Maratona, conforme informava o nosso dorsal com cor diferente. A Sofia já havia também terminado a caminhada! 


Para nos despacharmos mais depressa, optámos por não lavar as bicicletas, pois a fila era um pouco extensa, encaminhando-nos logo para os banhos, onde aí sim, estava muita gente. Infelizmente ocorreu uma avaria que afetou os diversos esquentadores, o que impediu por um prazo de cerca de 1 hora, que houvesse água quente, afetando-nos também a nós, que com muita coragem lá tomámos banho com água a temperaturas a roçar os 0ºC, que até as palmas das mãos me ficaram roxas.

Nós junto ao pódio, onde se vieram a premiar os vencedores do Campeonato Nacional de Maratonas BTT de Paraciclismo, cuja esta prova foi a última a pontuar para esse campeonato.

O almoço foi uma vez mais um dos bons atributos deste evento. No exterior do espaço destinado ao almoço, composto de sopa. arroz de feijão, febras e entremeadas grelhadas, sobremesa, estiveram também à disposição dos convivas diversas mesas compostas de presunto da região, rissóis, feijoada, bebidas diversas, enfim, um verdadeiro banquete! Muitos parabéns a todos quantos levaram avante mais este excelente evento e, para quem nunca esteve presente, não deixem de experimentar... não esqueçam de ver o nosso vídeo. Cumprimentos a todos. 

Track Meia Maratona "Nos Trilhos do Ceireiro"

ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS



CLASSIFICAÇÕES GERAIS
001.º - 02:12:06 - João Soares (Termas Hoquei Clube/Forlife)
002.º - 02:15:36 - João Pedro (Bice Bike Team)
003.º - 02:15:37 - João Miguel (28/Fight Against Cancer/Livestrong)
163.º - 04:50:07 - Último
DSC - 03:45:40 - João Valério (Zona 55/O Praticante)

Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: Organização, Paulo Ministro, Zona 55
Vídeo: Zona 55

domingo, 2 de novembro de 2014

Participação da equipa (Almagreira)

Representação a cargo de:
David Gonçalves e João Valério

Levantei-me às 6 da manhã, tomei o pequeno-almoço e pus-me ao caminho para me encontrar com o David e esposa, na zona de Fátima. Juntos, em carros diferentes, lá seguimos até à Almagreira, onde o David já é cliente habitual e desde pelo menos há 2 anos a esta parte que me anda desafiar para lá ir. Sempre me disse que as inscrições são bastante baratas, o percurso é fluído e que tem uma Organização muito boa.

Pelo caminho e como a partida estava marcada somente para as 09H15, comi 2 pastéis de nata e bebi uns goles de sumo. Quando dei por mim já estávamos em Almagreira, uma pequena localidade do concelho de Pombal. Logo à entrada deparámos-nos com um desvio de trânsito onde estava pessoal do staff da Organização (Horizonte - Associação Juvenil de Almagreira).


Quanto mais para o centro da aldeia, maior a fila de carros ficava! Estavam inscritos "só" 500 bêtetistas na distância única de 45km. Muitos deles com o cheiro nos prémios monetários: 150€, 100€ e 50€ para os 3 primeiros classificados da geral, masculinos e femininos. Junto a outro desvio passámos mesmo defronte ao Secretariado, onde elementos do staff nos aconselharam a desde logo levantar os kits de inscrição. O Secretariado estava muito bem organizado, com afixação das listas dos nomes e respetivos dorsais ali mesmo ao lado onde viria a ser servido o almoço e as entregas divididas por centos, com miúdas bem giras e simpáticas a atender o pessoal.

De seguida fomos procurar sítio para estacionarmos os carros, o que até não foi tarefa difícil, pois encontrámos uns espacinhos perto do campo de futebol onde estavam sinalizados os balneários e zona de lavagem das bikes. Ainda tempo para largar lastro e depois percorrer algumas centenas de metros até à zona de partida, que serviu desde logo para aquecer as pernas.

Chegámos à manga de partida pelas 08H50 e já lá estava quase toda a gente! Ficámos a cerca de 4/5 do enorme pelotão, o que desde logo não nos dava grandes hipóteses de conseguirmos uma boa classificação. Estava eu a encaixar os pedais quando me aconteceu dar uma pedaladela em seco! "- Mau!?" - Então não é que um piqueletes do cepo da roda traseira não estava a descolar? Lá tive de interiorizar que iria ter problemas ao longo do caminho e lgo desabafei com o David que tinha traçado para hoje dar-lhe luta renhida, o que já não deveria acontecer.

À hora marcada lá foi dada a partida para toda aquela gente, com muito público a assistir. Eu e o David partimos lado-a-lado. Até começarmos a dar as primeiras pedaladas vimos muita gente arrancar lá à frente. Parecia uma onda... lenta. Passámos sobre a linha de partida já o cronómetro gigante marca 1 minuto e 26 segundos, e lá continuámos bem devagar metidos no meio do pelotão por mais alguns minutos.


Cuidadosamente lá começámos a ultrapassar pessoal, ora pela direita, ora pela esquerda, ao centro, seguindo um atrás do outro ou afastados. Fomos nisto uns bons 3km, após isso consegui apanhar melhores abertas que o David e lá o deixei para trás, preso entre o pelotão em zonas de difícil ultrapassagem. O cepo por enquanto não me estava a dar problemas, era preciso era não parar de pedalar.

O percurso estava muito bem marcado, com muitos elementos do staff e por isso as passagens nas interseções com rodovias era a voar. Hoje, como não levava o habitual equipamento de reportagem (GoPro e máquina fotográfica) só tinha de me preocupar em dar o máximo e gerir a corrida por forma a terminar num bom lugar e sem me aleijar, que é sempre o mais importante.

Um pouco antes do primeiro abastecimento fui finalmente apanhado pelo David Gonçalves, mas como já é meu hábito, não parei ao contrário dele, o que me permitiu voltar a ficar à sua frente, mas só por escassos quilómetros, pois ao km18,5 numa picada bem jeitosa mas que eu até conseguia subi-la, vi o David a ir embora enquanto eu fiquei a dar aos pedais em seco. Que boa altura para o cepo me tramar! Tive de fazer toda a subida, com mais de 100 metros, a pé, permitindo que dezenas de participantes me ultrapassassem sem que nada pudesse fazer a não ser desviar-me e esperar que no topo conseguisse engrenar num dos piqueletes, o que vim a conseguir.

A partir dali as pedaladas em seco começaram a tornar-se comuns, o que me obrigou a colocar mudanças a todo o momento e sempre sem abrandar o ritmo das pernas. Consegui imprimir um bom ritmo, pois o percurso era fluído e o pelotão já estava mais disperso, ultrapassando sempre que podia e fazendo as curvas no máximo.

O problema do cepo deitou-me abaixo mas não me tirou a esperança de tentar fazer o melhor tempo possível abaixo do David. Fui pensando que talvez ele me viesse a dar pelo menos uns 30 minutos, principalmente quando ao km32, num bonito e delicioso single track desenhado numa encosta de pinhal, cheio de sobes e desces, em que constantemente tinha de engrenar mudanças, dei umas quantas pedaladelas em seca, numa das quais me viria a provocar uma pequena queda em que feri o joelho direito, atrasando-me ainda mais.

Lá mais à frente, sem eu o saber, o David igualmente teve algumas quedas, numa delas feriu também o joelho direito, por coincidência. Este tipo de percurso e traçado, bastante rolante e técnico, era mesmo à minha medida e também um pouco para o David, se bem que ele é menos competente tecnicamente, apesar de estar a melhorar a olhos vistos.

Chegado à 2.ª zona de abastecimento, novamente bem colocada e apetrechada, estava localizada à saída de um single track e pinhal, onde o pessoal que foi foram largando as bicicletas de qualquer maneira sobre o percurso onde era suposto passar os restantes participantes, sem se preocuparem com mais ninguém. Novamente e como ainda levava comigo géis e o bidon meio, lá consegui passar pelo meio daquela confusão sem parar. Alguém ainda gritou: "- Então não páras!?". Qual quê, eu queria era chegar ao fim o mais rápido possível.


Os últimos kms foram, tal como fui ouvindo muitos comentarem ao longo do percurso, os mais difíceis de fazer. Muitos singles, bem bonitos por sinal, bastantes subidas e pouca oportunidade de rolar, o que só veio a acontecer nos últimos 6km, onde dei o meu máximo, estimulado por um amigo montado numa 29 e em cujo jersey li Tomar, que me conseguiu passar. Fomos picados uns bons 3km, ultrapassando diversos outros participantes, tendo-o deixado dar o litro comigo sempre em cima dele a pressioná-lo, até que deu o estoiro numa pequena subida e passei para a frente.


Até final foi sempre a abrir, nunca baixando dos 20km/h. Sem me aperceber estava de volta à Almagreira e foi com vontade e sem nunca deixar de pedalar para não ser tramado pelo cepo, que entrei no asfalto da reta da meta a pedalar de pé. O David, como eu previa, já lá estava à minha espera. Perguntei-lhe: "- Há quanto tempo chegou?", respondeu-me "- Uns 10 minutos". Fiquei parvo! Afinal e mesmo com problemas não me deu muito avanço. Qual não foi o meu espanto que ao consultar as classificações, afinal a diferença foi de apenas 00.07'57". David, põe-te a pau! Melhores dias virão.

Porque às 13H00, por motivos profissionais, tinha de estar em Torres Novas, não lavei a bike, não tomei banho e nem almocei. Foi só carregar a bicla, aceitar uma sandes de porco no espeto arranjada pela esposa do David e meter-me ao caminho. Segundo o David, a água dos banhos estava pior que aquela que usou para lavar a bicicleta... bem fria. Já o almoço foi outro momento alto, com comida e bebida à descrição, onde até café e bagaço estavam incluídos no valor da económica inscrição. Para o próximo ano desde já prometo que farei os possíveis para voltar a estar presente, mas espero que mais pessoal da equipa nos acompanhe.



Track aqui.
No final o percurso deu no meu GPS 43,23km, com um acumulado 769m D+, algo inferior ao que havia sido anunciado. Por obra do São Pedro, o terreno esteve incrível, rijo e sem lama. Esteve um óptimo dia de sol, se bem que ao início um pouco enevoado e frio à mistura, que depressa aqueceu. Ao longo de todo o percurso vimos bastante terreno do trilho limpo, demonstrando grande e bom trabalho da Organização, que não mediu esforços para oferecer um bom dia de btt aos participantes, por um preço acessível a todos.


001.º - 01:53:28 - Diogo Silva (Maxygim/Bikezone Leiria)
002.º - 01:53:44 - Diogo Almeida (Marrazes/Brejinho/Joficina)
003.º - 01:53:45 - André Duarte (Pombal Jovem/More Bike Park)
160.º - 02:34:02 - David Gonçalves (Zona 55 Bike Team) » 8.º Masters
204.º - 02:41: 59 - João Valério (Zona 55 Bike Team) » 43.º Vet. B
500.º - 04:38:12 - Último
Nota: +47 desistências


Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: Fátima Gonçalves (Zona 55), Organização.