domingo, 12 de julho de 2015

Participação da equipa (Islândia)

Representação a cargo de:
Samuel Nabiça

A nossa bandeira viajou pela Islândia em boas mãos!... e regressou com muita história.

Após quase um ano de preparação, decidimos (a dupla) partir a 23 de Junho último. É impensável fazer esta aventura fora dos meses de Verão!

 
 
A urgência em partir levou-nos a sair de casa no dia 22 de Junho, logo após o jantar, para de carro percorrermos os 900km que nos separavam do aeroporto de Alicante (Espanha), onde tínhamos voo marcado para Keflavik (Islândia).
  
À chegada à Islândia, ligámos para o shutlle que nos iria transportar à Alex Guest House, onde iríamos pernoitar. Após uma noite bastante curta de sono, tivemos que desencaixotar as nossas companheiras e começar a montar as peças.

Etapa 1: Keflavik/Reykjavik
Saímos pelas 11h00 e pedalámos uns 50km em autoestrada (sim, é permitido) até à capital da Islândia (Reyjjavik), onde iríamos ficar em casa de um membro da Warm Showers - Comunidade de hospitalidade para cicloviajantes, registando ao final do dia um total de 75km, pois andámos a passear pela cidade.
 


Etapa 2: Reykjavik/Geysir
Foram quilómetros e quilómetros de retas a perder de vista, numa estrada sem um único ponto de abastecimento (café, restaurante, bombas gasolina…), com passagem por um parque natural que se situa junto à falha tectónica entre as placas Americana e Euro-asiática. Tivemos passagem obrigatória por Geysir para ficarmos pasmados com os geysers - nascentes eruptivas com jatos de água a atingir 100m de altura e 80º C, explodindo a cada 10 minutos. O dia terminou no parque de campismo de Skol, 3km após Geysir, onde montámos a nossa tenda pela primeira vez, ritual que se viria a repetir por dezoito vezes. Totalizando assim 99,6km.
 
 
 


Etapa 3: Geysir/Abrigo de montanha (estrada F338)
Saímos do parque com intenção de chegar a Stikkissholmur, onde tínhamos que apanhar o ferry para os fiordes, mas ficámo-nos pela intenção, porque não chegámos lá... pelo menos neste dia. A cerca de 4km do parque de campismo alcançámos a cascata de Gulfoss, que tem duas quedas de água: a maior tem 20 metros de altura e a mais pequena 11 metros,  mas ambas mergulham numa fenda com 20 metros de largura. Sempre em alcatrão e vento suave chegámos ao desvio gravado na nossa rota: estrada F338. Ultrapassámos rios, fizemos quilómetros em estrada de areia e pedra solta. Uns quilómetros adiante encontrámos o primeiro obstáculo: placas de gelo. A opção foi empurrar as bicicletas e todo o equipamento (cerca de 50kg) para o transpor. Os primeiros metros foram uma amostra do que iríamos encontrar a seguir... a natureza estava-nos a dar sinal para voltarmos atrás, mas não ligámos e continuámos. À medida que pedalávamos encontrávamos cada vez mais gelo, até que tivemos de desmontar e percorrer cerca de 13km sempre com a bicicleta à mão. Às 18H30, vento forte puxava até nós nuvens escuras e ameaçadoras. Exaustos, esfomeados e sem um local programado para ficar, procurámos no sopé das montanhas um buraco onde pudéssemos abrigar-nos do vento gélido.
A água escasseava e não tivemos outra alternativa senão enche-los com gelo e esperar que derretesse para que nos pudéssemos hidratar. Ao fundo, no seguimento do nosso caminho, avistámos uma forma retangular sobre uma imensidão de gelo. Já tinha ouvido falar nos abrigos de emergência. Ganhei ânimo e dei por mim a correr para atingir aquele “oásis” o mais breve possível. O GPS totalizava 50km percorridos. Lá dentro existiam quatro camas em beliche, e uma bancada de apoio que serviu para fazer o nosso jantar. Sopa feita com gelo derretido e esparguete com molho de sabores do mar. Após um estudo científico dos mapas do local, já no conforto do nosso "quarto de hotel", constatámos que para sair do gelo teríamos que andar a pé uns 12km, pelo que decidimos no dia seguinte continuar em frente, em vez de fazer os mesmos quilómetros para trás.
  
 
 
 
 



Etapa 4: Abrigo de montanha (estrada F338)/Indrioastadir 70km
Começámos o dia conforme acabámos o dia anterior: a empurrar as bikes! Foram assim outros 12km sobre gelo, até entrarmos em terreno de cinza vulcânica, o qual por vezes nos impedia de pedalar, um terreno sem qualquer tipo de vegetação. O nosso objectivo era chegar a um lago com 16km de extensão que fica junto do parque de campismo. O corpo pedia comida, mas nos sacos apenas tínhamos sopa. Precisava de algo sólido! Após largos quilómetros de terreno difícil e depois de sairmos do deserto de cinzas vulcânicas encontrámos uma estrada em terra que nos levaria quase até final da etapa. Queria acabar o dia rapidamente e, numa descida, dei por mim a rolar na casa dos 60km/h, até que a brincadeira acabou quando furei a camera de ar traseira. Apenas a 16km do final o corpo já não respondia, a vista começava a desfocar e perdia a concentração. O dia terminou connosco a sermos convidados para uma festa de aniversário no Parque de Campismo.
 

 
 


Etapa 5: Indrioastadir/Stykkisholmur (120km)
Hoje seria o dia para apanhar o ferry para os fiordes. Saímos cedo, o dia estava lindo, com sol, mas não chegava para aquecer. Paragem num supermercado para comprar sandes, fruta e algo mais para a viagem. Vento sempre pelas costas com  andamento muito rápido que mesmo assim não iria dar a tempo do ferry, pois o último saía as 15H00.
Faltavam 35kms e eram 13H20, aceleramos um pouco mais, mas o vento mudou para nos fazer frente. Ficou difícil e a somar ao vento tivemos que fazer 30km de subida, o que nos levou a perder o barco. Acabámos por chegar às 18H00 e restou-nos ir para o parque de campismo da simpática localidade.
 
 


Etapa 6: Stykkisholmur/Breidafjordur (80km de ferry, 25km a pedalar e 135km de autocaravana)
O plano inicial teve de sofrer uma alteração da rota. Assim que atracámos em Breidafjordur, rapidamente nos apercebemos o quanto iria ser difícil pedalar. Ventos fortíssimos de mais de 80km/h empurravam-nos para fora da estrada, o que me aconteceu por 3 vezes. Tinha que pedalar de lado para me pode equilibrar na bicicleta. A nossa segurança estava comprometida. A solução estava em voltar para até ao ferry ou pedir boleia de uma auto caravana, por ser o único transporte capaz de transportar duas bicicletas com toda a carga. Decidimos pedir boleia e à terceira tentativa conseguimos. Um casal Islandês numa auto caravana ao estilo americano, com um grande atrelado capaz de transportar um carro. Lá dentro já estava instalado um ciclista Belga que alguns quilómetros atrás também pediu boleia por causa do vento. Fizemos os fiordes detrás da janela da autocaravana até Bordalur.
 
 


Etapa 7: Bordalur/Hvammstangi (81km)
Saímos com vento contra mas com uma média de velocidade entre os 10 e os 15km/h e chegámos à capital das focas às 17H30, tendo sentido fortes dores no joelho direito, mas nada que um anti-inflamatório não resolvesse. Adorei esta vila piscatória. Daqui saem todos os dias excursões em barco para ver as baleias e as focas. Hoje foi dia de perder a cabeça e comprar umas belas costeletas de borrego para grelhar. Os outros campistas até ficaram de boca aberta quando viram a nossa carga... carregávamos bancos, tacho, fogão a gasolina, uma mesa, cafeteira, mas valeu bem pena carregar com tudo isto!
 


Etapa 8: Hvammstangi/Varmahlid (108km)
Saída às 09h00, depois do pequeno almoço que todos os dias consistia em muesli com leite e fruta que comprávamos no dia anterior no supermercado, pão com doce e café. Nunca tínhamos começado a pedalar com chuva mas, algum dia tinha de ser. Vestimos o fato 100% waterproof e arrancámos. O vento na Islândia é predominantemente no sentido horário, pelo que até chegarmos ao sul andamos a empurrar o vento. Lutas diárias contra o vento e a puxar pela bicicleta carregada fizeram as dores no joelho voltar. Tive que gerir a dor até ao final onde, quando faltavam 18km para o fim, apareceu uma subida com dez quilómetros e 10% de inclinação. Ao descer, o GPS indicava que a localidade estava já ali a cerca de  1km. mas não víamos nada. Ainda pensamos que o GPS estava errado, mas não estava! Chegámos e não existia ali nada, não ser um posto de combustível servido de um minimercado. O que se via no mapa como uma localidade grande não passavam de pequenas quintas privadas todas juntas. O campismo estava fora de questão. Chovia e não nos apetecia montar a tenda debaixo de água. Equacionámos ir para um hostel que ali havia mas enquanto ligava para o hostel a perguntar preços vi o Christian entrar no supermercado. Christian é um ciclista e trail runner francês que já andou pela Nova Zelândia, Noruega e que tem muita experiência em campismo selvagem. Já tínhamos conhecido o Christian em Bordalur, mas como ele raramente dormia em parques de campismo não nos voltámos a ver até este dia. Uma descoberta espectacular do nosso amigo francês, que já tinha a tenda dele montada num pequeno bosque onde se tinha de andar a pé uns 200m da estrada e completamente escondido, onde nem vento ou chuva entravam. Quanto não vale a experiência! Esta lição valeu-nos para mais tarde. Convidámo-lo para jantar e falar sobre os dias a seguir.
 
 
 


Etapa 9: Varmahlid/Akureyri (93km)
Os primeiros 60km fizeram-se depressa, mas a temperatura começou a baixar muito. Estavam 3ºC e as luvas que trazia não aqueciam o suficiente. O corpo arrefecia rapidamente nem uma subida de 13km deu para aquecer. Da minha pele só dava para ver os olhos, pois estava todo tapado. A meio da subida encontrámos o tal francês, abrigado do vento dentro de uma rocha, a almoçar. Paragem para uma breve conversa e aproveitámos também para almoçar. Falámos acerca do tempo que nos esperava e depois seguimos juntos até Akureyri, que é a segunda maior cidade da ilha, considerada a capital do norte. Enquanto nós procurámos o campismo, o francês decidiu procurar um local melhor para ele. Soubemos que dormiu num bosque qualquer ali perto.
Cidade bela e portuária, onde atracam navios de cruzeiro, com ruas limpas, muita atividade urbana onde os carros com motores V8 puramente americanos gritam e desenham a estrada em todos os semáforos e cruzamentos.
Após deixar a roupa na lavandaria do parque de campismo, fizemos uma extravagância. Fomos jantar à melhor hamburgaria da ilha, onde comi um hambúrguer do tamanho de uma jante 13. Após remoer o jantar numa passeata pela cidade, voltámos para ao parque onde reencontrámos um militar americano que tínhamos conhecido em Hvammstangi,  que tal como nós estava a fazer o chamado "golden circle". Queria acompanhar-nos até final, daí que combinámos uma hora para sair na manhã seguinte.
 
 



Etapa 10: Akureyri/Reykjahlid (101km)
O americano arrancou connosco, mas na primeira subida logo aos 13km começou a ficar para trás. Pergunto se precisa de ajuda e diz-me para seguirmos que ele tem mais tempo do que nós. Continuámos em ritmo baixo, por causa do vento, e chegámos à cascata Godafoss (cascata dos deuses), que tem uma queda, de água de 12m e é uma das maiores da Islândia. Faltava pouco para chegar ao lago Myvatan (ou lago das moscas, pela imensidão de moscas que ali existem no verão), com os seus 37km2.
Sabia que junto ao parque existiam as piscinas quentes. Tinha que lá ir! Como chegámos cedo ao parque de campismo ainda fomos às piscinas. Tirámos os alforges, guardámos dentro da tenda e pedalámos 5km até lá. Í tão leve que nem sabia pedalar. Na mochila iam apenas os calções de banho, chinelos e toalha. Água entre 38ºC/40ºC relaxam o corpo de tal maneira que dou por mim a adormecer dentro de água. Diz quem já visitou a Blue Lagoon, que dista 25km do aeroporto, que estas piscinas são melhores porque a paisagem em redor é mais bonita, tem menos turismo e porque é a metade do preço. A entrada foram 3000 coroas (cerca de 20€). De volta a parque e muito melhor do que quando chegámos, fomos tratar do jantar num local onde estavam trinta suecos que estavam a dar a volta ao mundo num autocarro descapotável cor de rosa. Subitamente, na receção do parque, ouvi falar a língua de Camões. Apresentei-me e conheci o Ricardo, um português que imigrou com a esposa para Dinamarca e que estavam a dar a volta à ilha em autocaravana. Convidou-nos a acompanhá-los no dia seguinte, à boleia, para visitarmos as cascatas Detifoss, Selfoss e as fumarolas.

 
 
 


 
 
 
 


Etapa 11: Reykjahlid/Egilsstadir (101km em autocaravana e 5km a pedalar)
Fomos ter com o Ricardo e tirámos as rodas das bicicletas e os alforges, enfiando as bikes na garagem da autocaravana. Que sorte nós tivemos! Era mesmo o que queríamos. Casal jovem, simpático e bem disposto, que decidiram fazer a aventura da vida deles iniciando nova vida na Dinamarca após licenciatura. Após a visita, tínhamos pela frente 160km de pedaladas no interior de deserto, sem nenhum posto de abastecimento de combustível nem localidades e seria muito difícil fazer esta distância sem nada para nos podermos abastecer. Soubemos depois que muito poucos ciclistas fazem esta parte do percurso de bicicleta, optando pelo autocarro devido à natureza do percurso. Assim, pedimos ao Ricardo e esposa para nos deixarem em Egilsstadir, convidando-os para jantar num restaurante da cidade, ficando este dia de descanso, só tendo pedalado 5km.
 


Etapa 12: Egilsstadir/ Djupivogur (146km)
Como o dia anterior foi de descanso, nesta etapa tivemos que andar um pouco mais e fizemos a maior extensão com 145km muito duros, com o vento a soprar com força, aguaceiros e retas sem fim que quebram o psicológico.
P´lo caminho conhecemos Matt, um jovem americano da Florida que se licenciou em Engenharia Química e que decidiu nas suas férias de três meses dar a volta à ilha. Nunca vi um cicloturista tão light. A bicicleta dele com todo o equipamento pesava apenas 14kg. Usava só material ultralight que para nós seria impraticável pelo preço.
Sacos cama de 250€ não é para todos. Por isso o ritmo dele era forte e muito difícil para mim acompanhá-lo. Tive de o deixar ir e só o encontrei ao final do dia, já no parque.
O psicológico é tramado! Estava a ver a terra onde ia dormir do outro lado da margem mas ainda faltavam cerca de 50km, porque tínhamos que contornar o fiorde. Depois de pedalar quase 100km estava exausto e quando soube que ainda faltava aquela distância pior fiquei. Às 21h30 cheguei ao parque quase sem respirar onde, para acabar em beleza, existiam problemas nas canalizações e não tínhamos água quente. O problema foi resolvido no hotel da vila, pois o parque de campismo era gerido pelo mesmo dono do hotel e foi a solução encontrada. Em vez de um duche de quatro minutos por 400 coroas (2,70€) tive a liberdade de um duche sem tempo e de borla.
 

 
 


Etapa 13: Djupivogur/Hofn (104km)
Só levantámos ancora pelas 11h00, mas como o vento no Sul está quase sempre a favor fizemos a etapa muito depressa. Rolar com bom piso e com o vento a favor, chegamos a Hofn que é a capital da lagosta, às 18h30. Parque de campismo com boas condições e à entrada possuindo uma boa loja de material de aventura, para substituir algo partido.
 
 
 
 

 


Etapa 14: Hofn/Skafatell (85km)
Saímos, juntamente com o Matt, pelas 08h00. Rolámos com vento forte pelas costas e dei por mim a rolar frequentemente acima dos 30km/h. Rapidamente chegámos ao maior glaciar da Islândia - o Jokulsarlon. Fotos para recordar e continuamos até ao maior parque natural da Islândia (4800km2), onde ficámos. Esperava um parque de campismo com excelentes infraestruturas, mas deixaram-me bastante desapontado. Um parque de campismo com uma capacidade para bem mais de 500 pessoas com apenas 4 cabines de duche. Estive 40 minutos à espera de um banho com tempo limitado a 4 minutos e que custou 300 coroas. Após o jantar, numa caminhada visitámos uma das mais belas cascatas de água, a cascata Svartifoss, onde colunas em basalto formam uma parede por detrás da queda de água.
 

 
 
 


Etapa 15: Skafatell/Vik (140km)
O Matt decidiu ficar no camping para fazer uns percursos a pé no parque natural. Despedimo-nos. Trocámos contatos e seguimos para mais um dia. Em pouco mais de 3 horas fizemos 75km, graças ao vento sempre a empurrar com a mesma força que nos empurrava no norte da ilha, mas desta vez quase não pedalávamos para fazer retas de mais de 30km com uma paisagem plana onde a estrada e o céu se tocam.
Nos últimos 40km em um falso plano o vento deixou de nos ajudar para prejudicar e dificultou o andamento na última parte da etapa.
 
 
 
 
 


Etapa 16: Vik/Hella (92km)
Saída do parque num belo dia de sol, com vento moderado pelas costas, temperatura de 11ºC, nada podia correr mal. Sabia da existência de destroços de um avião DC3 da Marinha Americana na praia de areia preta de Sólheimasandur, pelo que fizemos um desvio de 4km em terra com muita pedra para lá ir. Retomámos o percurso na N1 e passámos pela cascata de Skogafoss, com uma queda de água de 60m de altura e 25m de largura, de onde só saímos por volta das 14h00 por causa da sua beleza.
 
 


Etapa 17: Hella/Grindik (121km)
Esta seria a nossa última etapa. Rodámos a uma velocidade de cruzeiro. Este dia deu para tudo. Parámos para comer gelado, para beber café e até descansar. Foi um dia muito lento, mas mesmo assim chegámos bem a tempo de ficarmos no melhor parque de campismo da Islândia. Bem, afinal tempo foi coisa que nunca faltou, pois os dias são longos e tanto podíamos acabar às 17h00 como às 23h00 porque é sempre dia.

 


Conclusão:  Grindavik/Grindavik (25km)
Acordei um pouco mais tarde e tomei o pequeno almoço nas excelentes condições do parque, desta vez sai para pedalar sem o equipamento de ciclista. Fiz apenas 25 kms para ir/vir visitar de novo a falha das placas tectónicas Americana/Euroasiática.
 
 
 
 
 


Dia 12 de Julho – Grindavik – Aeroporto Keflavik
Despedida:
Com voo marcado para as 15h30 saímos cedo do camping para prevenir alguma avaria durante os 25 kms do percurso. Ainda deu para conhecer a cidade que acolhe o aeroporto e fomos ter à Alex Guest House onde tínhamos guardados os sacos das bicicletas quando chegámos no primeiro dia. Solicitámos transfer na carrinha do hostel até ao aeroporto. Despachámos a bagagem e embarcámos na avioneta para Alicante, onde chegámos às 21h30 e pernoitámos num hotel para no dia seguinte conduzirmos com segurança o nosso carro nos restantes 900km que nos separavam de casa.
 



Créditos à reportagem
Texto: Samuel Nabiça
Fotos: Samuel Nabiça e Henrique Almeida

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