sexta-feira, 25 de março de 2016

Participação da Equipa (Maxial da Estrada)

Representação a cargo de:
30km (distância única) - Carlos António

O dia começou meio atribulado, pois no dia anterior com um pouco de stress pensei que era sábado e como no dia a seguir seria domingo, mudaria a hora e assim mudei, escusado será de dizer que me enganei e o resultado foi que cheguei às 07H30. Ainda não tinha sequer chegado o pessoal da Organização!!!!!!

Após cerca de uma hora (pelas 08H30) lá chegou a hora de ir levantar o respectivo dorsal.

Mais tarde lá começaram a chegar mais atletas e a coisa foi-se compondo, mas já estava na hora prevista de partida.

Até os mais pequenos se levantaram cedo para vir dar umas pedaladas, não tão cedo como que eu hi,hi,hi,hi,hi,hi.

E já cerca das 09H40 lá chegou a hora do briefing por um dos organizadores, pois já se tinham juntado cerca de 70 atletas, bem acima das minhas expectativas e lá fomos nós para a estrada.

Passados alguns quilómetros e depois da volta da praxe à aldeia lá apareceram os trilhos bem bonitos por sinal, com algumas subidas bem puxadinhas o que levou a temperatura a subir, por isso esta passagem pela ribeira veio mesmo a calhar para baixar a temperatura.



Após baixar a temperatura e depois de mais uma subida(talvez a mais difícil do dia), veio o melhor, que foi o abastecimento com bastante diversidade de fruta, bebidas, e a bela entremeada grelhada (quentinha) no pão e o bom do vinho da região, para repôr energias.

Energias essas bem necessárias para fazer o que restava do resto da prova.

A seguir ao abastecimento veio uma descida para digerir melhor a entremeada.

Depois de ter regressado à aldeia do Maxial e após ter quase passado junto da meta apareceram alguns single tracks de grande beleza.




A cerca de 7 quilómetros da chegada fui alcançado por alguns amigos do Selinda BTT que me deram o prazer de tirar uma foto com eles, após a saída de um túnel.

O restante dos quilómetros fora feitos na companhia dos mesmos, tendo no final ficado alguns minutos a trocar impressões sobre a prova, antes de fazer a viagem de volta de bicla até casa.





Do almoço não tenho opinião pessoal, pois fui almoçar a casa, mas segundo informações tiradas à posterior junto de alguns participante, estava bastante saboroso e se tivesse a mesma qualidade do abastecimento era qualidade na certa.

Como tinha tirado poucas fotos minhas decidi tirar uma na chegada a casa (Vilar da Carga). Tratando-se de um passeio, não foram tirados tempos, mas segundo o meu smartphone fiz os cerca de 22 quilómetros em 1H50M. Um passeio bem divertido, com um percurso um pouco exigente a nível físico, pois nos poucos quilómetros que tinha, verificou-se um acumulado de cerca de 700m, com boas marcações (somente cal), tendo a meu ver simplesmente um aspeto a melhorar: a hora da partida - pois a mesma foi dada cerca de 50 minutos depois do previsto (09H50).


ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS

Créditos à reportagem:
Texto: Carlos António
Fotos: ARCD Maxial da Estrada, Carlos António, Peralta BTT

domingo, 20 de março de 2016

Participação da equipa (Portalegre)

Representação a cargo de:
David Gonçalves, João Valério, Samuel Nabiça

 A Zona 55 voltou a Portalegre para a 2.ª edição deste desafio, comparecendo com os 3 mesmos elementos do ano anterior, mas desta vez acompanhados pelo Francisco Esteves (TNT). Em conjunto viajámos em 2 viaturas um total de 1.140km para ir e voltar até Portalegre. Às 08h50 arrancámos do centro de Portalegre, altura em que muitos outros fizeram o mesmo, uma vez que a Organização não impunha qualquer horário, nem o que quer que fosse, só a presença interessava e levar um gps para seguir o percurso fornecido.  

Já sabíamos ao que íamos e o início adivinhava-se desde logo duro, pois é sempre a subir até sair de Portalegre em direção ao 1.º castelo a visitar, o de Alegrete. Após a subida que deu para aquecer, e de que maneira, começámos a descer por um trilho entre muros já nosso conhecido da edição anterior e também das tradicionais Maratonas de Portalegre, sempre a curtir ao máximo.

 Finalmente chegámos a uma zona, digamos, plana. O dia estava meio chôcho e prevíamos que não se conseguiria chegar ao final dos 80 e tal quilómetros sem sermos abençoados pela chuva.

Uma das passagens mais bonitas da 1.ª tirada - a passagem sobre um açude com cerca de 60 metros de comprimento, onde somente alguns arriscaram passar a pedalar, como foi o meu caso.

O Francisco Triguinho (GCB) já a indicar que o restante percurso não seria pêra doce...

Com algumas (poucas) alterações ao percurso da 1.ª edição, onde foi notável este trilho de ataque ao Castelo de Alegrete, mais bonito e interessante que o ano passado. Como já havíamos visitado o interior do castelo em 2015, este ano não passámos a porta.

 Aproveitando ainda a presença do sol, muitos não arriscaram perder muito tempo na visita.

As sempre tradicionais fotos de marcação de presença e passagem, captadas no interior do castelo.

Uma saudação especial ao homem da câmara fotográfica de serviço, Carlos Vitorino (GCB), que desta vez não arriscou o empeno, que agora está mais virado para o atletismo. 

 A paisagem sempre bonita na saída e abandono do perímetro do castelo de Alegrete.



Com o sol ainda a brilhar e sobre o planalto com vista privilegiada, ao longe podemos avistar o castelo de Portalegre e a bonita paisagem verdejante em nosso redor.  


 A segunda provação do dia foi o ataque à Serra de São Mamede, com diversos quilómetros pela frente e sempre a subir com o objetivo de atingir o próximo castelo.




 Muitos dos participantes aproveitaram para tirar uma foto no ponto mais elevado da Serra de S. Mamede. Quanto a mim, já ia tão rotinho que a vontade era zero. A subida até ali deixou-me de rastos, acusando a falta de treino e o peso a mais que tanto trabalho me deu a juntar neste Inverno.

 Depois alguns quilómetros com alguma chuva e muito frio, pedalando em patamar, chegámos ao maior desafio do dia, em Portagem, onde muitos foram os participantes que optaram por abandonar o percurso devido às péssimas condições atmosféricas.

Este ano havia jurado a mim próprio que iria subir toda a calçada romana até ao altaneiro Castelo de Marvão sempre montado na bicla e, mesmo com o piso já todo molhado e com muitas escorregadelas e por vezes pés no chão, lá consegui cumprir o meu objetivo. 

 Aí estava a imponente construção militar, a nossa segunda conquista castelar.

Distraí-me um pouco e cortei a ligação com o resto do grupo da Zona 55. Só nos tornámos a encontrar junto do castelo, num pequeno snack bar onde aproveitámos para comer e beber qualquer coisa, ao mesmo tempo que nos protegíamos da chuva que começou a cair forte e fria. O nevoeiro começou a aparecer também, devido à súbita mudança de temperatura.



O que tem de ser tem muita força, por isso lá continuámos a nossa jornada seguindo em direção ao próximo castelo, o terceiro do dia. 

 Repetindo o percurso da edição anterior, mas este ano com o dobro da perigosidade devido ao piso escorregadio provocado pela chuva, enchemos o peito e com os corpos totalmente gelados pela intempérie, fizemos-nos à descida longa e técnica. 


As paisagens invernais são igualmente bonitas por estas paragens. Que cores fabulosas. 

 A chegada até Castelo de Vide foi mais uma tirada com alguma dificuldade, apesar do piso ajudar.

Na conquista do 3.º castelo, o de Castelo de Vide, oportunidade para mais uma foto de grupo, assinada pelo Francisco Esteves (TNT). 




Descendo por calçadas e muros de cores esverdeadas provocadas pelos musgos e pequenas ervas, já reconfortados por alguns raios de sol, apresentámos-nos para a última tirada que nos iria levar de novo a Portalegre. 



 O último single track do dia e o mais técnico e difícil de entre todos, com muita pedra, rocha e erva, tudo bastante escorregadio e exigindo kit de unhas adequado para a tarefa.

 Os quilómetros até Portalegre foram quase todos eles feitos sem dificuldades físicas de maior, pois esperavam-nos descidas e retões, mas as pernas já não deixavam exigir muito mais delas.

 As baterias suplentes que levei para o meu gps não foram suficientes para aguentar todo o caminho e, já nos quilómetros finais, o nosso grupo desmembrou-se lá tive de me "segurar" ao David, confiando-me na navegação dele.

Como não podia deixar de ser, o Castelo de Portalegre não se deixou conquistar sem dar alguma luta, pois impunha-se uma subida, porém a mais acessível que a bem dizer ainda assim e no estado de exaustão que ia já nada me parecia fácil, somente a vontade de chegar me dava ânimo redobrado.

Após a chegada, onde já estavam alguns dos participantes, fomos lavar as meninas ao quartel dos bombeiros locais. No final das contas os 2.300m D+ afinal foram um pouco mais. Todo o nosso grupo terminou o desafio sem problemas ou quedas de maior, que é o que importa. Para o ano haverá mais, pois esperamos voltar para mais um empeno daqueles que só nós sabemos.

RESUMO DA VOLTA
Distância percorrida: 83,07km / Tempo gasto: 8h49m13s /  Média horária total: 9.4km/h
Velocidade média andamento: 11.8km/h / Acumulado de subida: 2.599m D+ 
Temperatura média: 9.4ºC / Temperatura mínima: 4ºC / Temperatura máxima: 16ºC 

ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS
Lama Solta
Rafael Correia
Tiago Duarte

Créditos à reportagem:
Texto: João Valério
Fotos: Carlos Vitorino, Lama Solta, Rafael Correia, Samuel Nabiça.

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