domingo, 19 de abril de 2015

10.º Passeio Doméstico Zona 55 (Moreiras Grandes)

Mais uma iniciativa, para o 10.ª Passeio Doméstico, tendo como Organizador Abílio Bernardo.


Atletas e amigos presentes = 18

Abílio Bernardo
Sérgio Bernardo
Maria João
Tiago Bernardo
João Valério
Sofia Lopes
Rui Almeida
Ana Almeida
Hugo Almeida
Zé Luís
Carlos António
Sandra
Inês
José Santos
Pedro Silva
João Pedro Silva
Jorge Rabaça
Filipe Rodrigues


Este passeio, iniciou-se nas Moreiras Grandes, com a concentração dos atletas na residência do Organizador, numa bela manhã para a modalidade.

O passeio contou com a presença de atletas mais ou menos treinados, e de várias faixas etárias, por vários singles, estradões, com o objectivo de visitar os Moinhos do Pena, percorrendo cerca de 20 km.

Reagrupamento do pessoal.


João Pedro, o atleta mais novo presente.
Abílio Bernardo, o anfitrião do evento.
Zé Luís, o participante menos novo.






O grupo junto dos moinhos da Pena, paisagem de excelência, já conhecida das nossas maratonas.





O camera man, onboard, sempre em acção.


Atletas Silva.
Abastecimento para repor energias.

ALMOÇO













Assim fizemos mais um passeio de treino, convívio entre sócios e amigos, a acompanhar uma bela refeição, composta por Sopa, grelhados, doces, café e bebida ``ABRUTA".


Créditos à reportagem
Texto: Rui Almeida
Fotos: Rui Almeida, Pedro Silva.
Vídeo: Zona 55 (brevemente)

domingo, 12 de abril de 2015

Participação da equipa (Tremês)

Representação a cargo de:
45km - João Guerra, Pedro Lourenço, Rui Almeida

Para quem realmente gosta de btt, vale bem a pena deslocar-se a Tremês neste dia. Aqui não há estradões para os meninos da estrada, ou tens um bom kit de unhas, ou então o melhor é ficares em casa, ou ires fazer uns kmszitos de estrada sem grandes riscos (e sem risco não há adrenalina).


Os cerca de 400 bttistas que se deslocaram a Tremês, decerto que não deram o seu tempo por perdido. Divididos por duas distâncias, de 25 e 45 kms, todos eles puderam usufruir dos melhores singles que se encontravam na primeira parte da prova, antes da separação.


Partida a horas, que é como eu gosto, só faz falta quem está e bora lá para o mato curtir.


A Zona 55 já conhecedora do que ia encontrar, não quis deixar de usufruir destes magníficos trilhos, todos eles clicáveis e acessíveis ao mediano bttista (que é onde eu me situo), ou pelo menos mediano nas descidas (fi-las todas e uma delas até foi a rebolar, héhé…), já as subidas, medíocre (a pé e devagarinho)???


Imagens sempre espetaculares do drone que nos acompanhou na partida, chegada e em algumas zonas do percurso.

O início é sempre complicado, muita adrenalina e ainda muita gente sem saber o seu lugar no pelotão (eu sou um deles, só passados uns cinco ou seis kms é que eu me apercebo que aquele não é o meu ritmo e desenrolo o punho)…


Todos os anos esta Organização nos brinda com novos singles e sempre espetaculares. Este ano mais virados para a serra.


Boas marcações, tracks fornecidos aos atletas nos dias anteriores (o que ajuda muito), abastecimentos qb, pessoal nos cruzamentos, tudo cinco estrelas.


Pedro Lourenço, um dos nossos representantes aqui a mostrar a sua perícia.

João Guerra, outro dos nossos representantes aqui a não conseguir desmontar antes da descida e a ter que arriscar (correu bem, héhé...).

O Rui Almeida, outro representante da Zona 55 aqui a não querer arriscar, certamente por não querer riscar a sua bike (héhéhé)...

Mais uma vez o drone aparecia do meio do nada e surpreendia ao atletas com belas fotos.




Trilho do forno, um autêntico labirinto espetacular.

Interior do trilho do forno, uma das antigas fábricas de tijolo de Tremês.

O Rui a pousar para a foto e a recuperar forças para a parte final, que se esperava duríssima.

Mais uma das belas imagens do drone, esta da chegada onde também fomos brindados com um boa massagem.

Do almoço não temos imagens, mas comemos uma bela canja, uma farta feijoada (não sei se de javali ou não) regada com frutado vinho tinto, um arroz doce e laranjinha para quem não pode comer doces (certamente que este não é o caso dos atletas da nossa equipa).

Os elementos da Zona 55 presentes nesta prova, são unanimes em classificar este evento com NOTA: 8 em 10 
Parabéns à organização e para o ano podem contar connosco.




001.º - 01:59:01 - Marco Pereira (Churrasqueira Matias)
002.º - 02:10:45 - António Eloy (Ribabike/RProjeto)
003.º - 02:12:25 - Tiago Morgado (Róódinhas/Santos Silva)
034.º - 02:47:06 - Pedro Lourenço (Zona 55 Bike Team)
046.º - 02:57:59 - João Guerra (Zona 55 Bike Team)
078.º - 03:36:50 - Rui Almeida (Zona 55 Bike Team)
145.º - 04:54:31 - Último


Resumo em vídeo


Créditos à reportagem
Texto: João Guerra
Fotos: Organização
Vídeo: Zona 55 Bike Team

Participação da equipa (Charneca da Peralva)

Representação a cargo de:
30km - José Silva

Como já vem sendo hábito, a Secção de BTT do Centro de Cultura e Recreio da Charneca da Peralva (Grupo Meia Pedalada), realizou no passado dia 12 de Abril a 7.ª edição deste passeio, um evento com três distâncias: passeio de 10km, meia maratona de 30km e 50km Maratona. O local de partida e chegada foi na sede da Organização, onde estava o secretariado, lavagem de bicicletas, banhos e almoço.



A minha inscrição foi para a distância de 30km. Partida com ligeiro atraso, mas nada de significativo, com uma viatura da Organização na frente do pelotão até à entrada nos trilhos de terra. Logo de início os mais fortes a imporem um ritmo vivo, grupo onde me encontrava. O primeiro single track surgiu pouco depois da entrada no piso de terra o que fez com que o grupo se estendesse e os primeiros distanciaram-se dos restantes.



O percurso  com cerca de 30 kms não apresentava uma altimetria muito significativa (450m), mas algo exigente tecnicamente a nível de single tracks e fisicamente no que respeita a subidas, bem marcado com fitas, marcação no pavimento e placas bem visíveis nas zonas de perigo, elementos do staff da organização colocados nos locais de travessia de asfalto, abastecimentos bem colocados. 

No respeita à chegada, apenas um aspecto negativo: não havia ninguém! Nem fitas! Apenas duas placas pouco visíveis no cruzamento para meta, o que provocou enganos a alguns a seguirem em frente (eu fui um deles).

Em relação ao almoço, não tenho qualquer comentário, porque não fiquei para almoçar. Em relação aos banhos também não comento porque também não usei, uma vez que resolvi fazer o trajeto de ida e volta a pedalar. Em relação à minha prestação, classifiquei-me em 3.º da meia-maratona com a distância percorrida de 28,5 Km em 1h28m.


ÁLBUNS FOTOGRÁFICOS
Joel Graça


Classificações 30km
01.º - 01:24:29 - David Conde
02.º - 01:24:48 - Leandro Brito
03.º - 01:28:42 - José Silva
92.º - 03:02:37 - Último

Créditos à reportagem
Texto: José Silva
Fotos: Joel Graça

sábado, 11 de abril de 2015

Líquidos selantes para tubeless

O motivo que me levou a escrever este post foi o da foto acima. A grande maioria não vai conseguir perceber que raios é isto! Trata-se de líquido selante, já seco, porém flexível,ao tacto muito parecido com borracha. Isto encontrava-se no interior de um pneu tubeless que já não rodava há uns bons 4 meses. O nosso elemento José Silva é que descobriu isto quando levou a minha roda para tentar perceber se era um problema no cepo a situação que eu lhe tinha reportado: nas descidas a bicicleta rolava aos solavancos. 

Existem no mercado muitos líquidos selantes e todos eles surtem efeito, uns melhores que outros. Já usei o NoTubes e agora estou a usar o Caffélatex, nunca experimentei outros. O motivo porque mudei de marca foi porque a loja onde comprava o primeiro fechou portas e um amigo meu abriu uma loja nova e começou a vender este último.

Alguns amigos meus começaram a usar o também chamado de "Effecto mariposa" e comecei também a usar. A melhor forma para colocar o líquido no pneu é mesmo injetando-o pela zona do pipo, tirando primeiro a válvula, ou mesmo descolando uma parte do pneu e verter diretamente do frasco lá para dentro.

Não sei se as outras marcas possuem, mas o Caffélatex tem-no. Trata-se de um reagente apelidado de "ZOT!", que nos casos de rasgos maiores ou furos de grande diâmetro, coloca-se por fora (obviamente) sobre a zona a tapar e em contato com o outro líquido que se encontra no interior produz uma camada aborrachada que fecha o rasgo ou furo. A embalagem já vem com um suporte para fixar ao espigão de selim. 

Voltando agora à vaca fria, isto da foto aconteceu porque não tive cuidado. Para quem usa pneu tubeless com líquido selante (também se pode usar sem qualquer líquido, óbvio), tem de ter o cuidado de, principalmente quem anda menos 1x/semana, ao final de 2 meses verificar se o líquido lá dentro ainda está líquido, rodando a roda. 

Se alguma vez o pneu descolar, seja porque motivo for, decerto o líquido que lá está dentro e em contato com o ar irá perder as suas características. Também é conveniente ir verificando a válvula do pneu, retirando-a e limpando-a sempre que se substitui o líquido, porque esse líquido seca, ficando alojado em todo o interior da válvula, fazendo com que o roscado fique obstruído.

Nesta situação que tive aquando um dos saudosos passeios de 6.ª feira da Zona 55, estava a usar camera de ar e tive mesmo de substitui-la, já para não falar que depois tive de comprar outro pneu.

Na minha modesta opinião, o tubeless é de longe superior às cameras de ar. Comecei por usar cameras, depois converti aros e pneus em tubeless (não aconselho) e finalmente passei ao tubeless puro com a aquisição de rodas e pneus para esse efeito.

Neste caso estava a usar o Caffelatex. Fiz uma prova completa (2.ª Passeio da Cabra) e nem me apercebi. Só em casa, quando já estava a lavar a bicicleta, me apercebi de que tinha uma cavilha espetada na lateral do pneu da frente.

Resultado do tubeless: o pneu torna-se mais leve, mais confortável, dá maior segurança e permite utilizar baixa pressão de ar. Tirem algumas dúvidas no vídeo abaixo.



Vantagens de usar pneu tubeless e como converter pneus para uso tubeless.


Créditos à reportagem
Texto: João Valério
Fotos: João Valério, internet.