sábado, 7 de Novembro de 2009
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Apelo Geral: Como Utentes das Florestas

terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Furto de bike MSC Koncept (Suspensão Total)
A pedido do "Cão Joli", elemento da equipa n/ conterrânea BTTAlmonda, divulga-se foto da "bichinha" que lhe furtaram, sendo esta uma das 4 bicicletas furtadas do interior da sua garagem. Lista de material furtado: 1 bike MSC; 1 bike Bianchi e 1 bike BH (BTT) + 1 bike Merida (Estrada).
Caso tenham alguma pista deverão contactar-nos através do n/ email, n/ caixa de diálogo, Cão Joli 964511095 ou 249 810 020 (P.S.P. Torres Novas). Desde já agradecemos e desejamos Boa Sorte ao Cão Joli.
domingo, 1 de Novembro de 2009
Participação da Equipa
Marcou Presença: João Valério - 44.º Classificado - 04:36:54 - 4 voltas - 62kms acumulado
Em representação a solo da equipa, estreia em prova de resistência (diurna).
Classificação Geral (clicar na listagem para aumentar)
Alinhados da esq.ª/dt.ª: Chamusco, Valério, Luís Inácio, Vítor Pereira.
A partida foi dada cerca de 15 minutos após a hora prevista.
Presentes estiveram alguns nomes e equipas bem conhecidos do panorama nacional.
Apesar de ser uma localidade pequena (Souto), foram muitos os populares que se deslocaram até junto da zona de partida e locais de passagem dos atletas para nos apoiarem.
Fôra dado o tiro de partida para as 4H de puro e duro btt, reforço DURO. Cada volta estava estimada em cerca de 15kms.
Haviam zonas para todos os gostos e diversos tipos de terreno: asfalto, terra batida, rocha.
Inicialmente havia julgado conseguir completar 5 voltas, no entanto, ao km 7, por volta da 3.ª subida (e as subidas eram as apelidadas de paredes), comecei a sentir fortes dores de estômago e as pernas não queriam colaborar (pouco descanso durante a semana e poucas horas de sono).
Lá me arrastei até ao final da 1.ª volta, prometendo a mim mesmo desistir na 1.ª passagem, pois não me sentia em condições de continuar, mas afinal, ao passar sob a Meta, a quantidade de público que ali se havia juntado a apoiar os participantes era tanto que decidi fazer outra volta.
Estava eu a 3/5 de finalizar a 2.ª volta quando me vi dobrado pelos primeiros 2 atletas.
Escassos minutos depois era dobrado pelo 3.º atleta.
Nos 300 metros de aproximação à Meta encontrava-se a Team Santos, tirando fotos e levantando o moral dos participantes com palavras de apoio.
Eis o 4.º classificado a dobrar-me numa das paredes.
Eis um dos bonitos single-tracks com que fomos presenteados.
Um outro single-track, todos eles impondo alguma atenção..jpg)
Ao fundo a Barragem do Castelo do Bode.
Na imagem o Dinis (Caracóis do BTT), que acompanhei durante 2 voltas.
Como a força nas pernas não era muita, lá ía tirando umas fotos.
Um dos participantes passando por um rapaz que regressava da "colheita" dos bolinhos santinhos! Segundo o miúdo, tinha sido proveitosa.
As paisagens eram fabulosas. Ao fundo um dos "braços" da Barragem do Castelo do Bode.
Zona de descida top speed (60.4 km/h foi o máximo que atingi).
Lá no fundo, seguia o Vítor Pereira que me havia agora dado uma volta de avanço..jpg)
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Este evento deu-me a opoutunidade de voltar a testar a Merida Carbon FLX 2000, fornecida pela RHC Motos/Bikes. A suspensão (Rock Shox Tora) teimava em fazer-me a vida negra... e as costas num 8. O sistema de mudanças (a que não estou habituado) também me ía causando alguma confusão na mioleira.
O número 1 era ostentado pelo famoso Vítor Gamito (BTTrilhos).
Agora ultrapassado pelo Luís Inácio..jpg)
As subidas eram bem difíceis.
Coincidência: na 3.ª volta estava eu tirar uma foto com o Dinis, quando os 2 primeiros atletas me dão a 2.ª volta de avanço.
O melhor era desviar para deixar passar quem não desmontava.
Eu aqui em grande... pudera, era a descer!.jpg)
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Finalmente cumpria a 4.ª volta, bem longe das minhas capacidades normais, para a próxima espero estar em melhor forma.
A chegada da 1.ª classificada feminina, poucos minutos depois de mim mas com 5 voltas completadas. Refiro o facto de todas as 7 participantes femininas terem demonstrado uma garra enorme e com resultados extraordinários. Parabéns a todas elas.
De seguida decorreu o almoço (5*): Porco no espeto e uma canjinha maravilhosa. No decorrer procedeu-se à entrega dos prémios monetários, taças e medalhas. Os parabéns à Organização pelo excelente evento, à parte a dureza digna de uma prova do campeonato.
Reportagem: Texto-Valério / Fotos-Valério, Team Santos, SRS (desculpem se me esqueci de alguém).
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Treino Semanal
Reportagem 3 em 1: Treino Semanal + Test Drive Merida Carbon FLX 2000D '09 (Parte 1 - Passeio Descontraído) + Paúl do Boquilobo e a sua conservação.
Treino com a presença de (esq.ª > dt.ª): João Valério, Nuno Santos e José Santos. Poucos mas bons...
Partida dada já bastante tarde, cerca das 09H45, 2 faltas de comparência à última hora, uma Merida Carbon FLX 2000 (modelo 2009) cedida pela RHC Motos/Bikes para Teste Drive e uma espectacular manhã para a prática de btt, estavam lançados os dados.
Encaminhámos-nos então em direcção ao Paúl do Boquilobo e Mato Miranda.
O início foi descontraído e de diálogo (ainda o Festival Bike...) e a Merida do teste, claro!
Quanto a mim (Valério) trajava equipamento adoptado pela Zona 55 Bike Team, personalizado a posteriori para o efeito.
À falta de novos elementos com jeito para as fotos, lá tive de alinhar eu... e com muito gosto.
Eis que chegávamos ao Paúl do Boquilobo, no ar os cheiros próprios das vinhas e dos vinhos.
Os primeiros 10kms aos comandos da FLX foram principalmente de adaptação ao sistema de manetes de mudanças.
Pelo caminho cruzámos-nos com um rebanho de ovelhas, decerto mal comportadas, pois eram preciso 2 pastores para as acompanhar. Talvez um dos pastores estivesse em estágio!?
Voltei às fotos técnicas.... ;)
Entrávamos agora na Reserva Natural do Paúl do Boquilobo. Para quem nunca visitou, o nome prevê tratar-se de algo imponente, tais como os enormes placards existentes na A1 e na A23.
Os campos encontram-se verdes e desertos, à excepção de uma ou outra máquina agricola...
... e ao ruído da passagem dos combóios ali próximo na linha do norte.
As subidas já não metem medo ao Nuno Santos, uma das mais recentes companhias da equipa que está em vias de integrar o quadro oficial da equipa.
Aqui e ali algumas poças de água e zonas de lama: "Cuidado! Não posso sujar a Merida!"
O J. Santos tinha agora a oportunidade de experimentar a Merida. Durou pouco mais de 500 mts o seu teste. Habituado ao luxo da sua BH Over X, com o espigão descido ao máximo e o guiador inversamente colocado lá nas alturas, sem pedais de encaixe e posição de condução à passeio de Domingo, lá acabou por desabafar: "- Não gostei. Um gajo vai muito deitado!"
Já o Nuno Santos: "- Eu ainda não estou bem habituado a este tipo de máquinas! Mas pelo preço deve ser um espectáculo."
Vamos lá então ao meu parecer nesta primeira abordagem: Para que se saiba esta bike não vem equipada de origem com o material que abaixo enumero, é uma personalização RHC Motos/Bikes. Além disso troquei os pedais da Crank Brothers pelos meus SPD... não tinha calçado adequado, tá bem? O selim também troquei por um WTB (que grande dor de costas...)
Pneus: Hutchinson Python - Aros: Rody Cross Country Disc XC.
Suspensão: Rock Shox Tora - Guiador: FSA XC180 - Avanço: FSA
Quadro: Merida Carbon FLX 2000D - Bichas: Jagwire.
Pedaleiro: Shimano Deore Lx (centro ôco) - Desviador Frente: Shimano Deore Lx.
Desviador Traseiro: Shimano Deore Lx - Cassete e Corrente: Shimano XT.
Os cerca de 12,100kgs (pesagem grosseira) da Merida, personalizada pela RHC Motos/Bikes, talvez pareçam demasiado, mas comporta-se muito bem. Já os pneus Hutchinson Python não me convenceram... continuo fã dos Maxxis Larsen TT.
A maioria do pessoal com quem vou falando... e até mesmo eu, por vezes, temos a mania de dizer que se o material (Shimano) não for acima de LX já não conseguimos uma boa prestação: Esta Merida equipada por completo no sistema de mudanças com Shimano LX Deore, é um espectáculo. Muitas vezes o que falha é uma afinação e limpezas em condições.
Voltando ao treininho, lá fizemos mais uma paragem para decidir qual o trilho a seguir.
Este pelos vistos não era o melhor caminho a seguir... não me apetecia nada sujar a Merida!
Chega agora a vez de "lascar" na forma de tratamento que as entidades responsáveis (não) têm assumido perante o ambiente, mais propriamente na zona envolvente e interior deste local.
Mesmo junto à entrada principal desta RESERVA NATURAL, antes mesmo de vermos o que quer que seja, vem-nos imediatamente um tremendo cheiro nauseabundo que provem do Rio Almonda que passa ali junto.
A cor da água é a que se vê: branca.
Esta é a entrada oficial dos visitantes que seguem as placas desde a A23.
Além da poluição que apresenta o Rio Almonda, outros ribeiros seus efluentes sofrem do mesmo mal. Supostamente de explorações agricolas e animais.
As águas paradas são outro problema, uma vez que os Ribeiros e o Rio se encontram obstruídos por outro tipo de detritos e vegetação que cresceu no seu leito e margens.
Próximo aos canais referidos, além do cheiro os insectos que ali se juntam são aos milhares.
Há cerca de 2 anos que passeamos de bicicleta por aqui e sempre deparámos com esta situação, que segundo populares já se arrasta há anos. Será que o Rio Almonda só merece ser despoluído e dragado no centro da cidade de Torres Novas?? Aqui talvez considerem não ser necessário dispender verbas, uma vez que está escondido? Como se costuma dizer: "Haja quem meta mão nisto".
Já de regresso ao centro de Torres Novas, ainda nos cruzámos com trabalhadores que procediam à apanha de pimentos, que deverão ter um sabor excepcional, já que as raízes dos pimenteiros são bem adubadas pelas águas paradas próximas.
E após alguns minutos de espera, finalmente lá apareciam os Santos (Zé e Nuno).
Foi um treino bem interessante. Fizémos 31kms descontraidamente e a uma média 16km/h.
Reportagem: João Valério
Agradecimentos: RHC Motos/Bikes
sábado, 24 de Outubro de 2009
Participação da Equipa
José Abrantes
José Rosa
**Em substituição de Carlos Lopes (ausente por motivos pessoais)
A chegada dos 10 elementos representantes da equipa foi a conta-gotas, entre as 07H40 e as 08H20. A concentração às 08H00 junto da entrada do CNEMA acabou por não ser cumprida.
A primeira foto de grupo (incompleta), da esq.ª à dt.ª: João Valério, Filipe Rodrigues, João Guerra, José Abrantes e Pedro Silva. Os restantes estavam atrasados...
... o Zé Luís pensou que a hora já tinha mudado e veio mais tarde, o J. Santos e o A. Bernardo partiram tarde de Torres Novas, o Paulo João esqueceu-se do dorsal, o Ismael Duarte...
Após havermos deixado as bikes sózinhas a marcar lugar enquanto íamos até à entrada para esperar os atrasados, ainda com a equipa incompleta voltámos à zona de partida.
Nova foto de grupo, desta vez ladeando o Jimmy Balla do Centro de Ciclismo de Loulé, estavam David Gonçalves, F. Rodrigues, P. SIlva, J. Guerra e J. Valério.
Outra foto de grupo, que ainda assim estava incompleta devido à ausência do Zé Luís. Da esq.ª para a dt.ª: Em cima José Santos, Rijo, David Gonçalves, José Abrantes, Pedro Silva, Ismael Duarte, João Guerra, Abílio Bernardo, em baixo João Valério e Filipe Rodrigues. A união faz a força... ou não é!?
A isto chama-se amor à camisola! Nem todos se podem gabar!...
Pedro Silva e Filipe Rodrigues combinavam quem dos dois chegariam em primeiro...
A Organização aguardava a chegada dos últimos atletas submetidos ao Controle 0.
A zona de partida encontrava-se dividida em 2 zonas. À frente os atletas federados e atrás destes os atletas não federados (DISCRIMINAÇÃO). Como é óbvio, os atletas federados da nossa equipa, num sentimento de companheirismo, juntaram-se aos não federados..jpg)
Será um pássaro????
Será um avião????
Não! Eram os páraquedistas!
A abrilhantar os momentos que antecederam a partida.
E no meio do maranhal de quase 2.500 participantes, eis que nos fizemos aos trilhos.
Não foi fácil captar imagens do Zé Luís...
Pedro Silva em grande!
Indiscritível. Parecia que a fila de atletas não acabava mais.
O percurso dirigiu-se então do CNEMA em direcção ao centro da cidade de Santarém.
A primeira subida, ainda que em alcatrão, foi um pouco dura face à falta de aquecimento.
O José Abrantes já arquitectava um plano maquiavélico para dar a volta à falta de treino...
Mais à frente começavam os problemas. Devido à lama e ao pelotão ainda se encontrar bastante coeso, a paragem era inevitável..png)
Alguns apressados (batoteiros), optavam por atalhar. Talvez para não sujarem as bikes!?
Ou talvez porque se tinham enganado na zona de partida. Não há palavras!
O pessoal da Zona 55 lá continuava nos trilhos marcados... resignando-se com a sua sorte.
Após as zonas mais enlameadas ultrapassadas, o pelotão começava a fluir lentamente..jpg)
Lá na frente o David Gonçalves tomava o 1.º lugar dos elementos da equipa.
O João Guerra seguia-o um pouco mais atrás.
Filipe Rodrigues, uns quantos kms mais atrás ocupava no momento o 3.º lugar.
João Valério era então seguido pelo Pedro Silva, uns kms mais atrás.
Eis uma amostra das ZA's encontradas. Parecia o mercado diário!!!
João Guerra na passagem por uma das ZA's.
Aqui Filipe Rodrigues.
João Valério babava-se à "grande e à francesa".
David Gonçalves (90kms) continuava a ocupar o 1.º lugar do pódio interno.
João Guerra (90kms) seguia em 2.º.
Um pouco mais atrás Filipe Rodrigues (48kms) ocupava o 1.º lugar do pódio na sua distância entre os elementos da equipa..png)
Troca de posições na frente da competição interna da equipa, João Guerra (90kms) ocupava agora o 1.º lugar do pódio interno em troca com David Gonçalves..png)
João Valério (90kms) continuava a ocupar o 3.º lugar da equipa na sua distância.
Com o passar do tempo e dos kms, o Pedro Silva (48kms) ía cimentando o 2.º lugar na equipa.
José Santos (48kms), seguia em 4.º lugar da equipa na sua distância, antecedido por Ismael Duarte (48kms) e seguido de perto por Abílio Bernardo (48kms).
Aqui um conterrâneo. Nesta altura ía eu trateando: "The only way is up, baby!"
Finalmente o pelotão entendera-se face aos altos e baixos que havíamos transposto.
O Filipe Rodrigues ainda se encontrava a sacudir a pressão de um pequeno grupo..jpg)
David Lebre ocupava novamente o 1.º lugar da equipa, seguido agora por João Valério, enquanto o João Guerra havia ficado para trás devido a ter furado a roda da frente... 2 vezes em 10kms..png)
Neste ponto, os participantes de ambas as distâncias que já haviam sido separadas há algum tempo atrás, voltavam a encontrar-se durante mais uma dezena de kms.
O Filipe Rodrigues, cuja média final foi de 20.4 km/h e velocidade máxima de 61,6 km/h, continuava na liderança da equipa na distância de 48kms...
... seguido alguns kms atrás pelo Pedro Silva.
João Valério havia agora tomado o 1.º lugar da equipa nos 90kms, favorecido pelas caímbras do David Gonçalves e pelos furos do João Guerra.
O Ismael Duarte estava de pedra e cal no 3.º lugar da equipa nos 48kms.
José Santos lutava também pelo 4.º lugar da equipa nos 48kms e contra o cansaço.
Abílio Bernardo, ocupando o 5.º lugar da equipa nos 48kms, tentava acompanhar o ritmo de José Santos que seguia a escassos metros à sua frente.
Eis aqui um dos diversos e opulentos abastecimentos que encontrávamos sensivelmente a cada 15kms (nos 90kms). Fruta, água, gel, barras, sandes, sumos... era à escolha do freguês..png)
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A subida mais complicada dos 20kms finais (90kms).
Este era agora o aspecto do terreno. A lama passara a ser substituída por areia. O pó era imenso.
As descidas eram rápidas e técnicas.
José Santos na chegada, chamando a si o 4.º lugar da equipa nos 48kms.
Abílio Bernardo, duas posições atrás do J. Santos, a ocupar o 5.º lugar da equipa nos 48kms.
Uns minutos mais atrás, Paulo João garantia o 6.º lugar da equipa nos 48kms, sendo que o Zé Luís e o José Abrantes já haviam optado por desistir, devido à falta de preparação física.
Chegada de David Gonçalves, que conseguiu o 2.º da equipa nos 90kms, atrás de João Valério e à frente de João Guerra.
Após a prova, tínhamos disponíveis lavagem de bikes (5*). Haviam também empresas a distribuir algum material (bidons, bebidas...) que infelizmente não chegou para todos.
O almoço, quanto a mim, foi razoável, apesar de não haver cerveja e de nos ter sido informado pelos funcionários que não poderíamos repetir ou provar do outro prato. Lasanha e bacalhau com natas eram os pratos disponíveis. Sopa de caldo verde e doce d'avó como já é hábito e o café de cafeteira industrial.
Após o almoço ainda tivémos tempo de ir dar uma voltinha à exposição...
... o stand da Stevens era o mais visitado! Pudera! Os quadros eram bastante atraentes.
Em 2010 vamos ver como será a nossa participação. Com tamanha confusão e sem treino adequado é concerteza de esperar que a nossa representação seja bem mais fraquinha.
Reportagem:
Texto-> João Valério
Fotos-> João Valério, João Santos, João Murta, Mário Baeta, ABTFoto, Imagem Radical, Two Bike Team, Jornal "O Ribatejo", CCBTT.
domingo, 18 de Outubro de 2009
Participação da Equipa
Estiveram presentes cerca 117 atletas, vindos um pouco de todo o concelho de Abrantes e outros naturais do concelho que já não residem aqui, bem alguns atletas vindo de mais longe.
A partida teve algum atraso, mas como estava um pouco frio, a pressa não era muita!
As datas e horas inclusas em algumas das fotos postadas (captadas por Carlos Cabedal - BTT Cabeço das Águias) não se encontram correctas, pelo que não deverão ser tidas em conta.
Organizava-se o pelotão para serem dadas as informações necessárias...
Não existia à partida qualquer sinal que diferenciasse os participantes dos 35/60kms, pelo que, cada um optava na devida separação (1 única) pelo pretendido.
Após breves informações e agradecimentos aos presentes, lá se iniciava a partida.
O passeio iniciou-se com uma curta volta de apresentação pela aldeia do Pego..jpg)
Talvez por ser Domingo, quase não havia assistência pelas ruas do Pego.
O início em terra batida logo com uma descida, no final da qual começaram as críticas: as fitas de marcação eram muito curtas e encontravam-se colocadas muito altas, sem auxílio de setas.
Primeira subida algo puxada para o pouco aquecimento que ainda tinha. Ainda consegui liderar o pelotão por escassos 300mts, o que não voltaria a acontecer até final.
Mas havia quem a achasse mais puxada do que eu... algumas centenas de metros atrás.
Eis a 2.ª descida, mais rápida e com um gancho à direita no final.
Por esta altura encontrava-me no 7.º lugar da geral, o que não iria modificar muito até final.
Do Pego em direcção a junto do leito do Tejo, lá nos dirigiamos no sentido Este.
Para os menos atentos ou desabituados, começavam as quedas. Aqui o Manel (BTT Tromba Estendida).
Havia até quem tivesse adereços extra, como retrovisor. Ainda assim não o impediu de derrubar um outro atleta que se preparava para o ultrapassar! Ou seja, peso extra desnecessário.
Próximo às instalações da Central Termoeléctrica do Pego.
Uma das subidas apelidadas de "paredes" que nos foi oferecida pela Organização. Ao fundo já se podia ver a chaminé de refrigeração da Central do Pego.
Ainda na zona abaixo da Central do Pego, onde os trilhos eram simplesmente fenomenais. As paisagens bonitas sucediam-se e o frio já começava a levantar.
Ao fundo o combóio de transporte e abastecimento de carvão mineral à Central.
Numa zona dificil por inexistência de quaisquer tipo de marcações.
Num próximo evento sugere-se a colocação de mais e melhor marcação, fitas mais compridas e mais baixas, setas e indicações de distâncias de maiores dimensões. Caso para dizer: "Soltem a parede". Esta foi a mais terrível aos cerca de 18kms.
As placas de divisória das distâncias eram muito pequenas face ao local onde se encontravam, em que os atletas vinham com o "fogo no rabo" a mais de 35km/h. Daqui dirigiamo-nos em direcção ao Brunheirinho, Herdade da Ameixeira, Quinta das Amendoeiras, Fôjo, Coalhos, Casal do António e finalmente Pego.
Aqui o 2.º abastecimento (no Fôjo), colocado sensivelmene ao km 40, com o Miguel (BTT Cabeço das Águias), após cerca de 2kms em luta por entre areais. Só havia disponível águas... umas frutas não era mal pensado.
O 1.º abastecimento foi no Restaurante/Hotel do Central do Pego (onde não parei, mas ouvi dizer que até havia "minis"... devia ser bom!).
Já na subida para a Aldeia do Pego, próximo aos fornos do carvão (sorte não estarem a funcionar por causa do fumo), a escassos kms do final e com as energias no red line, após ter sofrido uma terrível quebra ritmo de cerca de 5min.
Nesta zona já se encontravam novamente juntos os atletas de ambas as distâncias, que confluiam junto ao cemitério do Pego.
Já com o banho tomado (Pavilhão Desportivo do Pego), com excelentes condições e sem esperas! Como não havia tiragem de tempos e baseado em participantes deverei ter finalizado em 7º, 8.º ou 9.º lugar. Muito bom, acho eu, tive aqui um óptimo teste e treino para o Festival Bike.
Após também alguma espera que abrissem as portas do edifício da Junta de Freguesia do Pego, lá nos encaminhámos para o almoço com um bom andamento, que a fome já era muita.
O almoço foi composto por bebida à descrição (água, sumo, vinho, cerveja), caldo verde, pão, grelhados mistos e salada (tomate e alface) a rematar com fruta.
O local para o almoço foi bem escolhido e o almoço estava fantástico.
Almocei junto com os amigos do grupo BTT Cabeço das Águias, onde reina sempre a boa disposição. O Carlos Cabedal, que não pôde participar por ter sido alvo de uma intervenção cirúrgica há relativamente pouco tempo, não abandonava a missão de fotógrafo... e ainda bem!
No final sortearam-se 2 bikes (???) EMF, pelos convivas que haviam adquirido rifas.
Balanço Final: Relativamente ao convívio e empenho da Organização, foi quase irrepreensível / o almoço e os trilhos foram fenomenais com dureza q.b. / ZA's a precisar de mais variedade / marcações no chão excelentes, fitas muito curtas colocadas muito altas e muito espaçadas, setas em papel/cartão de dimensões muito pequenas mas bem colocadas apesar de em diminuto número / inicío um pouco atrasado / falta de tiragem de tempos e postos de controle (atalhadores foram às dezenas) / inexistência de dorsais diferenciados para as distâncias disponíveis. Uns retoques nos itens apontados e terão o próximo passeio bem mais cotado.
REPORTAGEM: Texto-Valério / Fotos-Valério, Carlos Cabedal.
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Treino Semanal
O grupo, da direita para a esquerda: Valério, Pedro Silva, José Santos e Fernando Oliveira.
Neste treino tivemos a companhia do Fernando Oliveira (Info Man), amigo da equipa e um potencial elemento do grupo, que tal como o Pedro Silva, se estrearam nos treinos de 6.ª feira.
Inicío do treino descontraído e a um ritmo calmo.
O Info Man pouco habituado ao treino conjunto, ainda com necessidade de apurar a técnica de descida, acabou o treino já com confiança q.b. na abordagem às descidas.
O treino, voltou passados alguns meses à Reserva do Paúl do Boquilobo..jpg)
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Aqui a subida que mais luta deu no treino de hoje..jpg)
O José Santos viu-se obrigado a utilizar a bike Merida TFS100V do colega de equipa Zé Luís, por ter visto o desviador da sua BH Over-X danificado, antes do início do treino..jpg)
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À falta das ZA's restavam-nos os figos de piteira...
Pausa para os "morfes"..jpg)
Descida bem radical, após a paragem..jpg)
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Na parte final do treino aproveitámos a linha de água da EPAL.
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domingo, 11 de Outubro de 2009
Treino Conjunto em Abrantes
13 atletas repartidos pelos seguintes Grupos BTT presentes: "Tromba Estendida Bike Team", "BTT Cabeço das Águias", "Zonalheira BTTeam", "Zona 55 Bike Team".
O treino iniciou-se pouco cerca das 08H45, após concentração no Largo do Cabrito (Cabrito - Abrantes), com uma enorme camada de nevoeiro a teimar em levantar.
Em direcção a Coalhos e depois Pego, já com o sol a mostrar que não estaria para brincadeiras.
Em Concavada aproveitámos para comer qualquer coisa e atestar os cantis.
O que estão estes 4 a fazer??? Eis que aparecia o primeiro azar: o Pedro partiu a corrente da sua VAG Lince e era preciso ferramenta adquada e um elo de engate. Por vezes muita gente não significa rapidez e trabalho bem feito ... ;)
Ainda assim em cerca de 10 min. voltámos aos trilhos. Neste momento já com menos 4 elementos no grupo.
Os incríveis 4 tinham nova missão. A vítima: o mesmo (Pedro)! Desta feita, percorridos apenas cerca de 5 kms, fura a roda de trás. Mas os 4 conseguem resolver num tempo bem mais rápido.
Já de regresso às origens e prestes a dividir o grupo de 9.
Reduzidos a 4 unidades e na direcção da Herdade da Ameixeira, deparámos-nos com diversas barreiras naturais. Primeiro um sobreiro.
Depois uma vala com balseiros QB e uma vedação de arame farpado pelo meio... é preciso é haver sangue ;) eh eh eh
Resultado final: 50 kms percorridos com média acima dos 16km/h e um dia bem passado!
domingo, 4 de Outubro de 2009
Participação da Equipa
Carlos Lopes..........(Dorsal n.º 132)
Foto de grupo (da esquerda para a direita):
Pedro Caetano*; Renato Valério**; Carlos Lopes; Rui Almeida; João Valério; Rafael Santos*
*Seis do Pedal (Viseu) **Convidado em representação da Zona 55 Bike Team
4: foram os atletas da Zona 55 Bike Team que se deslocaram até à Sertã. O Rui Almeida (residente em Vale Figueira) optou por fazer a viagem o dia anterior e pernoitar no Parque de Campismo de Pedrógão Pequeno a 16kms dali, enquanto o Carlos Lopes se deslocou de Torres Novas e os Valério's (João e Renato) se deslocaram de Abrantes.
À chegada deparámo-nos com bastantes caras já conhecidas nestas andanças do btt, com uma grande fatia de pessoal a fazer-se deslocar desde o concelho de Abrantes.
2: foram os camiões pesados que se posicionaram para poderem começar a carregar todas as bikes que seriam transportadas até à zona de partida dos atletas, no monte Picoto.
As bikes eram cuidadosamente envolvidas em plástico por forma a evitar arranhões.
Apesar das cerca de 300 bikes participantes, foram acomodadas com bastante rapidez.
7: Foram os autocarros necessários para transportar tantos adeptos deste já popular evento organizado pelo SelindaBTT.
O tempo de espera para subir ao Picoto até estarem todos os atletas e biclas reunidas foi útil para colocar em dia as aventuras de cada um nas participações em eventos onde se têm deslocado.
Já no interior do autocarro e durante os cerca de 25min. de viagem, reinava a boa disposição com o "Bifa" (Crucifixo - Abrantes) ia dizendo uma "baboseiras" para animar os convivas.
Ao longo da viagem de autocarro podiam ver-se diversos medronheiros carregados dos doces frutos muito apreciados para a produção de licores.
À chegada ao topo do Picoto o vento soprava forte... segundo ouvimos dizer: por causa das enormes hélices que ali se encontravam ;)
Foto de grupo dos nossos atletas.
Após apear-mos dos autocarros, era tempo de nos direccionar-mos para o local onde se colocariam os camiões que transportavam as bicicletas.
O ar era do mais puro e fresco que se podia desejar... o que de alguma forma proporcionou uma generalizada vontade de urinar em plena natureza: seria do nervoso miúdinho?
O ambiente era festivo.
300: Foi o número de atletas participantes.
As bicicletas começavam então a ser entregues aos devidos proprietários.
Cada um aguardava calmamente a sua vez.
Para ajudar a passar o tempo, o "Bifa" voltava a fazer das suas, apelidando de "chassos" para todos quantos quisessem ouvir, a tudo quanto era bike que saía do camião.


Apesar de não ser um evento de downhill, o espírito estava para aí virado.
A partida foi dada cerca das 11H00. O tempo estava óptimo. Nem chuva nem sol.
Apesar do nome Descida do Picoto, também haviam subidas, mas nada das apelidadas paredes.
A Organização havia anunciado 40kms de percurso, no entanto ficaram-se pelos 29kms...
... a rapidez com foram percorridos deixaram a maioria dos participantes com vontade de fazer mais uns quilómetros.

Um dos pequenos trajectos em asfalto que encontrámos durante o percurso.
A ZA encontrava-se colocado sensivelemtente a meio da "descida", aos 16kms.
Uma das relíquias presentes neste evento. Mas definitivamente não fazia parte dos participantes. Estava muito limpinha para tal...
Foi então que recebi (J. Valério) um telefonema do Carlos Lopes a informar que o Rui Almeida (RA)havia sofrido uma queda a cerca de 700 mts. da ZA, encontrando-se queixoso de um ombro, pelo que solicitava uma ambulância para aquele local.
No local da queda um companheiro do pedal que circulava à sua rectaguarda parou prontamente para ajudar (desconhece-se o nome do mesmo, mas mesmo assim os nossos agradecimentos)
O RA foi auxiliado no local pelos Bombeiros da Sertã com a ajuda de 2 elementos do BTT Almonda, sendo removido para o Hospital da Sertã.
Junto com outros elementos do BTT Almonda, aguardávamos notícias, já depois de ter sido contactado um elemento da Organização para fazer deslocar a ambulância, que lá chegaria passados que foram cerca de 15min.
Passados cerca de 10 min. eis que chegava à ZA o Carlos Lopes.
A bike do RA chegou de seguida à ZA transportada pelo carro de apoio da Organização.
Antes de retomar-mos o restante percurso ainda aguardámos notícias do RA, que para já e segundo o Cão Picas do BTT Almonda, tinha fracturado a clavícula direita.
Lá continuámos o restante percurso até final, já com a moral um pouco em baixo e com cuidados redobrados depois do azar do RA.
Na companhia de 5 elementos do BTT Almonda, lá nos fizémos aos restantes 13kms.
Os últimos quilómetros foram salpicados por algumas subidas em asfalto.
Aqui o Zé Luís numa tentativa desenfreada de ultrapassar o Renato.
À chegada à Sertã e já em zona asfaltada, gerou-se alguma confusão, pois haviam sido retiradas as fitas sinalizadoras por alguém alheio à Organização..
NOTÍCIAS DO RUI ALMEIDA (RA): Este nosso elemento, ao km 15 viu vazar repentinamente o seu pneu dianteiro que lhe provocou uma aparatosa queda quando descia sensivelmente a 50km/h, tendo sido projectado por cima da sua bike e dando algumas piruetas e cambalhotas até parar. Valeu a pronta ajuda do Carlos Lopes (Zona 55), de alguns elementos do BTT Almonda e do compenheiro desconhecido, que seguiam logo atrás, aos quais deixamos os nossos agradecimentos, os quais aguardaram no local a chegada da ambulância (Bombeiros Sertã) e do carro de apoio. O RA onde foi suturado com 3 pontos no joelho esquerdo e desinfectadas as escoriações na mão direita e cotovelo esquerdo no Hospital da Sertã, após o que foi transportado para o Hospital de Castelo Branco onde recebeu tratamento à fractura da clavícula direita, de onde teve alta.
Queremos também agradecer a todos quantos pararam no local a oferecer ajuda, aos elementos da Organização (SelindaBTT), entre os quais ao Pedro e ao Luís, bastante prestáveis na activação do seguro e demais burocracias.
Neste momento o RA já se encontra em convalescença em casa, tendo já demonstrado vontade em participar no próximo ano, já refeito deste azar.
Para terminar em beleza, eis uma foto da Barragem do Cabril, próxima à Sertã. Só faltou falar do almoço que este ano nos deixou decepcionados, pois a feijoada prometida passou a Arroz de Pato (muito bom por sinal) e o local escolhido não foi o ideal para tanta gente, uma vez que não haviam mesas e cadeiras suficientes. Algo a melhorar no próximo ano. Até mais.
Reportagem: Texto e Fotos (Valério) c/ utilização de algumas fotos captadas pelo BTT Almonda e BTT Sardoal.



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