domingo, 15 de janeiro de 2017

Participação da equipa (Abrigada)

Representação a cargo de:
60km - David Gonçalves, Pedro Lourenço, João Guerra
35km - Vítor Guerra, Samuel Nabiça, João Valério


Os atletas do Clube de BTT Zona 55 deram inicio à participação em provas no ano de 2017 em Abrigada, evento no qual tivemos a nossa primeira representação de sempre e logo a começar o ano com 6 elementos em prova.

Viemos de locais diversos: David Gonçalves (Fátima), Samuel Nabiça (V. N. Barquinha), João Valério (Oeiras), João Guerra e Pedro Lourenço e Vítor Guerra (Santarém). O Samuel foi o primeiro a chegar, pelas 08h00, levantando desde logo todos os nossos dorsais calmamente. Às 08h15 já estávamos todos presentes e optámos por nos juntar à entrada da Abrigada, junto à Escola ali existente, com extenso parque de estacionamento, onde estavam programados banhos e defronte um restaurante. 

O "palco" da partida (e meta) esteve montado no centro de Abrigada, onde se apinharam a maioria dos automóveis dos participantes. Apesar de estar sol, o termómetro marcava 2º Celsius.

O João Guerra foi quem melhor se posicionou no pelotão à partida, usufruindo de um arranque mais desafogado e liberto.

O Vítor Guerra seguiu desde logo, escassos metros atrás, para os primeiros quilómetros da saída da localidade, em asfalto e com um subida pouco inclinada.

O David Gonçalves foi seguido de perto por mim e restantes elementos da equipa. 

O Pedro Lourenço e o Samuel Nabiça fecharam o nosso grupo de representantes entre os mais de 300 participantes que ali estiveram presentes.

Os campos estavam ainda branquinhos de tanta geada que havia caído durante a noite. A aragem era fria. Os primeiros quilómetros foram constantes sobe e desces, mais subidas que descidas, mas nem por isso conseguia aquecer.


Os nossos representantes iam-se fixando no pelotão e marcando posição entre eles, mostrando desde logo as respetivas formas físicas atuais pós-excessos de Natal.


Para onde quer que olhássemos só víamos serra. Picos por todos os lados, que concerteza teríamos o prazer de conhecer algumas delas.

Da minha parte, um problema no meu desviador traseiro levou-me a repensar a minha continuação na distância Maratona, uma vez que não conseguia colocar mudanças, optando mais tarde por seguir para a distância menor e assim acabar por ser desclassificado no final. 


O Samuel Nabiça optou também por seguir para a Meia-Maratona, devido a dificuldades físicas sentidas, acabando também por ser desclassificado no final, uma vez que estava inscrito na Maratona.


Os percursos estiveram sempre muito bem marcados, com diversos apoios ao longo dos trilhos e diversas ajudas nos cruzamentos com rodovias mais complicados. As zonas de abastecimento estiveram também bastante variadas em ofertas. 



As dificuldades sentidas nos percursos foram muitas, especialmente na distância maior, onde o trilho infestado de pedra os levava ao topo da Serra de Montejunto, com bastante inclinação, principalmente na terceira parte e última ante de atingir o topo mais elevado. 



Na descida e regresso a Abrigada, também não se podia descansar, pois o terreno exigia atenção e técnica qb para enfrentar os trilhos desafiadores. O dia foi avançando mas o frio parecia permanecer.


Os percursos tiveram locais muito bonitos e espetaculares, onde vimos bastante trabalho da Organização na abertura e limpeza dos trilhos. 


O Samuel Nabiça foi o primeiro da equipa a cortar a meta, mas o Vítor Guerra foi o único da equipa a classificar-se na distância da Meia-Maratona, pois João Valério e Samuel estávamos inscritos na Maratona.

O David Gonçalves foi o primeiro da equipa a cruzar a meta na distância Maratona. 

Poucos minutos depois chegou o Pedro Lourenço, que não conseguiu acompanhar o ritmo do David. 

E lá chegou o João Guerra, que teve o azar de partir um raio da roda de trás já após a subida a Montejunto. 



Tivemos o azar de tomar banho na Escola, onde a água não dava mão. Se alguns de nós enfrentaram água a ferver que dava para depenar frangos, outros tivemos de suportar temperaturas a rondar os 0º que até a pele ficava roxa... enfim, uma situação a rever pela Organização caso queiram voltar a disponibilizar este local para banhos. Nenhum de nós se inscreveu com almoço, mas acabámos por almoçar por ali, no restaurante Hexágono, situado defronte ao parque onde tínhamos os carros estacionados. Em jeito de balanço final, nada mal para começarmos o ano, um grupinho bem porreiro que juntámos em Abrigada a fazer uma das coisas que mais gostamos... btt!

Percursos da 6.ª Maratona BTT Abrigada realizados
Percurso da Meia Maratona = 34,75km c/ 762m D+
Percurso da Maratona = 62,42km c/ 1577m D+

CLASSIFICAÇÕES
001.º - 01:28:03 - Mário Guterres (Sport União Colarense)
002.º - 01:30:12 - Luís Prata (Academia Joaquim Agostinho)
003.º - 01:30:54 - Jorge Francisco (individual)
066.º - 02:04:57 - Vítor Guerra (Clube de BTT Zona 55)
160.º - 03:55:42 - Último
DCL -
DCL -

001.º - 02:51:07 - Davide Machado (Firstbike Focus Team)
002.º - 02:53:59 - Luís Ferreira (Team A&R Aguiar/Coelho Seguros/Tó Bikes)
003.º - 02:55:41 - Davide Marques (Nutrimania Sports Nutrition/360º Bike Trail)
093.º - 04:17:43 - David Gonçalves (Clube de BTT Zona 55)
098.º - 04:24:49 - Pedro Lourenço (Clube de BTT Zona 55)
102.º - 04:33:48 - João Guerra (Clube de BTT Zona 55)
126.º - 05:49:10 - Último

ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS

Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: Paulo Gaspar, SJL Fotos

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Como transportar bicicletas num avião

Baseando-me nas minhas experiências pessoais e do meu grupo de companheiros, vou tentar abaixo dar-vos algumas dicas por forma a ajudar-vos na vossa decisão, quando precisarem de enviar uma bicicleta por via aérea, igualmente aplicável por via marítima.


ARTIGO DE OPINIÃO
Sacos de transporte (bike bags) e/ou caixas, por nós já testados/utilizados

Dica: Nas viagens de avião, devemos sempre:
  • retirar toda a pressão dos pneus;
  • desapertar ou desmontar os discos de travão e colocar algo entre as pastilhas das bombas de travão, aconselho arranjem aquelas peças plásticas que vêm nas bombas novas (quando compradas não montadas), para evitar que fechem inadvertidamente durante a viagem no caso das manetes;
  • nunca transportar botijas de CO2 porque além de ser proibido irão rebentar durante o voo face à pressão atmosférica;
  • colocar o nome e contato no saco para o caso da etiqueta sair;
  • colocar um cadeado, preferencialmente de código, para não terem depois de andar à procura da chave.

Eis os tipos de sacos e caixas que já utilizámos e respetivas opiniões dos seus utilizadores

YTWO Easy Travel
A opinião de Vítor Campos

Prós:
  • é compatível com todos os tipos de rodas: 26, 27,5 e 29;
  • muito espaçosa;
  • possui rodas para uma maior facilidade de deslocação.
  • baixo preço.
Contras:
  • possui poucos compartimentos interiores.

A opinião de Samuel Nabiça


Prós:
  • boa relação qualidade/preço;
  • possui bastantes compartimentos e sacos separados para as rodas;
  • compatível para todos os tipos de rodas e quadros;
  • base interior rígida, com carris;
  • possui 2 rodas para melhor deslocação.
Contras:
  • zona das costuras pouco reforçadas (rasgou no manuseamento durante o transporte).
 Opinião por João Valério

Prós:
  • material bastante resistente e de qualidade;
  • possui muitos compartimentos distintos no interior e exterior;
  • tem diversas pegas/alças no exterior;
  • possui diversos componentes para proteção da bicicleta e componentes, cadeado de código numérico; 
  • dotado de muitas fitas de aperto no interior;
  • possui rodas para melhor deslocar.
Contras:
  • as 4 rodas são giratórias, impedindo um bom controlo quando se desloca pelo chão;
  • o formato é estranho;
  • preço um pouco elevado.


Opinião por Manuel Maia

Prós:
  • muito robusto;
  • excelente proteção da bicicleta;
  • muita arrumação;
  • possui 2 rodas (fixas), o que facilita o manuseamento no transporte.
Contras:
  • preço.

A económica e simples caixa de papelão
Opinião por Renato Valério

Prós:
  • grátis (ou em caso de compra +/-5€);
  • muito espaçosa;
  • compatível com todos os tamanhos de roda e modelos de bicicleta;
  • só é necessário desmontar roda da frente, pedais e guiador;
  • toda a bicicleta fica bem protegida se for bem embrulhada em plástico bolha (ou envolvida com outro tipo de material).
Contras:
  • ocupa demasiado espaço para transportar (nos transferes);
  • difícil arrumação;
  • muito frágil, rasga facilmente;
  • poderá não ser aceite em alguns voos/países.

Existem bem mais de uma dezena de marcas de sacos de transporte disponível no mercado, estes são alguns deles, comprados por nós sem usufruir de qualquer desconto, para que fique claro. 

Poderão ver e ler no nosso blogue as diversas crónicas relativas às viagens e travessias que fizemos (Volta à Islândia, Scotland coast to coast, Azores Challenge MTB), onde utilizámos este tipo de material para transportarmos as nossas bicicletas.

Bem, pessoal, esperamos ter ajudado nas vossas escolhas. Boas aventuras em 2017!


Créditos à reportagem
Texto e fotos: João Valério

domingo, 1 de janeiro de 2017

Balanço Atividade 2016

Atividade do Clube de BTT Zona 55
no decorrer de 2016

Total de elementos que participaram em eventos = 13

ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS
Eventos organizados = 1 (acumulado = 11)
Total de participantes = 66 (acumulado = 1287)

EVENTOS ONDE PARTICIPÁMOS
Total de eventos participados = 37 | Total de representações = 82 (acumulado 2008/16 = 888)
Total de km percorridos em eventos = 5.691 km (acumulado 2008/16 = 40.251 km)

ACTIVIDADE VÍDEO (Canal Zona 55)
Total de vídeos publicados = 14 (acumulado 2008/16 = 186)
Total de subscritores = 61 (acumulado 2008/16 = 382)
Total de visualizações = 18.909 (acumulado 2008/16 = 141.076)

BLOGUE OFICIAL
Total de visitantes = 59.050 (acumulado 2008/16 = 372.250)
Total de seguidores angariados = 3 (acumulado 2008/16 = 105)
Total de eventos divulgados = 705

Desejamos a todos os nossos associados, colaboradores, patrocinadores, apoiantes, seguidores, subscritores e simpatizantes em geral, votos de um ano 2017 cheio de esperança e saúde, com muitos objetivos para concretizar e barreiras para ultrapassar.

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