domingo, 26 de maio de 2019

Caminho de Santiago (Porto/Santiago/Finisterra/Muxia) 2019

Caminhos de Santiago
Porto - Santiago de Compostela - Finisterra - Muxía
26 a 31 de Maio de 2019

- O mês de Maio de 2019, foi o mês escolhido por estes três bicigrinos, onde me incluo, acompanhado de minha esposa e do nosso amigo Carlos António; para fazermos uma peregrinação pelos caminhos de Santiago Compostela, em autonomia total, carregando nossas mochilas e haveres, prolongando o caminho até Finisterra e terminando em Muxía.
- Um objectivo já a algum tempo desejado, mas nunca posto em prática, e assim nos preparámos para fazer o Caminho Central, iniciando na Sé Catedral do Porto até Santiago durante 4 dias, e depois de visitarmos esta cidade peregrina, faríamos em mais dois dias, daquele local até Finisterra, terminando em Muxía.
  
- Esta viagem, não se tratava simplesmente passear de bicicleta, mas mais do que isso, conhecer as belíssimas zonas de passagem, visitando igrejas, monumentos e locais históricos, tanto do nosso país como da vizinha Espanha.
Mas, mais importante do que tudo isso e complementando-o claro, era ultrapassar as dificuldades (apesar de ter havido preparação antecipada), entrando no espírito peregrino, falando e partilhando as historias e pensamentos dos bicigrinos e peregrinos que percorriam os caminhos, sempre com uma atitude de inter-ajuda, se necessário, e dando força a quem mais dificuldade caminhava. Nós não levávamos pressa, e assim organizava-mo-nos conforme o caminho nos ditava.

- Algumas semanas antes, já as mochilas estavam em estudo, pois o objectivo era levarmos o mínimo peso possível, mas de acordo com as necessidades de cada um.
Este momento, deve ser reflectido, pois mais mordomia corresponde a mais peso, logo mais peso corresponde a mais sacrifício.  

Deixamos aqui a nossa opinião, para quem se prepara para qualquer tipo de peregrinação: consultem as opiniões de outros peregrinos, e depois tomem as vossas decisões. Depois se alguma coisa correr menos bem, não se preocupem pois tudo acaba por se resolver.

As nossas Mochilas
Rui Almeida (7 kg + 3 kg no saco da bike), Ana (5 kg) e Carlos António (8 kg)


 1.º Dia - 26 de Maio de 2019
- O dia começou cedo, pelas 07H30 saímos de casa, viagem feita de carro, até à cidade invicta, Porto, onde deixámos o veículo a cerca de 2 km da Sé.

- Depois de mochilas às costas, chegámos à Sé Catedral do Porto, onde fomos carimbar as nossas Credenciais (que já tínhamos adquirido pelo correio, 2 €/cada)...



... Tirámos a foto da praxe e apreciámos aquele movimento de pessoas, com mochilas às costas, sem presa, apreciando aquele monumento.

- Por volta das 10H00, iniciámos o nosso caminho, ainda com alguns acertos, pois como existe várias marcações para os vários caminhos, o repórter (eu) ficou a filmar a restante companhia, acabando por se separar, logo nos primeiros metros.

- Assim depois de nos encontrarmos, atravessámos a cidade, observando a beleza da mesma mas sempre muito atentos, pois naquela zona existe muitos cruzamento com muito trânsito, e a marcação do caminho circula em sentido aposto ao dos veículo, logo para bikes é um pouco mais complicado.

- Depois de vários kilometros a rolar em alcatrão e já à hora de almoço, parámos na cafetaria Jardim na localidade de Vairão, para comer umas bifanas no pão, repondo assim as energias.


- Passagem por S. Pedro de Rates


- A chegada à cidade do galo, deu-se por volta das 15H30, Barcelos no seu esplendor, a mostrar-nos que apartir dali, o caminho seria outro. 





- Estava novamente na hora de comer alguma coisa, e calmamente sentados numa esplanada, decidimos onde iríamos ficar, pois apesar de inicialmente termos a ideia de ficar por ali, ainda era muito cedo para pararmos, logo podíamos adientar caminho, pois no segundo dia teríamos a serra da Labruja.

- Acabámos por decidir continuar, pelo que fizemos mais 12 km, tendo sido os últimos 4 sempre a subir (excelente decisão que tomámos senão no dia seguinte começaríamos a subir), pernoitando no Albergue Casa da Recoleta em Tamel junto a uma igreja.








- Chegamos ao albergue por volta das 18H30, e fomos recebidos pelo Guilherme, um jovem voluntário de Braga, responsável por aquele albergue municipal, que demonstrou grande simpatia, sempre pronto a esclarecer qualquer dúvida, dando a sua opinião pessoal sobre o caminho, prontificando-se a ajudar-nos com as pernoitas seguintes. Fomos colocados num quarto com 12 beliches, mas onde só ficámos nós três. Albergue muito limpinho (... e barato 5 €/pessoa), incluindo os WCs.
Deixamos aqui um abraço ao Guilherme, que foi 5*, e que também nos levou ao restaurante "2000" (a cerca de 50 metros daquele local), para jantarmos a refeição do peregrino, tendo-nos feito companhia.


2.º Dia - 27 de Maio de 2019
Saída às 07H15, mas antes tomámos um café rápido na cozinha do albergue, pois desconhecíamos onde iríamos tomar o pequeno almoço...

- ... como já era esperado foi logo a descer, pelo que parámos ao fim de quatro kilometros , para tomarmos o pequeno almoço. 


- Agora sim, o caminho ficou mais interessantes, começou a aparecer os ribeiros e o caminho era fora de alcatrão, junto das pequenas aldeias.




- Ainda ao inicio da manhã, entrámos na cidade de Ponte Lima, pela ecovia do Rio Lima...




- ... onde  nas suas margens estava montado um grande mercado semanal, e onde compramos fruta para o caminho.

A Ana devia ter pouco peso, queria levar mais uma mala.
- Já no centro da cidade visitámos a já mítica "Tasca das Fodinhas", e tomámos um café para repor a cafeína, para nos ajudar na subida à serra da Labruja, que já se via ao longe.


- Depois de uma pequena paragem para uma pega de caras... 



- ... Seguimos o nosso destino pela Ponte Romana/Ponte Medieval, em direção à serra, passando por zonas muito interessantes...




- aqui também encontrei pontes para pastoreio.

- A subida foi elevando-se lentamente, mas com grande alegria da nossa parte, pois ali começávamos a sentir-nos peregrinos, cruzando constantemente com eles, cumprimentando-os e percebendo que o nosso caminho seria sempre mais fácil, pois a descer podíamos descansar e ganhar tempo, que nos permitia parar mais para visitar igrejas e outras coisa interessantes, pois iríamos fazer num dia, 3 etapas dos peregrinos.



- Já ao fim da manhã chegámos no sopé da Serra da Labruja, parando num café para nos abastecer de bebida (água no boião e a mini sagres no estômago), e confraternizar com uma peregrina estrangeira muito simpática que dizia que era melhor a média.


Também visitámos uma pequena capela peregrina, onde muitos peregrino já tinha deixado os seus pertences.



- Começámos a subir e ouvia-se os carros de rali, que andavam a treinar na serra, levantando bastante pó, o que nos preocupou um pouco, pois subir com pó não é muito fácil.






- Os carros pararam, o pó desapareceu e a subida à serra tornou-se um divertimentos, pois ora subia-se montado, ora desmontado. A poucos metros da Cruz dos Franceses, era com as bikes às costas, com a ajuda uns dos outros, e com reportagens fotográficas e video, rapidamente chegámos ao topo com grande motivação.




Cruz do Franceses
Local de desapego do peregrino, mas que ao fim de algum tempo, vai parecendo uma lixeira



- No cimo da serra, existe uma paisagem deslumbrante, que para quem está a fazer os caminhos de Santiago, tem um gosto diferente, um silêncio energético (tirando a barulheira que nós fizemos), de mais uma etapa alcançada, e que presenteia os peregrinos com uma torneira com água fresca.





- Como é óbvio, depois de uma subida técnica, temos uma descida inicialmente técnica, mas muito fixe para os adeptos do btt... 


- ... que nos levou até Rubiães, onde saboreamos uma sopinha acompanhada de uma bifana, num bar com vista panorâmica.










- Depois de visitar Valência, entrámos em Espanha pelas 18H30 (hora portuguesa)...





- ... pela ponte internacional ... 


Mais um carimbo nas credenciais em Tui , junto à Catedral


- ... e chegámos ao Albergue "Ideias Peregrinas" em Tui, onde após um passeio a pé e o jantar, fomos pernoitar num quarto com dois beliches, onde ficámos 4 peregrinos (albergue privado, mas muito bom, com salas de estar, cozinha e pequeno almoço no andar de baixo, na pastelaria.



3.º Dia - 28 de Maio de 2019
- Levantámo-nos às 07H15, mas o pequeno almoço, foi demorado devido à funcionária não ter percebido o pedido, pelo que só começámos a pedalar às 08H30, já depois de assistirmos por um curto período de tempo, à missa, numa capela junto à catedral. O nosso objectivo era chegar a Caldas de Reis, pois queríamos pôr os pés na fonte de água quente.

faltava as torradas !!!

- Não há qualquer dúvida, que o caminho apartir daqui torna-se esplêndido, estradões por entre grandes florestas, muitos deles em calçada romana (conhecidos por paralelos), pontes romanas e encontrando-se durante todo o percurso a presença de peregrinos. 



- Nós tínhamos o caminho todo em GPS (caminhos em alguns sítios diferente), mas a partir daqui decidimos, seguir simplesmente as setas, e sempre pelo caminho alternativo, sendo este fora de alcatrão, mais longe, mas mais bonito.




- Hoje o almoço foi complicado, pois em Redondela ainda não era meio-dia, e a seguir estava tudo fechado.




 - Aqui resolvemos deixar as primeiras conchas simbólicas do caminho de Santiago












- Só conseguimos almoçar pelas 14H00, no meio de uma serra, depois de um trilho muito técnico em pedra, numa barraquinha, que estava a servir empadilhas quentinhas.







- A 1 km de Pontevedra, existe um caminho alternativo muito bonito à esquerda, e para bicigrinos é fácil, apesar de ser 6 km, sempre junto a um riacho pelo meio da floresta, terminando junto à café " Casa do Pepe", onde bebemos uma canha.







Mais um momento de repor energias e carimbar as credenciais



- Em Pontevedra passamos pelo centro histórico e visitámos várias igrejas, incluindo a igreja peregrina,





 - ... mas devido a ser uma cidade muito grande, continuámos, pois ainda queríamos sair do caminho para visitar umas cascatas, mas que acabamos por passar pelo desvio e não o encontrámos.


- Chegámos a Caldas de Reis pelas 17H20, e fomos ficar ao Albergue "Timonel", onde após o banho de recuperação, fomos convidados por um peregrina Italiana, Anna Maria Londri, para o jantar, que tinha cozinhado (esparguete à bolhanesa), que acompanhámos com um tinto muito mauzito, que fomos buscar ao café. 

Um obrigado à Anna, pela deliciosa refeição.



- Pois é... alguém teve de arrumar a cozinha
- O elemento feminino tem de descansar, eu tenho de continuar a provar o vinho para ver se melhora o paladar, e o António que estava sem fazer nada, lavou a louça

- Depois de jantar, fomos procurar a fonte de água quente e também encontrámos um tanque com a mesma água onde nos banhámos (SPA natural).




4.º Dia - 29 de Maio de 2019
- 07H30, foi a hora de levantar para ir tomar o pequeno almoço, pois queríamos continuar o caminho com o mesmo espírito, mas também chegar cedo a Santiago de modo a visitar e usufruir desta cidade peregrina (a missa estava nos nossos planos, mas não conseguimos assistir). 
Depois de arrancarmos, no meio da floresta num estradão muito engraçado (sobe e desce), encontrámos a nossa amiga Anna Maria Londri, que tinha saído um pouco mais cedo. Parámos para a cumprimentos, atrapalhando todos os peregrinos que iam a passar, trocámos páginas do facebook, e despedimo-nos, pois já não a iríamos encontrar.

- Em Padron fomos ao mercado e depois de visitarmos a Iglésia de Santiago de Padron, bem como o Convento del Carmen, fomos levantar a Pedronía, 1.º documento adquirido do nosso caminho.




- Já junto da hora de almoço, encontrámos dois guerreiros de peregrinos brasileiros (Davi - 12 anos e Lulu - 9 anos), acompanhados de seus país (Roberta Biondan e Luíz Santos), já a caminhar à bastantes dias, e que nós antes de iniciarmos o nosso caminho vínhamos a acompanhar no Facebook, isto por se tratar de duas crianças a caminhar dias seguidos, cantando, dançando e correndo.
Como seria de esperar, apresentámo-nos e fomos cumprimentá-los e mais uma vez damos os parabéns a esta bonita família.

- A entrada em Santiago de Compostela deu-se pelas 16H30, terminando na Catedral, onde permanecemos algum tempo agradecendo o nosso caminho... 









- ... e de seguida activámos o GPS com desino ao hotel " Via Lucis", que tínhamos reservado antecipadamente, pois poderia ser difícil encontrar alojamento.

- Depois de arrumarmos as bikes, e tomarmos um banho rejuvenescedor, caminhámos a pé até ao Centro Internacional de Apoio ao Peregrino, para carimbar as nossas cadernetas e levantar a Compostela.





- Passeámos por Santiago e jantámos junto à Catedral, uma parilhada de carnes e um caldo galego.


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O nosso caminho sempre teve dois objectivos, que para serem cumpridos dependiam das nossa condição física e psicológica.

Assim concluímos o primeiro, mais fortes que nunca, e logo no dia seguinte iniciámos outros dois caminhos.

Santiago/ Finisterra/Muxía

5.º Dia - 30 de Maio de 2019
- Foi o dia em que começámos a pedalar mais tarde, pois o pequeno almoço estava incluído no alojamento, e só serviam apartir das 08H00.

- Estava longe de sabermos que seria o dia mais duro, devido ao acumulado ser composto por muito sobe e desce, subidas muito grandes, e também devido à temperatura elevada que nos acompanhou todo o tempo.

- Saída muito rápida e rolante, sempre olhar para trás, pois a catedral parece ver-se de todo o lado, trilhos semelhantes aos do dia anterior, por dentro da floresta, rolando por paralelos. Tivemos uma bicigrina Holandesa que nos acompanhou durante algum tempo mas acabou por reduzir o andamento, pois já vinha a fazer o caminho desde de Leon.


- No primeiro café que encontrámos, a poucos km depois de sairmos de Santiago, conseguimos arranjar as credenciais daqueles caminhos, pois em Santiago ninguém sabia onde poderia adquirir.







 - Sempre a divertir-nos


- Após muito sobe e sobe, depois de um banho num tanque no meio da serra, encontrámos um pequeno e simpático albergue, onde comemos uns belos bocadilhos de jamon e tomate,  e ingerimos muitos líquidos, pois a temperatura prometia.

- Ao continuar a subir e descer voltámos a ter de procurar água, entrámos num café, e ao fazer conversa sobre o nosso destino, o proprietário aconselhou-nos a alterar o sentido do caminho, indo  primeiro em direção a Finisterra e só depois Muxía, pois assim era mais bonito. O que tínhamos em mente, era Muxía primeiro de depois Finisterra. Após conferência de grupo, aceitámos o desafio e resolvemos ir dormir a CEE. 


- Depois de muito sobe e desce, alguns descansos, paisagens muito bonitas, muito calor de derreter o alcatrão, chegámos a CEE pelas 20H10, por uma descida com uma inclinação vertiginosa em estradão de terra solta, mas uma paisagem de tirar a respiração sobre o mar. Sem dúvida valeu a dureza e obrigado ao proprietário do café que não só nos deu a sua opinião, como consegui reservar albergue em CEE.






- Ao chegarmos ao Albergue" Tequeron" em CEE, fomos ao encontro de uma senhora muito simpática que já nos esperava. CEE é uma vila piscatória, fazendo uma baía que entra dentro da localidade e forma uma praia. Depois de alojados, fomos ao Meson "O Club", e atacámos nos chocos (que delicioso e o verdinho então! ui.).


- Mais um passeio a pé para descomprimir as pernas, visita à praia da Concha e depois descanso, pois o último dia do caminho estava a aproximar-se.





6.º Dia - 31 de Maio de 2019
CEE/Finisterra/Muxía - 53.80 km com 1056D+ / 1067D- (clique)
- Saída pelas 09H10, já depois do pequeno almoço prolongado numa pastelaria junto à praia, seguimos destino a Finisterra, mas com alguns enganos, pois as marcações dentro da localidade desapareciam durante distâncias grandes.

- Após abandonarmos CEE e subirmos uma escadaria, continuámos até que encontrámos uma bonita enseada, que era a praia do Restrelo, e não resistimos a sair do caminho para a visitar.

- A meio da manhã chegámos a Finisterra, uma entrada fora do vulgar, onde se pedala dentro da floresta e de repente aparece a praia lá em baixo, num trilho sempre a descer, mas técnico.




- Mais uma vez saímos do caminho, e pedalámos na areia, junto à água num grande momento de descontracção.




- Depois do momento fotográfico, pedalámos para a localidade, onde levantámos a Finesterrana, e continuámos a subir mais 2 km , até ao cabo de Finisterra (km 0), visitando também o farol.



- Este local torna-se mágico, e essa magia varia de peregrino para peregrino. Ao observarmos, encontra-se ali vários sentimento: alegria, muita alegria, tristeza, superação pessoal, crença, espanto do turista, espanto do peregrino. É um local de respeito, onde as pessoas se sentem em silêncio.


- Depois de algum tempo a visitar o cabo e a descansar apreciando uma bebida, voltámos ao nosso caminho, descendo até à localidade onde resolvemos almoçar antes de continuar.




- Hoje o almoço foi à bruta (salda russa e vitela com batatas) e a bebida acompanhou de tal maneira que as subidas seguintes foram complicadas.
Fomos recebidos pelo dono do restaurante (muito simpático), que nos obrigou a comer tudo o que nos pôs na mesa pelo , falando-nos em português.

- Os restantes 30 km, também com grandes subidas de inclinação acentuada, e um sol escaldante. Abastecemos de água em todo o lado, chegando a encher os boions num riacho que trazia água do cimo da serra.


- Mais um abastecimento num café, para nos protegermos um pouco do sol e hidratar.
Fomos atendidos por esta funcionária que com muito simpática nos deu alento para continuar.




- Depois de mais uma parte do caminho sofrida, chegámos a Muxía pelas 17H00, entrando por alcatrão, sempre a contornar o mar, mas ao nível de praia rochosa.

- Rapidamente nos deslocámos ao apoio ao Peregrino, onde adquirimos a MUXÍANA, e seguimos até à praia onde tomámos um banho, para comemorar a realização de três Caminhos peregrinos com sucesso.

- Após um mergulho, na água fresquinha deste mar, fomos ter com o nosso colega Samuel, a quem agradecemos a disponibilidade para nos ir buscar.


 

MUXÍA

- Em nome deste trio de bicigrinos, conclui-se esta belíssima aventura de lazer e conhecimento, mas também peregrina, com total satisfação, em seis dias/seis etapas em autonomia total, percorrendo-se 391.98 km, com o acumulado de 6688 D+ e 6776 D-.

Um Caminho a repetir e outros a fazer

Bom Caminho / Bo Camiño a todos os peregrinos e bicigrinos  

ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS

VIDEO em elaboração

Reportagem: Rui Almeida
Fotos: Rui Almeida e Carlos António
Vídeo: Clube de BTT Zona 55