domingo, 29 de abril de 2012

Participação da equipa (Carvalhal)

Representação a cargo de:
50km: Carlos António, José Santos

Chegada ao local da prova fomos contemplados com um tempo aparentemente razoável, o que não se veio a confirmar como as fotos a seguir indicam.

Track do percurso realizado por nós

No local escolhido para a partida da prova haviam muitos lugares para estacionamento, apesar do piso se encontrar bastante ensopado.

Não faltaram as entradas para quem não tivesse tomado o pequeno almoço em casa.

Partida sensivelmente à hora prevista, com uma volta guiada pela aldeia, para alongar o pelotão antes da entrada em terra.

 
A meio do percurso não faltaram os abastecimentos, bem como assistência técnica para as bikes, nomeadamente óleo, que elas bem precisavam.

Como já referimos atrás, o bom tempo era de pouca dura, pois fomos brindados com chuva forte e bastante lama nos trilhos, conforme são bem demonstrativas algumas fotos e o nosso vídeo.

Prova bastante dura, como tinha sido anunciada (Média/Alta), bastante técnica, pois tinha bastantes single tracks muito enlameados.






Aqui dois dos concorrentes que nos viriam a fazer maior companhia durante o percurso. Após 03H30 minutos de prova, conseguimos finalmente terminar a prova. No final, não faltou o banho para as bikes e o banho quentinho para todo o pessoal.

Local do almoço, no Centro Paroquial da Igreja Nova do Carvalhal, onde não faltou a comida e a bebida.

No final houve entrega de prémios aos 3 primeiros de cada prova e ao atleta mais novo, ao mais velho e à equipa mais numerosa, prémios estes que foram elaborados por um  associado do clube organizador.


Vencedores 25km
Vencedores 50km

CLASSIFICAÇÕES 25/50KM
Classificação Parcial 50 km
01.º - 02:06:21 - Hélder Aparício (BTT Sardoal)
02.º -     MT     - Nuno Segundo (Branquinhos do Pedal)
03.º - 02:09:11 - Vìtor Campos (Casa do Benfica de Tomar)
22.º - 03:28:32 - Carlos António (Zona 55 / O Praticante)
23.º - 03:29:03 - José Santos (Zona 55 / O Praticante)
26.º - 03:46:31 - Último


Créditos à reportagem:
Textos: Carlos António
Fotos: Organização
Vídeo: Zona 55
Track: Marco Lopes (Os Mouriscos)

Participação da equipa (Vila Nova da Barquinha)

Representação a cargo de:
60km: João Valério
Passeio Família: Sofia Lopes

Confidenciando com outros participantes, a extensão final aproximou-se até muito próximo dos 70km.

Track do percurso realizado (60km)


A concentração deste 5.º Passeio voltou a ser na Moita do Norte (Complexo Desportivo), que oferece ótimas condições para um evento desta natureza. Saí do trabalho às 07H00  (Torres Novas) e só tive de ir a casa (Abrantes) buscar a menina e regressar de imediato já acompanhado também pelo grupo de elementos do Fôjo-Zybex. Cheguei ao local cerca das 08H20 e não tive dificuldade em arranjar estacionamento. O levantamento do kit no Secretariado foi bastante rápido e até havia mesa posta para o pequeno-almoço do pessoal.

O ambiente junto à Partida estava bastante animado e encontrei bastantes caras conhecidas. Impunha-se a entrada para a manga de partida com a picagem do controlo 0 para os mais de 300 participantes, mas sem atropelos, pois foi bastante rápido.

O speaker deu as informações devidas e mesmo antes de ser dada a partida começaram a cair alguns chuviscos, mas os atletas não arredaram pé e já se adivinhava que iríamos encontrar terreno de difícil progressão. Alguns optaram desde logo por fazerem o passeio mais curto (35km). 

Sensivelmente à hora prevista, foi então dada a partida do imenso pelotão multicolor e as expetativas eram elevadas face à promoção dos inúmeros trilhos abertos pelo GCB.

Após entrarmos em terra batida o São Pedro voltou a largar água, que se foi intensificando até cerca das 10H00. Inicialmente os trilhos não mostraram grande alagamento, mas após o km 40 começámos a encontrar terreno enlameado com frequência que veio trazer bastantes problemas nomeadamente a nível de transmissão e travões de muita gente, como foi o meu caso.

Conforme íamos progredindo, os imensos trilhos anunciados iam-nos deslumbrando. Vimos bastante trabalho na limpeza de mato e também abertura de novos trilhos e construção de passagens em madeira.

No início de cada trilho (na foto o "Single do Javali"), muitos deles com mais de 1000 metros de extensão quase sempre em single track, encontravam-se informações em placa ou em faixas com o nome do trilho que íamos percorrer e era uma delícia percorrê-los. Havia-os para todos os gostos.


Durante todo o percurso, sempre muitíssimo bem sinalizado, era com facilidade que encontrávamos elementos do staff a auxiliar os atletas. As zonas de abastecimento também estiveram bem colocadas e recheadas, tinham um pouco de tudo, só faltou mesmo o óleo para as transmissões, mas cada um tem avaliar para onde vai e o que poderá vir a precisar para não ficar dependente dos outros.

A diversidade e quantidade de singles deixou-me de queixo caído. Que espetáculo! Só foi pena eu ter levado as pastilhas ao ferro, o que não me permitiu dar mais gás.

O "Trilho da Água", para mim o mais marcante pela sua beleza, estava um verdadeiro luxo com passagens muito bonitas estilo bosque. Espero brevemente ter oportunidade de juntar algum pessoal da Zona 55 para juntos, com bom tempo, irmos desfrutar deste percurso tão bonito. O track já nós temos...

As subidas tive de fazer uma grande parte delas, já após mais de metade do percurso, com a bike à mão, pois a lama na corrente era tanta que levava a que no prato pequeno (relação 28/42) começasse a fazer puxões e enrolasse. Que pilha de nervos! Ainda gostava de saber que raio de material usa o pessoal que nestes dias de lama chegam na frente sem problemas de maior! Acho que vou mudar da Shimano para a Sram... pode ser que me safe melhor!

Este ano o pessoal do GCB excedeu-se e ofereceram aos participantes, além da já habitual simpatia e amizade, um fabuloso evento, que a continuar com esta qualidade arrisca-se a ser alvo de enchentes nas próximas edições. Sem dúvidas, para mim, já figura entre os melhores da região centro, apesar de não os conhecer todos, claro, mas já conheço algumas dezenas.



A partir da 2.ª metade do percurso de 60km comecei a colecionar dificuldades diversas: o cansaço provocado por não haver dormido, o mau funcionamento da transmissão por causa da lama que provocava puxões da corrente pelo prato, a falta de travões por as pastilhas terem ido ao ferro, as dores no joelho direito devido ao quedão que tinha tido 4 dias antes também por causa da chuva... enfim, comecei a arrastar-me e só já pensava em terminar.
Após diversas outras passagens também muito bonitas eis que chegávamos ao recém-criado "Trilho dos Espargos" com vista para o Castelo de Almourol: o ex libris deste passeio e também da região.


Entrada na povoação de Tancos, onde após percorrermos cerca de 1km em asfalto fizemos uma agradável passagem por dentro do casario até voltarmos à terra batida pelo "Trilho da Lampreia".


O regresso à Vila Nova da Barquinha fez-se sempre junto ao Rio Tejo, logo a partir da EPE com paisagens sempre muito bonitas e os perigos todos muito bem sinalizados.

Gostei bastante das passagens em zonas urbanas, pois dava para desentorpecer as pernas e havia sempre populares a darem-nos algum ânimo para continuarmos com palavras de coragem.

O final do passeio, de regresso à zona de onde partíramos era de excelência, com uma zona-espetáculo a oferecer-nos alguns singles até mesmo junto à meta. O ideal teria sido substituir o arco de meta por uma estação de lavagem com água à pressão (eh eh), tal era a camada de lama que trazíamos em cima. Os balneários que foram colocados à nossa disposição tinham umas condições excepcionais e água quentinha como se quer com este tempo invernal, apesar de já estarmos na primavera.

O almoço foi porco no espeto. Infelizmente houve um interregno no fornecimento que me obrigou a aguardar cerca de 1 hora na fila de almoço, que não foi nada fácil depois da sova. Valeu a simpatia das senhoras da cozinha que iam servindo caldo verde (muito delicioso, por sinal) para matar a fome aos poucos.

Partilhei, uma vez mais, a mesa de almoço com os camaradas do Fôjo-Zybex BTT Team, onde se encontrava o meu brother.

A bela da sopinha de caldo verde bem deliciosa e a bananoca da ordem. O porco no espeto, apesar de ter demorado a chegar, estava muito bom.

Depois do almoço, ainda tempo para umas bejecas e dois dedos de conversa com o amigo José Gouveia e o Varetas76 (eh eh). Ainda tempo para ver a projeção de algumas fotos. No próximo ano o GCB tem de pagar qualquer coisa ao São Pedro para ver se a coisa corre (ainda) melhor...

Aqui fica o nosso vídeo com o resumo do que foi este passeio. Peço desculpa pela falta de alguma qualidade e maior diversidade de locais, mas o tempo não o permitiu.

CLASSIFICAÇÕES 35/60KM
Classificação Parcial 60km:
01.º - 03:04:27 - João Correia (individual)
02.º - 03:07:13 - Pedro Barrela (Ouribike / CC Ouriquense)
03.º - 03:07:16 - Fernando Silva (BTTrupe / ADC Pereiro)
37.º - 04:35:24 - João Valério (Zona 55 Bike Team)
55.º - 05:38:32 - Último

Créditos à reportagem:
Textos: João Valério
Fotos: Organização, ABTFoto, João Valério, BM Photography
Vídeo: Zona 55
Tracks: José Dias (GCB)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Treino Semanal

 Participaram:
32km - Carlos António, José Santos, João Valério, Rui Almeida

Mais uma sexta feira e como tal, dia de treino. Esta semana tivemos menos participantes (4), mas nem por isso deixámos de nos divertir à nossa maneira. Arrancámos já depois das 09H30 e por isso tivemos de fazer o treino a contra-relógio.


Como o tempo estava instável e as nuvens cinzentas ameaçavam chuva a qualquer momento, optámos por nos direcionar à Serra de Aire, onde o piso com chuva é mais praticável. 


 
Foi sensivelmente a meio do treino que começou a choviscar, mas nem por isso nos amedrontou, só imprimiu mais velocidade ao pedalar. O Carlos António foi-nos dar a conhecer um trilho que descobriu e que apelidou com o seu nome, mas que ainda não está domesticado, pois nenhum de nós o conseguiu fazer na totalidade em cima da bike, tal o grau de dificuldade!...



Esta semana levámos a GoPro HD2 ao treino para fazer testar o seu funcionamento após ter ido à D'Maker a uma revisão de desempenho, tendo nós aproveitado para fazer algumas experiências a nível de captação de imagens sob outros ângulos e fixações, mas a lama não permitiu o bastante, criando diversas dificuldades de embaciamento e sujidade externa.

Já no regresso, lá fomos ao Café do costume na povoação da Zibreira, para beber uma mini e roer uns amendoins. Ao reiniciarmos o regresso à base, o Zé Santos desencolatrou-se e foi parar ao chão mesmo ali defronte e no asfalto, mas sem consequências graves. Também o S. Pedro não perdoou e largou-nos mais uma chuvarada. No final foram 32km e umas quantas molhas em cima do pêlo.

Muito brevemente postaremos aqui o vídeo que resume o nosso passeio.


Créditos à reportagem:
Textos: João Valério
Fotos: Carlos António, João Valério, Rui Almeida.
Vídeo: João Valério

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